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sábado, 30 de novembro de 2013

Retrocognição

A Retrocognição, também conhecida como regressão de memória ou regressão a vidas passadas, seria um fenômeno parapsíquico espontâneo ou induzido no qual o indivíduo lembraria espontaneamente de lugares, fatos ou pessoas relativos a experiências passadas, sejam elas vidas ou períodos entre vidas.
Através das diferentes técnicas de regressão pode-se acessar fatos ocorridos durante a vida adulta, a adolescência, a infância, o nascimento, a vida intra-uterina, e até mesmo experiências ocorridas em outras vivências que ainda afetam o dia a dia.
A vida humana é composta por momentos e fases onde cada etapa tem uma importância significativa. Tais fases são marcadas por descobertas, desafios, emoções, sentimentos e aprendizados entre inúmeras outras experiências que a vida pode proporcionar.
A regressão de memória pode ser induzida por hipnose ou técnicas respiratórias. Ela também pode ocorrer espontaneamente.
Acredita-se que é possivel resgatar memórias anteriores à vida intra-uterina, ou seja, experiências extra cerebrais que atuariam como marcas mnêmicas, como por exemplo o ato da concepção. A proposta é bastante interessante mas ainda carece de estudos mais aprofundados.

A regressão segundo o Espiritismo

Segundo o espiritismo, os espíritos dizem que a única maneira de uma consciência evoluir, ou seja de um espírito evoluir, de se auto-aperfeiçoar, é melhorando a sua própria moral. Moral esta que só se melhora quando diminuímos os nossos defeitos e aumentamos as nossas qualidades. Este é o objetivo do nosso espírito neste mundo de provas e expiações, segundo eles, mas o nosso espírito não consegue chegar à perfeição em uma única vida, leva bastante tempo, é por isto que existe a reencarnação e através dela o espírito passa por diversas situações, provas e experiências da vida corporal adquirindo conhecimento e maturidade moral, progredindo aos poucos através de seus próprios esforços rumo à perfeição e rumo à divindade. Se a reencarnação não existisse Deus seria injusto de dar para uns, por exemplo, a riqueza e para outros a pobreza, outro exemplo seria se uma criança doente nascesse e depois de alguns minutos morresse aí ela não teria a oportunidade de formar a sua moral ou de experimentar ser uma pessoa boa ou má. Quando Deus escolhe um racista de cor de pele branca para reencarnar num corpo de um negro, ou o rico num pobre, por exemplo, ele não faz isto como uma forma de castigo, mas sim como uma forma do espírito adquirir aprendizagem.
Chegará um dia que os espíritos desencarnados terão acesso às lembranças de suas experiências em outras vidas, mas isto deverá ser no tempo e momentos certos, quando o espírito estiver preparado psicologicamente e moralmente, por isto não é muito bom forçarmos a lembrar de nossas vidas passadas para evitar transtornos psicológicos e sofrimentos; uma boa pessoa como uma freira de um convento ficaria chocada e transtornada ao descobrir que ela foi uma prostituta assassina na vida anterior, por exemplo. Muitas pessoas que passam por regressões acabam tornando presentes alguns problemas que tiveram em vidas passadas. A regressão só pode ser feita com acompanhamento de um profissional e por motivos úteis, não deve ser feita só pra saciar a curiosidade.

Definição conscienciológica

Segundo a Conscienciologia o termo retrocognição se refere a uma rememoração lúcida de vidas passadas, transcendendo a memória cerebral. Estas rememorações por sua vez, podem se referir a recordações (sadias ou doentias) ou idéias inatas. Ocorrem de maneira induzida ou involuntária, podendo se dar durante a vigília física ordinária ou também durante uma projeção consciente. Em Conscienciologia também se dá ênfase às retrocognições de períodos intermissivos (entre vidas) recentes. Estas rememorações seriam de grande valor evolutivo, porém de difícil acesso.

Fonte: Wikipédia

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Análise Transacional

A Análise Transacional é um método psicológico criado em 1958 pelo psiquiatra Eric Berne.
 
