Pages

Translate

English French German Spain Italian Dutch Russian Japanese Korean Arabic Chinese Simplified

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

2014

2014 (MMXIV, na numeração romana) será um ano do calendário gregoriano, um ano comum, de 365 dias e a sua letra dominical será E, terá 52 semanas, com início numa quarta-feira e terminará também numa quarta-feira. Será realizada a XX Copa do Mundo FIFA, que será sediada no Brasil e a XXII edição dos Jogos Olímpicos de Inverno, que será em Sóchi, Rússia.

Eventos esperados

Janeiro

  • 1 de Janeiro
    • Letónia irá adotar o Euro.
    • França, irá declarar a independência de sua colônia na Oceania, Nova Caledônia, de acordo com um tratado.
  • 20 de janeiro
    • Data programada para o despertar da sonda espacial Rosetta, quando ela estará a poucos meses de encontrar o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, nas proximidades de Júpiter.
  • 25 de janeiro
    • Comemoração dos 460 anos da cidade de São Paulo.
  • 27 de janeiro
    • O Incêndio na boate Kiss completará um ano. O acidente é a 3ª maior tragédia em casas noturnas no mundo e a maior do Rio Grande do Sul. No mesmo dia, um longa-metragem sobre o ocorrido será lançado.

Fevereiro

2 de fevereiro dia de Iemanjá
  • 3 de fevereiro
    • Centenário do Santa Cruz Futebol Clube
  • 7 a 23 de fevereiro
    • XXII Jogos Olímpicos de Inverno em Sóchi, na Federação Russa.

Março

  • 7 a 16 de Março
    • Jogos Paralímpicos de Inverno em Sochi, Rússia.

Abril

  • 15 de abril
    • Eclipse lunar total visível nas Américas, Austrália e Oceano Pacífico.
  • 29 de abril
    • Eclipse solar anular.
  • 25 de abril
    • Lançamento do Ubuntu 14.04 LTS
  • 27 de abril
    • Canonização do Papa João XXIII e do Papa João Paulo II.

Junho

  • 2 de Junho
    • Centenário do Ceará Sporting Club
  • 12 de Junho a 13 de Julho
    • Realização da XX Copa do Mundo de Futebol, que ocorrerá no Brasil. O anúncio oficial foi dado no dia 30 de Outubro de 2007.
  • 15 de Junho - A TV Cultura de São Paulo da Fundação Padre Anchieta completa 45 anos.

Julho

  • 28 de julho
    • Centenário do início da Primeira Guerra Mundial

Agosto

  • 19 de agosto
    • 2000 anos do falecimento de Augusto, primeiro Imperador romano.
  • 25 de agosto
    • 20 anos da série de jogos de luta The King of Fighters.
  • 26 de agosto
    • Centenário da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Setembro

  • 18 de setembro
    • Escócia realizará um referendo sobre a sua independência.

Outubro

  • 5 de outubro
    • Eleições Gerais Brasileiras para Presidente da República, governadores de Estado, senadores, deputados estaduais, deputados federais e, no Distrito Federal, para deputados distritais.
  • 26 de outubro
    • Eleições Gerais Uruguaias para Presidente da República, Vice-presidente, senadores e deputados.

Eventos sem data

  • Inauguração do 1 World Trade Center.
  • Está prevista a estreia de uma das sequências de filme mais aguardadas, Jurassic Park 4.
  • Lançamento da sequência de O Espetacular Homem Aranha
  • Fãs de Bob Esponja estarão preparados para Bob Esponja: O Filme 2
  • Lançamento da sequência do The Sims 3, o The Sims 4
  • Adele lançará seu 3º álbum
  • A Fundação Getulio Vargas completará 70 anos. 

Calendário (clique na imagem para ampliá-la)

Fonte: Wikipédia

sábado, 28 de dezembro de 2013

O Amor é Agente de Cura

Curar as doenças do ser humano é algo que desafia incessantemente os homens de ciência. Isto se dá de forma permanente, porquanto ao lograrem bons resultados terapêuticos frente a esta ou àquela enfermidade, logo outra surge pondo à prova a inteligência e a persistência desses homens dedicados a minorar o sofrimento alheio.

Chega agora, e de forma bem categórica, o grande efeito curador do amor, tornando-se a exteriorização desse sentimento uma autêntica panacéia no meio científico¹.

O mais interessante desse novo tipo de “medicamento” é que ele não custa nada, pode ser ministrado por qualquer pessoa e se aplica com o paciente perto ou longe do seu curador.

