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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Preguiça

A preguiça pode ser interpretada como aversão ao trabalho, bem como negligência, morosidade e lentidão.
A "preguiça" não é uma característica estritamente humana: na natureza, muitas vezes, é uma forma de preservar energia por longos períodos.

Etimologia

É um termo oriundo do latim pigritia, "aversão ao trabalho".

Descrição

O preguiçoso, conforme o senso comum, é aquele indivíduo avesso a atividades que mobilizem esforço físico ou mental. De modo que lhe é conveniente direcionar a sua vida a fins que não envolvam maiores esforços.

A preguiça é algo que pode ser combatido e pode ter motivações psicológicas e fisiológicas.

Os 3 tipos de preguiça 

1) A preguiça como indolência


Esta é a definição básica de preguiça. Acordamos em uma segunda-feira querendo que fosse domingo porque não sentimos vontade de fazer o que quer que devemos fazer: ir à escola, trabalhar, comparecer em um compromisso…
Assim, nesse sentido, ter preguiça é sinônimo de não se comportar conforme o dever ou não ter desejo ou vontade de fazer até o que em geral gostamos de fazer. Afinal, também podemos ter preguiça de ir ao cinema no final de semana ou sair com os amigos.

2) A preguiça como crença limitante


O segundo tipo de preguiça é acreditar que não se é capaz. Ter e manter a ideia de que não vai dar certo, que não vai ser possível, que não há capacidade suficiente. É uma preguiça porque não há ação, não há a vontade de tentar nem a força para superar os obstáculos. É como uma preguiça mental, uma preguiça do pensamento.
Se pararmos para pensar, não temos como saber o limite do que podemos fazer. Por exemplo, eu não sei fazer um cálculo de derivadas, mas isso significa que eu não consiga? Não, apenas significa que ainda não tentei. Se tentar – e me esforçar e estudar – posso conseguir. É algo lógico: não consigo ainda, mas se quiser, posso conseguir. Agora, se tiver preguiça, posso dizer que não consigo, que isso não é para mim.

3) A preguiça como fazer em excesso


Um dos argumentos fundamentais é que a nossa psique, o nosso funcionamento, ocorre na oscilação de polaridades, de opostos. É curioso pensar que a preguiça também aparece no seu oposto: fazer demais.
Fica mais fácil de entender se pensarmos no conceito de inércia: um objeto parado tende a permanecer parado e um objeto em movimento – se não houver uma força contrária – tende a permanecer em movimento. Permanecer em movimento, inconscientemente, também é uma forma de preguiça. Bastante sutil, mas é.
Imagine uma pessoa que, para não lidar com os seus problemas familiares, transforma-se um workaholic, uma pessoa viciada em trabalho. Há ação, no trabalho, mas é uma ação sem consciência, um continuar fazendo o que sempre foi feito porque é deste modo que as coisas são.

Conclusão


Aristóteles, em seu famoso Ética à Nicômaco, disse que a felicidade (eudaimonia) relaciona-se intimamente com a mediania, o caminho do meio. Ficar sem fazer nada ou fazer em excesso, os dois lados da inércia, são formas de preguiça. Também é interessante pensar na preguiça como uma desculpa sobre as próprias capacidades.
No fundo, analisar estes três tipos de preguiça possui o sentido de uma reflexão e não de culpa. Por que estamos deixando de fazer o que temos ou queremos fazer? Por que estamos fazendo determinadas coisas por hábito, rotina ou porque disseram que esse era o único jeito?
E, por fim, não é fantástico imaginar que não sabemos de verdade o limite do nosso potencial? Que podemos superar as nossas crenças limitantes e realizar muito mais?

Fontes: 
wikipedia
psicologiamsn

terça-feira, 12 de julho de 2016

Psicometria

Psicometria (psicologia)

Psicometria (do grego psyké, alma e metron, medida, medição) é uma área da Psicologia que faz vínculo entre as ciências exatas, principalmente a matemática aplicada - a Estatística e a Psicologia. Sua definição consiste no conjunto de técnicas utilizadas para mensurar, de forma adequada e comprovada experimentalmente, um conjunto ou uma gama de comportamentos que se deseja conhecer melhor.
O Psicólogo psicometrista possui, em seu espectro atuacional, características para levar a cabo a definição desta área, bem como para manusear os testes psicológicos de acordo com alguns critérios básicos. Estes são: Validade, Fidedignidade e Padronização. Qualquer teste que se preste à validação e, posteriormente ao uso, deve ser fruto de pesquisas nessa área.