Informalmente conhecida como AT, estuda e analisa as trocas de estímulos e respostas, ou transações entre indivíduos. O nome original do método é Transactional Analysis. Os pressupostos básicos foram escritos por Claude Steiner** (Os Papéis que Vivemos na Vida), e são: 
 
1. Todos nascemos OK, isto é, com potencial para viver, pensar, desfrutar. 2. Todas as doenças são curáveis, desde que se encontre a abordagem adequada.
Estes dizeres levam a crer que a AT diferencia caráter e personalidade. O caráter refere-se as tendências que trazemos, como por exemplo, tendência para a lealdade, passividade, alcoolismo, rebeldia (genética - gestação - parto - desenvolvimento neuromotor). Já a personalidade constitui-se da educação e sociedade, daquilo que provém do meio externo, ou seja, das informações de pais, professores, religião, cultura. Parece claro que a personalidade baseia-se também no caráter, mas não o inverso. A análise transacional é um estudo psicodinâmico, enfatizando que a pessoa pode modificar seus sentimentos, pensamentos e escolhas pelo autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Esta possibilidade é enfatizada em sua teoria básica, vinda de Berne, que são: estados de ego, transações, posição existencial e roteiro de vida. Nem o caráter, nem a personalidade devem coibir a autonomia possível do ser humano. Para os Analistas Transacionais, portanto, o ser humano carrega em si a capacidade criativa, e fazendo-se uma metáfora,comparado a uma árvore, teria a seiva que passa pelo seu interior construtiva,a forma de seu tronco seria a personalidade e a madeira que constitui essa forma seria o caráter.

Traduzindo: esta essência boa refere-se à capacidade de viver e ser feliz independente de suas limitações biológicas, culturais e de educação.

CARÁTER + PERSONALIDADE = FORMAÇÃO DO SER. 

Estados do Ego 


Na figura estão representados os órgãos psíquicos, os quais se manifestam fenomenologicamente e operacionalmente através dos três estados de Ego correspondentes, que são eles Pai, Adulto e Criança. Os estados do ego são manifestações dos órgãos psíquicos, podendo compreendê-los da seguinte forma: 

Estado de Ego Pai - Exteropsiquê (formada a partir da influência de pais e familiares)
Estado de Ego Adulto - Neopsiquê (aquisição de informações, contato objetivo com a realidade)
Estado de Ego Criança - Arqueopsiquê (processos fisiológicos, experiências desde o nascimento, pensamento mágico, emoções, adaptações.

O estado de ego pai é o reservatório de normas e valores, de conceitos e modelos de conduta, surge no indivíduo por volta dos 3 anos de idade e suas principais fontes são os pais, (ou substitutos) e outros familiares e pessoas que convivam com a criança e tenham uma figura de autoridade e importância na vida dela. Está sujeito a influências culturais e impões à pessoa ações, regras e programas de conduta.

O estado de ego adulto é a parte da personalidade do indivíduo que recebe informações de fora para dentro, as analisa, as compara e toma decisões baseado no seu banco de dados. É a parte racional do ser humano, que adquire conceitos pensados da vida desprovidos de influências sentimentais. Seria segundo Kertész, o hemisfério esquerdo do cérebro, nos destros. Sua função básica é trabalhar, estudar e operacionar.

O estado de ego criança surge logo que se nasce. É o primeiro estado de ego a emergir no ser humano e representa as emoções básicas como alegria, amor, prazer, tristeza, raiva e medo. Esta é a parte mais autêntica do ser humano e também a mais reprimida pela educação. Segundo Kertész(1977) representada pelo hemisfério direito do cérebro dos destros, hemisfério esse que processa os sonhos, as imagens, estimulado quando se usa a criatividade e a arte.
Carícias
A análise transacional é uma das poucas abordagens da psicologia que fala de maneira científica sobre o amor, a partir de seus pressupostos (Steiner) e pelo instrumento chamado carícias (assim traduzido do inglês Strokes): são estímulos dirigidos que transmitem aceitação incondicional (pelo que a pessoa é) e condicional (pelo que a pessoa faz ou tem).

"Carícias são estímulos sociais dirigidos de um ser vivo a outro, o qual, por sua vez, reconhece a existência daquele." (Kertész)***