Antes de curar com o amor, muitos médicos estudiosos do assunto chegaram à seguinte conclusão: quando se consegue que as pessoas curadoras amem a si mesmas, algumas coisas incrivelmente maravilhosas começam a acontecer, abrangendo não só o aspecto psicológico mas sobretudo o físico.

Ao tomar uma postura psicológica altamente positiva, o mundo físico do paciente sofre também alteração semelhante, melhora, cura-se. Necessário, assim, ao terapeuta induzir seus pacientes e a eles próprios a sentirem e expressarem o amor. Compete, antes de tudo, ao terapeuta, transmitir de forma persuasiva ao seu paciente que ele é amado pelo seu curador e que ele, doente, é criatura digna de ser amada.

O amor é importante na cura porque é o mais significativo elemento da vida humana, constituindo-se, sem embargo, como a síntese da vida em sua expressão holística. O amor deve ser doado de forma espontânea, nunca compulsoriamente. Amar não se impõe, é um ato de livre escolha. Ninguém deve ser constrangido a amar, porque amar é movimentação energética do espírito que se transmite e somente assim o faz quem a tem; não se falsifica condição energética sem a ter.

Erroneamente se fala em o “amor verdadeiro”, o que levaria à suposição da existência de o  “amor falso”. Ora, amor é amor, sem gradação alguma, e nós aduzimos: não se conjuga, em essência, o verbo amar no passado (eu amei), porque quem ama nunca deixa de amar. No presente e no futuro, tudo bem (eu amo, eu amarei) mas no passado, não. É uma heresia do amor.

Várias são as formas de passarmos a nos amar. Podemos recorrer à meditação, à oração, utilizar a música em busca do bem-estar interior ou simplesmente nos colocarmos diante de um espelho e dizermos a figura ali refletida que a ama, a quer muito, que ela é muito bela e que tudo fará por amá-la para sempre, com total fidelidade.

O trabalho do terapeuta é o de colocar o paciente de novo no caminho reto, ou seja, aquele caminho que o levará a se valorizar, autoperdoar-se e amar-se. Isto significa fazer com que o paciente se sinta capaz de contribuir para um mundo melhor, ofertando-lhe o seu amor.
O contato físico para a cura (não é o sexual) tem significativa importância, é conveniente. E quando se ama, não se deve alimentar o receio de abraçar o paciente, demonstrar carinho por ele através do afago, da carícia, do toque afetivo.

O pior no trabalho de cura é a raiva, mais ainda a não expressa. Raiva não é ressentimento, como muitos possam crer. A raiva pode ser positiva, ao passo que a alimentação do ressentimento pode conduzir pessoas até mesmo ao crime. Aquilo que não se diz é, geralmente, o que mais dano provoca na criatura, doente ou candidata a adoecer. Os nervos do ressentido se torna um gatilho prestes a disparar a exagerada sensibilidade, pronto a explodir por qualquer motivo insignificante, nessas horas apresentando um tipo de reação desproporcional ao fator desencadeador do ressentimento.

O verdadeiro terapeuta não é alguém que lança olhar superior sobre o doente, mas aquele que considera o trabalho de cura como um diálogo e um aprendizado, tanto para o paciente quanto para o curador. Paciente e terapeuta entram naturalmente num processo através do qual um termina por curar o outro, porque passa a haver entre os dois uma integração perfeita, um sentindo o que atinge o outro, tal o grau de confidência a que chegaram. Essa interação se dá quando existe algo favorável ou desfavorável que está sendo vivenciado por um dos dois.

Chegaram os estudiosos da terapia do amor à conclusão, até certo ponto já do conhecimento público, que o fundamental é se amar o que se está fazendo. Sem isto é melhor não se tentar essa atividade de cura, sob pena de haver um certo desgaste no paciente, sua descrença aflorar mais, sua impossibilidade, assim, de curar-se, de encontrar o seu próprio caminho.
Por índole ancestral o ser humano somente valoriza o que perde. Quando a coisa perdida está à plena disposição pouco ou nada significa.   

A vida saudável e seu dinamismo pulsante dentro de nós não o percebemos quando estamos bem. Somente quando o véu da morte paira sobre a nossa cabeça nos chocamos com a possibilidade do seu envolvimento.
Recobrando a saúde, voltando a disposição de realizar, sentimo-nos gratos, lembramo-nos de Deus e a Ele costumamos agradecer quando alguém nos diz : “Como você está bem!”. “Graças a Deus”, é a nossa resposta, invariavelmente.