O início da medida em Psicologia

A evolução da pesquisa científica baseada no cálculo em Psicologia é pouco incerto em sentido estrito, porém sabe-se que (sir) Francis Galton (1822-1911) - Primo de Charles Darwin - foi o fundador do primeiro laboratório voltado às medições antropométricas, em Londres, no ano de 1884. "Ele entendia que a discriminação sensorial era a base do desempenho intelectual, e que medidas adequadas, neste sentido, seriam capazes de indicar diferenças entre os mais e os menos capazes". Entre as pesquisas que Galton fez, constam na lista: altura, peso, envergadura do palmo, capacidade respiratória, força, rapidez de reação, agudeza sensorial da vista e do ouvido, além de chegar a mensurar a quantidade de bocejos emitidos durante uma orquestra para relacionar ao tédio do público.

Hermann Ebbinghaus (1850-1909), no ano de 1885, começa os primeiros estudos experimentais sobre a memória. Ao final de seu experimento, Ebbinghaus tinha formulado coeficientes sobre como se dá a aquisição de memória a partir de um conjunto de letras ordenadas de forma não-lógica.

No Reino Unido, Galton conheceu James McKeen Cattell (1860-1944) e, juntos, formularam, pela primeira vez, provas que consistiam em medidas de discriminação sensorial, de tempo e de reacção. Estas provas, para Cattell, proporcionaria conhecer a inteligência de quem a fizesse.

Em sentido diferente e por diversas críticas que estes possuiam dos testes anteriores de inteligência, o francês "Alfred Binet (1857-1911) e seu parceiro Théodore Simon desenvolveram, a pedido da comissão francesa para a investigação dos interesses da educação, o primeiro teste de inteligência para diferenciar crianças retardadas e crianças normais em seus mais variados graus". Esta escala de classificação tem sua data de origem em 1905 e, desde então, sofreu diversas modificações na sua origem e no seu nome. Atualmente, apesar das variações (L-M, por exemplo), ele é conhecido como Teste Stanford-Binet de Inteligência.

Para alguns psicólogos, além do método psicométrico da correlação estatística utilizados inicialmente por Galton, o desenvolvimento da análise genética ocasionaram a consolidação de uma abordagem matemática da psicologia.

Psicometria (parapsicologia)

Psicometria (do grego psyké, alma e metron, medida, medição) é um termo cunhado pelo médico americano Joseph Rhodes Buchanan, em meados do século XIX (1849), para designar a faculdade extrassensorial que alguns poucos indivíduos possuem para extrair o conteúdo de algum objeto ou ambiente impressos fora de nossa realidade física. Metafisicamente falando, o indivíduo seria capaz de captar os eventos pregressos em que o objeto ou ambiente estiveram inseridos através de uma volição psíquica, na qual tudo o que está oculto para a maioria dos seres se descortina perante o indivíduo.
Para a Doutrina Espírita, essa capacidade de extrair do ambiente ou coisa a sua realidade ou conteúdo é uma rara faculdade mediúnica.

Em "Enigmas da Psicometria", o pesquisador psíquico italiano Ernesto Bozzano nos dá uma informação adicional importante: dentre as diversas pessoas que, ao longo do tempo, possam ter possuído ou manipulado um objeto do qual o médium colhe as impressões, este sentirá com mais força os conteúdos mais ativos e de maior apelo em relação a ele próprio. A este aspecto do fenômeno Bozzano chama de afinidade eletiva.

O médium com habilidade de psicometria mais rigorosamente submetido a investigação científica foi o engenheiro polonês Stefan Ossowiecki (1877-1944), sendo que o registro de tais investigações, que constam dos anais de sociedades de pesquisas psíquicas, está disponível ao público na reprodução comentada de obra recentemente publicada em inglês.

Estágio Atual no Mundo

Jeffrey Goodman, ele mesmo um médium psicômetra, relata em seu livro "Psychic Arcahelogy - Time Machine to the Past" não somente a experiência dele e de outros psicômetras em grandes achados arqueológicos, mas também qual o estágio atual do uso da psicometria na arqueologia em vários cantos do mundo. Ele afirma, por exemplo, que no Canadá a por ele chamada "arqueologia psíquica" conta com o respeito e o incentivo de arqueólogos de destaque, devido ao sucesso com que ela tem sido utlizada.

Investigadores Psíquicos

A série "Investigadores Psíquicos", no Discovery Channel, aborda casos em que médiuns dotados de psicometria auxiliam com sucesso na investigação policial de casos criminais complexos em que as pistas materiais são escassas.
 
Fonte: Wikipédia