O ser humano tem necessidade de carícias assim como tem necessidade de alimento. Isso pode ser observado nos bebês, muitas pesquisas já provaram que o contato físico dos bebês com a mãe ou com quem os alimenta é de importância vital para sua sobrevivência. Neste ponto Berne tem grande influência da psicanálise, quando sugere o contato físico dos bebês com suas mães algo prazeroso, algo semelhante ao prazer sexual sugerido por Freud.
Berne (1962) sugere quatro "fomes" vitais:
  • Fome de estímulo:De onde provém os estímulos sensoriais da visão, da audição, do tato, olfato e paladar.
  • Fome de reconhecimento:Onde os atos ou palavras são estímulos especiais para o comportamento.
  • Fome de contato:Nesta categoria encontra-se a carícia física propriamente dita, não necessariamente apenas aquelas agradáveis, mas também a própria dor é considerada uma fome de contato.
  • Fome sexual:De onde pode-se saciar todas as outras fomes.
Outro estudo, feito por Harlow, em seu laboratório experimental mostrou a importância do contato físico para o apego: macacos separados de suas mães ao nascer eram colocados em mães substitutas feitas de arames. Uma das mães foi coberta com um tecido felpudo e macio. O alimento era colocado na mãe de arame sem o tecido e era oferecido para os macaquinhos as duas mães. A grande maioria dos macacos, se alimentavam na mãe de arame e saciada a fome corriam para a mãe felpuda, passando com ela a maior parte do tempo, mostrando assim que o contato físico superava a própria fonte de alimentação, o apego era maior com a mãe adotiva que lhes dava carícias que com a mãe adotiva que lhes dava o alimento.
Para Berne ficava claro a importância do contato físico, e que o estímulo é a "unidade básica da ação social", sendo tão importante para a sobrevivência do ser humano como o alimento e o ar que se respira.

Fonte:Wikipédia

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Nossa Senhora da Apresentação


Nossa Senhora da Apresentação é a denominação dada a uma imagem de Nossa Senhora do Rosário na cidade de Natal. Ela é a santa padroeira da cidade. Recebeu esse nome por ter sido encontrada nas águas do Rio Potengi no dia da Apresentação de Maria ao Templo de Jerusalém.

História

Diz a tradição que, em 21 de novembro de 1753, um grupo de pescadores encontrou um caixote de madeira encalhado em umas rochas na margem direita do Rio Potengi, na frente à Igreja do Rosário, na atual Pedra do Rosário, em Natal, no Rio Grande do Norte. Dentro do caixote, havia uma imagem de Nossa Senhora do Rosário e uma mensagem: Aonde esta imagem aportar nenhuma desgraça acontecerá.
Os pescadores avisaram sobre a descoberta ao vigário da paróquia, padre Manoel Correia Gomes, que se dirigiu ao local e logo reconheceu que se tratava de uma imagem de Nossa Senhora do Rosário. Porém, como o dia 21 de novembro é o dia da Apresentação de Maria ao Templo de Jerusalém, a santa foi batizada como Nossa Senhora da Apresentação e proclamada padroeira da cidade de Natal. A antiga Catedral de Natal, atual Igreja de Nossa Senhora da Apresentação, localiza-se na Praça André de Albuquerque. Lá, no dia 25 de dezembro de 1599, foi celebrada a primeira missa na cidade, pelo padre Gaspar Moperes.

Festa

Em homenagem à padroeira, o dia 21 de novembro é feriado municipal em Natal. Seus festejos se estendem desde 11 até 21 de novembro, com missas e celebrações, principalmente, na Pedra do Rosário (onde a imagem foi encontrada), na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação (antiga catedral) e na Catedral Metropolitana.

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

A Psicanálise, as Psicoterapias e a Genética

Os neurologistas e estudiosos da mente afirmam que apesar de tão popular, a psicanálise não se encaixa mais com o que sabemos hoje sobre o funcionamento do cérebro e também pelo fato dela ter-se fechado para as experiências religiosas e místicas, limitou-a, tornando-se insuficiente.



Grande parte dos distúrbios mentais estão ligados a uma causa orgânica e como exemplo podemos citar a esquizofrenia, que apresenta um déficit anatômico no córtex pré-front.

O neurologista americano, Jonathan Pincus, afirma que "psicopatas sem recuperação são frutos de danos neurológicos, doenças mentais, e traumas de abusos sexuais na infância. Visto que todos nossos sentimentos são emitidos pelo cérebro, estando o cérebro danificado, a capacidade de sentir remorso também fica danificada. Até sabem que estão errados, mas não conseguem sentir que estão errados".

Esse conhecido clichê "Freud explica", do século XX não corresponde mais as necessidades do psique humano do século XXI.
“Se como indivíduos somos produtos do meio, somos também produtos de uma época, e como tal, muda de tempo em tempo e pode até mesmo variar de cultura para cultura", diz Silvio Carvalho (Prof. Psicologia Social da UFF).