O que é a cura? É toda uma movimentação química que ocorre no interior das nossas células, conduzindo-nos à retomada da ligação com a vida na plenitude de nossa capacidade de ação.
Curar-se é alcançar maiores níveis de capacidade de amar a nós, ao próximo e à vida, é aquele estado que nos conduz à vida mais plena. Vamos, com isso, notando que curar-se é, em essência, um fenômeno espiritual, pelo fato de ter a sua gênese no espírito. A cura é, pois, espiritual. Corpo sadio é sintoma de espírito saudável, feliz, que se ama. Devemos buscar objetivamente a saúde do espírito, e não apenas do corpo, sendo esse procedimento o que os médicos mais atualizados estão fazendo.

A síntese da mensagem de Jesus é que chegássemos ao patamar da nossa cura espiritual, ao dizer que prosseguíssemos vivendo e que não continuássemos pecando.
A cura analisada mais detidamente pelos pesquisadores da área ainda é um mistério. A medicina moderna apoia-se em observações que, em sua essência, são inexplicáveis. Chega-se à conclusão de que ninguém conhece a atuação de droga alguma. Lógico que a maioria dos médicos prefere ignorar que não sabe de fato o que ocorre, afirma apenas que tal remédio é eficiente, isso basta. Que importa, nessas horas, como se dá o restabelecimento do organismo, que mecanismo são acionados e como interagem? O cliente se curou ou foi curado, é tudo que basta.

A cura ainda permanece na fronteira existente entre o saber da ciência e a força do pensamento. É desta região, se assim podemos chamar, que se origina a cura. Chegar a este ponto crucial é o desafio existente.
No tratamento que conduz à cura existe um elemento que ultrapassa a técnica e que é fator vital unificador de todos os agentes e métodos de cura que só agora começa a ser explorado e utilizado – o amor.

O amor tem força curativa, porque leva ao relacionamento afetivo, a capacidade de nos fundir, de nos tornar unos, mesmo que seja por breves intervalos conosco mesmo, com o próximo, com a vida. “O amor é alimento das almas”.
Os autores* do livro Curar, curar-se disseram que precisamos encontrar um estado de harmonia entre nossas consciências intuitiva e espiritual. Para tanto, é necessário termos em conta que o processo de cura envolve a comunhão de três forças: 

1) Participação original e espontânea na vida, livre de julgamentos; 
2) Perceber as profundezas de onde emana o nosso envolvimento com a vida; e,
3) Amar incondicionalmente.

Vale buscar a síntese do que acima acabamos de registrar, isto é, que amar é imprescindível e o maior amor que já esteve aqui se chama Jesus. Urge vivermos seus ensinos como a única forma de curar e de nos curarmos. Quem se cura, pode curar. Agora, quem ainda não alcançou a própria cura...
Jesus, pois, ensina a amar quando afirma a necessidade de praticarmos a caridade para atingirmos a felicidade de viver.
Autor: Adésio Alves Machado 

¹ Todos estes informes médicos/científicos estão apoiados no livro “Curar, Curar-se” organizado por Richard Carlson, Ph.D e Benjamin Shield, livro da Editora Cultrix. 

* Richard Carlson, Ph.D e Benjamin Shield




sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Nostalgia

Nostalgia é um termo que descreve uma sensação de saudade idealizada, e às vezes irreal, por momentos vividos no passado associada com um desejo sentimental de regresso impulsionado por lembranças de momentos felizes e antigas relações sociais. A palavra vem do grego νόστος (nóstos - "reencontro") e ἄλγος (álgos - "dor, sofrimento"). A nostalgia já foi considerada uma condição médica no início da Era Moderna por ser associada com a melancolia, além de ser importante na literatura como um frequente tropo no Romantismo.

A nostalgia é diferente da saudade, pois a última é direcionada a um alvo ou momento especifico e até pode ser superada pela presença ou repetição, já a nostalgia não pode ser superada no campo físico pois diz respeito somente a uma visão idealizada de passado que cada um possui.

Costumeiramente associa-se o sentimento nostálgico a emissões sonoras de baixa frequência.

Retrofilia

Mal estar de corpo e alma, a objetos, algum mal feito por outros. O desconforto é chamada de sensação de desconforto, doença ou falta de bem-estar que pode ser causada por algum tipo de doença ou problemas pessoais e de trabalho, tanto na vida privada.

O desconforto está associado a uma sensação de cansaço e falta de energia e vitalidade para realizar suas atividades habituais. 2 - Na cultura de massa, a nostalgia ou retrofilia é separada por décadas (como "nostalgia 70", "nostalgia 80" ou "nostalgia 90"), representando o conjunto de produtos culturais de uma época, como filmes, brinquedos, etc, geralmente destinados a crianças e adolescentes. Esta nostalgia começa, naturalmente, assim que a década termina, e se manifesta em atitudes como guardar e colecionar objetos antigos, ou apenas se interessar por discussões e leituras sobre o tema. Esse fenômeno ocorre porque, diante do mundo adulto, é comum recordar a infância como forma de escapismo. Além das lembranças individuais, há também a dos produtos culturais da época, criando uma identidade nostálgica entre pessoas de mesma idade. Segundo os teóricos da área da psicossomática, o termo "NOSTALGIA" significa sentir falta de uma ação que poderia ter sido realizada e que por um motivo qualquer não se realizou.

Estado de depressão, quando você revê fotos, lê mensagens de textos, ou lê cartas e tem vontade de reviver os velhos tempos.

Fonte: Wikipédia

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Claustrofobia

A claustrofobia  é uma fobia, ou seja, um medo exagerado diante de uma situação. Neste caso, é o temor ou repugnância por locais fechados, como elevadores, trens, aviões e outros tantos. Ela também pode estar presente quando o paciente se encontra cercado por uma multidão. Na verdade, a claustrofobia não é uma doença, mas um sintoma, geralmente acompanhado de um distúrbio conhecido como agorafobia – o medo de estar em um lugar público, de onde o indivíduo não pode sair facilmente, caso se sinta mal.

Normalmente este sinal precede situações que podem envolver o desencadeamento de uma crise de pânico. As sensações partem do nível psíquico e chegam ao físico. O ambiente parece se comprimir, o teto se aproximar, as paredes se contraírem, pernas e mãos tremem, o suor começa a escorrer e o coração mais parece uma bomba prestes a explodir. A boca fica seca, e todos os sintomas de um Transtorno de Pânico podem estar presentes. Esta angústia sem precedentes é muito comum e não faz distinção entre raça, sexo, idade ou classe social. Um medo sem razão invade a mente destes pacientes, que normalmente sofrem de uma ansiedade exacerbada.

Mesmo alguns segundos diante de um contexto claustrofóbico é suficiente para desencadear um complexo de sintomas nas vítimas deste transtorno. Elas passam a evitar estas situações, consideradas por elas como de risco. É difícil avaliar quais as causas deste problema, pois elas podem ser múltiplas. Segundo alguns pesquisadores, aqueles que sofrem de qualquer tipo de ansiedade têm uma tendência maior a apresentar este distúrbio, pois qualquer vivência de um trauma em um lugar fechado pode ser o estímulo inicial para desenvolver nestas pessoas este gênero de fobia. Outros estudiosos vêem nesta perturbação uma expressão de ímpetos sexuais e culpas reprimidas.

Também é preciso compreender a facilidade com que esses pacientes adquirem uma depressão, por se isolarem de pessoas e locais que possam gerar contextos claustrofóbicos, pois se deixam dominar pelo medo, recolhendo-se a lugares nos quais se sentem mais seguros. É fundamental, assim, tratar este transtorno, para que ele não se agrave e evolua para outras doenças psíquicas. Neste sentido, é importante aliar a psicoterapia à psiquiatria. Os ansiolíticos e os antidepressivos são as categorias farmacológicas mais indicadas neste tratamento, pois ajudam a inibir a serotonina, responsável pela ansiedade, embora o paciente ainda corra o risco de ser novamente invadido pelo medo assim que deixa de tomar os medicamentos. Aí é que entra em cena a psicoterapia, com o objetivo de reestruturar a mente, identificar os medos e trabalhar os aspectos irracionais de cada um deles. A cura completa é, assim, algo bem real e tangível.

Tanto o claustrofóbico quanto seus familiares devem aprender a aceitar esta realidade, antes de tentar transformá-la. Só assim será possível eliminar de vez estes incômodos efeitos do cotidiano muitas vezes massacrante da nossa civilização. O autoconhecimento e a compreensão de si mesmo podem ajudar o paciente a se libertar desta e de outras fobias.

Fonte: InfoEscola

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Hierarquia de necessidades de Maslow

A hierarquia de necessidades de Maslow, também conhecida como pirâmide de Maslow, é uma divisão hierárquica proposta por Abraham Maslow, em que as necessidades de nível mais baixo devem ser satisfeitas antes das necessidades de nível mais alto. Cada um tem de "escalar" uma hierarquia de necessidades para atingir a sua auto-realização.
Maslow define um conjunto de cinco necessidades descritas na pirâmide.
  • necessidades fisiológicas (básicas), tais como a fome, a sede, o sono, o sexo, a excreção, o abrigo;
  • necessidades de segurança, que vão da simples necessidade de sentir-se seguro dentro de uma casa a formas mais elaboradas de segurança como um emprego estável, um plano de saúde ou um seguro de vida;
  • necessidades sociais ou de amor, afeto, afeição e sentimentos tais como os de pertencer a um grupo ou fazer parte de um clube;
  • necessidades de estima, que passam por duas vertentes, o reconhecimento das nossas capacidades pessoais e o reconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos;
  • necessidades de auto-realização, em que o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser: "What humans can be, they must be: they must be true to their own nature!" (Tradução: "O que os humanos podem ser, eles devem ser: Eles devem ser verdadeiros com a sua própria natureza).
É neste último patamar da pirâmide que Maslow considera que a pessoa tem que ser coerente com aquilo que é na realidade "... temos de ser tudo o que somos capazes de ser, desenvolver os nossos potenciais".

Críticas

Embora a teoria de Maslow tenha sido considerada uma melhoria em face das anteriores teorias da personalidade e da motivação, ela tem seus detratores. A principal delas é que é possível uma pessoa estar auto-realizada, e não conseguir, contudo, uma total satisfação de suas necessidade fisiológicas.Maslow ajudou muito a enfermagem.
Em sua extensa revisão das pesquisas que são dependentes da teoria de Maslow, Wahba e Bridgewell acharam pouca evidência desta hierarquia de necessidades, ou mesmo da existência de alguma hierarquia.

O economista e filósofo chileno Manfred Max Neef tem argumentado que as necessidades humanas fundamentais são não hierárquicas e são ontologicamente universais e invariáveis em sua natureza - parte da condição de ser humano. A pobreza, argumenta, é o resultado de uma destas necessidades ter sido frustrada, negada ou não plenamente realizada. A pirâmide de Maslow é empregada em sistemas de TQC (Total Quality Control) Controle de Qualidade total. É usada dentro das empresas, principalmente pelo setor de Recursos Humanos, que procuram seguir a ordem da mesma para o desenvolvimento e o bem estar dos funcionários, principalmente pela sua fácil comunicação e implementação em uma estrutura organizacional.

A pirâmide de Maslow mostra que para chegar no todo é necessário passar pelas partes, mas também é visto que, há indivíduos que chegam a auto-realizar-se sem passar por todas as etapas da pirâmide. Como também há indivíduos que estão realizados mas que sentem que ainda falta algo ou alguma coisa. O que não quer dizer que ele não passou por todas etapas ou mesmo passou, só que a personalidade, a motivação e o meio social de cada um influência na auto-realização que quando não é conseguida gera a frustração.
 - Teoria Geral da Administração - Chiavenato

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Conscienciologia

A Conscienciologia é uma ciência não-convencional, dedicada ao estudo da consciência de forma integral,que foi primeiramente proposta pelo médico e médium brasileiro Waldo Vieira. A conscienciologia corrobora com a veracidade de fenômenos parapsíquicos, como por exemplo a experiência extracorporal, dando ênfase ao experimentalismo e adotando o que chama de paradigma consciencial, cuja abordagem seria também subjetiva e não somente objetiva. Pressupõe-se que a consciência, também chamada de ego, alma, espírito, self ou individualidade, possua uma existência própria que transcenderia a vida biológica.

Histórico


Visando ao detalhismo histórico, cabe informar que o termo conscienciológico foi descrito, ao que as pesquisas indicam, pela primeira vez pelo filósofo brasileiro Miguel Real e em sua obra "Filosofia do Direito", não sendo neologismo criado por Waldo Vieira.

Já o termo exato Conscienciologia, com esta grafia e principalmente com a acepção de um novo ramo de investigação científica, surge em 1979, na obra Projeções da Consciência[carece de fontes] (hoje já na 8ª edição).
A Conscienciologia surgiu da necessidade de se estudar a consciência (o eu, o self, a alma, o ego) a partir de uma abordagem que ao mesmo tempo não fosse limitada simplesmente ao cérebro e que também não enveredasse pelas linhas místico religiosas. Neste sentido, Waldo Vieira já vinha conduzindo, desde meados da década de 1960, estudos no campo dos fenômenos parapsíquicos, como pesquisador independente, e notadamente com a prática da experiência fora do corpo (projeção consciente). Nesta época, Waldo Vieira, que era companheiro de Francisco Cândido Xavier no movimento espírita, alegou que o escopo das descobertas e aplicações evolutivas possibilitadas pela experiência direta nas chamadas dimensões extrafísicas (popularmente conhecido como planos espirituais) ia muito além do que um movimento de cunho religioso poderia permitir, sendo então ele deixou as atividades do Espiritismo para dedicar-se à pesquisa prioritária da consciência, num novo ramo de conhecimento.
Numa abordagem científica subjetiva (conforme propõe o paradigma consciencial), este pesquisador procurava produzir os fenômenos parapsíquicos em si mesmo e realizava o cotejo com ampla literatura mundial, chegando a conclusões provisórias (as quais denominou de "Verdades Relativas de Ponta") que expunha então para debate com outras pessoas que tivessem (ou não) vivências semelhantes, visando a avaliação lógica.[carece de fontes]
Cumpre ressaltar, desta maneira, que diversos outros escritores pioneiros já haviam exposto os achados de suas experiências pessoais com o fenômeno da projeção consciente, tais como Sylvan Muldoon e Bob Monroe,e muitos outros, citados com ampla referência na obra Projeciologia pelo próprio Vieira. Também cumpre lembrar a existência de relatos dos fenômenos projetivos ao longo de toda a história humana, remontando aos antigos gregos, com o provável primeiro relato de projeção/EQM tendo sido registrado por Platão em sua obra "A República" (Livro X), em que conta a suposta experiência do soldado Er, o Armênio. Também no antigo Egito, na bíblia hebraica e mesmo em inscrições rupestres há quem suponha haver referências a tais temas, interpretados à luz de sua cultura antiga, entre outros exemplos.
Assim, foi crescendo o número de interessados nesta proposta, principalmente após a publicação, por parte de Waldo Vieira, do tratado científico Projeciologia – Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano, em 1986, atualmente em sua décima edição, contando com 1907 referências bibliográficas. Nesta obra, Vieira reúne suas hipóteses, teorias e conclusões como praticante da projeção consciente desde os 9 anos de idade aliado à extensa consulta bibliográfica, constituindo a obra técnica mais completa sobre o assunto na literatura mundial. Nos primeiros capítulos da obra Vieira detalha as bases científicas de sua proposta, deixando claro que não se trata de uma proposição mística ou religiosa, mas sim científica, embora não da forma convencional ou "fisicalista". A 1ª edição da obra foi doada e distribuída para as principais bibliotecas públicas, universitárias e de centros de pesquisa do país.
Em 1988 foi fundado o IIP, Instituto Internacional de Projeciologia, com objetivo de aprofundar os estudos e expandir a divulgação da Projeciologia. Dois anos depois foi realizado o 1º evento sobre o assunto, denominado CIPRO:

  • I Congresso Internacional de Projeciologia, Junho de 1990, 12/1987, Rio de Janeiro-RJ.

O Congresso contou com a participação de renomados pesquisadores internacionais do fenômeno da experiência fora do corpo, tais como D. Scott Rogo e Janet Lee Mitchell.

A projeção consciente tem se mostrado uma eficaz ferramenta para a expansão das concepções da realidade e da evolução, segundo seus praticantes e pesquisadores. Entretanto, o estudo da consciência é muito mais amplo, dado este objeto ser o mais complexo e multifacetado de que se tem notícia, mesmo sob a ótica de pesquisadores das neurociências convencionais. Por este motivo, a Projeciologia foi definida por Vieira como subcampo da Conscienciologia.
A proposta da Projeciologia, a subespecialidade da Conscienciologia que estuda as projeções da consciência, nos termos posteriormente propostos por Vieira, segundo o próprio Vieira, teria ainda sido proposta inicialmente pelo escritor francês Balzac, em sua obra "Lois Lambert", obra tida como parcialmente autobiográfica, na qual relata experiência projetiva autocomprovada, e propõe a estruturação de uma nova ciência para o estudo do fenômeno e suas implicações.

A primeira referência escrita que se tem da Conscienciologia coincide provavelmente com o lançamento da obra Projeciologia, em 1986. Foi neste tratado que a Projeciologia foi formalmente vinculada à Conscienciologia. Em 1987 algumas teorias conscienciológicas foram apresentadas ao público, num simpósio proposto pela UNICAMP:

  • I SIMPÓSIO BRASILIERO DE CONSCIÊNCIA CONTÍNUA, 1. SBCC, 12 a 13/12/1987, Centro de Convenções da Unicamp, Campinas-SP.

Uma das teorias lá defendidas foi a Teoria do Homo sapiens serenissimus, que retrata os níveis superiores da escala evolutiva da Consciência. Do evento participaram 142 pessoas, procedentes de 8 estados brasileiros.

Fundamentos


Explanação e Terminologia

A Conscienciologia é o estudo da consciência em todas as suas formas de manifestação, ou seja, em todas as dimensões e principalmente considerando o aspecto da bioenergia. A consciência renascida nesta dimensão física denomina-se conscin (consciência intrafísica). Já a consciência extrafísica (consciex) seria a consciência que já passou pela desativação ou morte do corpo intrafísico). Estuda a consciência – ser, ego, alma, self, princípio inteligente – e suas diversas formas de manifestação. A consciência é você, um ser vivo autoconsciente que se manifesta em outras dimensões fora da vida humana. O termo conscienciologia vem do Latim: conscientia – com conhecimento e do Grego: logos – estudo. Estuda a consciência "inteira", considerando todos os seus corpos, dimensões e existências, em um enfoque integrado. A consciência é a nossa realidade maior, mais do que a energia e a matéria, outras de nossas realidades. Nossa consciência não é o corpo físico nem um subproduto do cérebro humano. Na realidade, podemos nos manifestar além do corpo humano e, portanto, do cérebro. Esse fato pode ser verificado através das experiências fora do corpo.
A consciência pode se manifestar a partir de 4 estados básicos: 

Estado consciencial intrafísico. Corresponde ao estado de consciência na dimensão física, imersa na matéria vitalizada do corpo físico.
  1. Estado consciencial extrafísico. Corresponde ao estado de consciência na dimensão extrafísica, após ter desativado o corpo físico (morte biológica) ou antes do renascimento.
  2. Estado consciencial projetivo. Corresponde ao estado de consciência projetado para fora do corpo físico, aquele em que o indivíduo se encontra temporariamente com seus veículos de manifestação em descoincidência.
  3. Estado de consciência contínua. Corresponde ao estado de consciência completamente lúcido, no qual a pessoa percebe todo o processo de separação dos corpos, a soltura do energossoma, do psicossoma, podendo chegar à soltura do mentalsoma ou à projeção mental.
Para se manifestar a partir desses 4 estados conscienciais básicos, a consciência utiliza seu conjunto de corpos, ou seja, o holossoma:
  1. Soma: corpo humano.
  2. Energossoma: corpo energético.
  3. Psicossoma: corpo emocional.
  4. Mentalsoma: corpo mental.
Na vigília física, esses veículos estão coincididos. Na vida não-física (extrafísica), quando estamos projetados ou no estado extrafísico, ocorre a descoincidência entre esses veículos de manifestação consciencial, levando-nos a nos manifestar em múltiplas dimensões, além da dimensão física.

A consciência é multiexistencial. A vida humana atual é apenas uma dentre as várias existências da consciência. Já vivemos muitas vidas no passado e viveremos muitas outras no futuro. Em Conscienciologia, essa série de existências da consciência recebe o nome de seriéxis.

A base de manifestação de todas as consciências é constituída por 3 componentes indissociáveis, a que denominados de PENSENE: a idéia ou pensamento (PEN), a emoção ou sentimento (SEN) e a energia (ENE).

A consciência penseniza o tempo todo, ou seja, elabora pensamentos e emite energias sadias ou patológicas, conforme seu estado consciencial. Assim, interage emitindo e recebendo pensenes, em qualquer dimensão (física ou extrafísica) em que se encontre. Tal fato reforça a importância de conhecer mais a fundo seu padrão de pensamento, para identificar padrões externos e ser capaz de perceber quais os seus pensenes e quais os dos outros com os quais está interagindo. Daí a importância de promover a higienização ou a profilaxia dos próprios pensenes, para manifestar-se de modo mais sadio e maduro no local ou ambiente onde atua.

A partir dessas abordagens de estudo da consciência, a Conscienciologia oportuniza a potencialização de várias posturas prioritárias à evolução:
  1. Entendimento da indestrutibilidade da consciência.
  2. Vivência de emoções e sentimentos racionalizados.
  3. Melhoria da capacidade de discernimento.
  4. Reconhecimento de si próprio como agente catalisador da evolução de todos.
  5. Organização racional das próprias ideias.
  6. Ampliação do nível de originalidade do seu trabalho pessoal.
  7. Obtenção de um nível máximo de desrepressão.
Especialidades 

A Conscienciologia, ciência multidisciplinar e multidimensional, exige análise acurada de suas especialidades e sub-especialidades. O quadro sinóptico a seguir, mostra as interrelações dessas especialidades, considerando como critério de ordenação, a abrangência espacial em 6 Ordens Lógicas. A elaboração do quadro sinóptico constitui-se de maneira análoga a um estudo anatômico, através do qual vamos situando espacialmente cada elemento (especialidade) em relação aos outros (partes) e ao todo (Conscienciologia).

O conjunto dos veículos de manifestação da concin é denominado Holossoma (gr. ὁλό, holó, "inteiro, todo" e σῶμα, soma "corpo"). Este é composto por mais 4 corpos: soma (corpo físico), energossoma (corpo energético, duplo etérico), psicossoma (corpo astral) e mentalsoma (corpo mental ou do discernimento).

Após a morte biológica, a consciência estaria num período entre-vidas e se manifestaria sem o soma, até renascer, reconstituindo um novo corpo físico.

A natureza multidensional da consciência fica evidenciada durante o fenômeno da experiência fora do corpo (projeção da consciência) quando ela pode se manifestar de forma lúcida em outras dimensões de espaço-tempo além da dimensão física que conhecemos, empregando os corpos não físicos que constituem o seu holossoma.

Além de estar sujeita as forças básicas da natureza, a consciência também interage por meio de bioenergias (energia vital, prana, orgonio, Qi) com outras consciências, com outros seres vivos, com o ambiente. Por meio das bioenergias a consciência interfere e sofre interferências do meio.

O estudo da Conscienciologia, com base nesses pressupostos, constitui um Paradigma Consciencial, um novo modelo de ideias, distinto, portanto, do Paradigma convencional, adotado pelas ciências tradicionais. 

“Princípio da descrença”

O Princípio da descrença definido como como "Não acredite em nada, experimente e tire suas próprias conclusões" é adotado sem exceções na Conscienciologia para evitar crença cega nos fenômenos parapsíquicos, incentivando a comprovação destes apenas através da experimentação pessoal. 

Críticas positivas e negativas à Conscienciologia

Religião. A Conscienciologia é confundida com a religião e outras linhas de conhecimento místicas ou esotéricas. Fato é que as religiões possuem carácter filosófico forte, mas pesquisa científica quase inexistente. Por outro lado, religiões como a Espírita apresentam algumas atividades de pesquisa e ainda assim são religiões. No âmbito religioso muitas coisas são explicadas através de crenças e dogmas. Em em 2011 foi lançado o livro "Onde a Religião Termina?" do autor Marcelo da Luz, uma obra de pesquisa conscienciológica que procura explicar, como sujere o título, tais limitações científicas das crenças em geral. E realça também, em sua argumentação, o fato de a Conscienciologia não ser uma religião.
Vocabulário. Segundo Stoll o rebuscamento linguístico usado na Conscienciologia seria o atributo de um layout "pretensamente científico".
Paradigma. A Conscienciologia é considerada uma pseudociência por muitos pesquisadores da ciência convencional por afirmar transcender a abordagem fisicalista (onde a abordagem clássica do objeto pelo observador predomina), e sugere uma mudança de paradigma, onde todas as pesquisas precisam levar em conta aspectos subjectivos (onde o observador é o próprio objeto). Para a Conscienciologia a "autocomprovação" é mais importante que a "heterocomprovação". Fora isso denota ampla liberdade de investigações, como descrito na obra "700 Experimentos da Conscienciologia". Algumas opiniões da comunidade científica consideram a Conscienciologia meramente uma corrente dissidente do Espiritismo criada por Vieira.Por motivo semelhante a Conscienciologia também recebe críticas da comunidade espírita.
Onomástica. Nos Estados Unidos a Conscienciologia é muitas vezes erroneamente confundida com a Scientology, por ter um nome parecido em inglês (Conscientiology).
Neologismo. Vieira e seus colaboradores sugerem novos termos técnicos, como por exemplo a palavra "Ressoma" ao invés de "Reencarnação". Vale-se ressaltar duas vantagens do neologismo: a) deixar de usar um termo antigo, de significado restritivo (muitas vezes, de cunho religioso); b) utilizar um termo que compreenda melhor a realidade do objeto em questão.
Obras. A obra "Homo Sapiens Reurbanisatus", também de Vieira, apresenta de certa forma repetições de outras de suas obras. Está obra também contém uma seção "gigante" de referências. Um exemplo da bibliografia exaustiva, uma marca registrada de Vieira.

Fonte: Wikipédia e iipc.org.br