O ambiente, como sabemos, é sempre fator ponderável na vida de cada ser. Cada um viverá daquilo que cultiva. Quem se oferece diariamente a tristeza, nela se movimentará. Quem enaltece a enfermidade, sofrer-lhe-á os danos. Quando há compreensão recíproca, amor fraterno, viveremos na antecâmara da ventura celestial. Mas se permanecermos no desentendimento, falta de amor, maldade, teremos o inferno vivo. É a lei natural de causa e efeito. Em detrimento do divã, muitas pessoas procuram alívio para o sofrimento da alma em psicoterapias não freudianas, entre outras a Gestalt, o existencialismo, a teoria comportamental, filosofias orientais e a redescoberta da própria espiritualidade.

O neurocientista Renato Sabatini (UNICAMP) diz que "Não há nenhuma base científica que sustente a psicanálise. Se funciona, não é pela validade de suas teorias, mas pelo efeito de alivio que a exteriorização causa através da fala no tratamento de distúrbio da mente.”
Suzan Andrews, monja de meditação, comenta que a psicologia ocidental tem pouco mais de duzentos anos, enquanto a psicologia oriental estuda a mente há cerca de sete mil anos. Procurar a origem da infelicidade humana, com base apenas nesta vida, é a maior limitação para a psicanálise. Para os orientais, boa parte do que você é nesta vida é produto também de varias reencarnações. "É nisto que acreditam os espíritas, os budistas, e outras doutrinas espiritistas".

"Não adianta ficar procurando a origem do sofrimento psíquico apenas no inconsciente como faz a psicanálise ou numa origem orgânica como dizem os neurologistas," (Luiz A. Batista, Prof. Psicologia Social UFF).
É provável, quanto necessário, que psicanalistas, neurocientistas e espiritualistas, trabalharão lado a lado brevemente.

Não está provado que a genética seja responsável na predisposição para o comportamento criminoso ou determinado tipo de conduta, embora o espermatozoide possa nascer com predisposição genética para determinada doença. Filmes e jogos eletrônicos violentos não incentivam atos de violência desde que o indivíduo não seja vulnerável, porque uma pessoa normal não pode ser induzida a determinada conduta.

A genética sempre teve seu mau nome diante das tragédias que causou desde o século passado, com ideias de que o talento estivesse nos genes, que a inteligência poderia ser hereditária, com a degeneração da raça, eugenia, que a Alemanha nazista até se notabilizou com isso etc...

Os elementos hereditários podem se encontrar na cor dos cabelos, da pele, dos olhos, da estrutura física e morfológica. Quanto às questões envolvendo saúde, inteligência, vitalidade, o reencarnante tenderá a aproveitar os elementos genéticos compatíveis às suas necessidades e compromissos Morais.

O cientista alemão Volkar Weiss diz: "As influências genéticas do intelecto existem mas estão mergulhadas na interação entre genes, psicologia e desenvolvimento. Não são diretas, nem irreversíveis, nem inescapáveis, nem inevitáveis," concluindo que os genes só apontam tendências interagindo com o ambiente, sem impor destinos inexoráveis.
Diante de toda essa crítica, o escritor americano John Horgan, autor de "A mente desconhecida", conclui que Freud ainda não está morto. Se os modelos da psicanálise são deficientes, a neurologia também estaria longe, muito longe, de desvendar o maior mistério da ciência: A Mente Humana. Para aumentar a felicidade dos que sofrem, vale o que funciona.

 Adauto Reami

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Limpeza Espiritual

Esta é uma psicografia do Arcanjo Miguel, feita pelo médium Greg Mize.

Deverá ser lida durante os 21 dias, no horário que melhor lhe convier.


Este processo limpa todas as limitações espirituais, conhecidas e desconhecidas, armas espirituais, parasitas mentais e do corpo emocional, entidades grudadas, formas e pensamentos de todos os tipos (incluindo maldições, encantamentos, magias e feitiços) e os votos e acordos que mantém os dispositivos dentro de você. Esta cura dispara um ciclo de limpeza de 21 dias que trará novas aberturas à sua vida de muitas formas. Na primeira ou segunda semana podem ocorrer sonhos estranhos. Também pode ser que você não tenha sonhos, fazendo um trabalho de processamento muito profundo. Em qualquer caso, não se preocupe, ambos são normais. Coloque particular atenção na forma que suas próprias percepções do mundo possam mudar. Haverá sentimento de calma e clareza, trazendo um novo sentido de propósito e significado na vida. A vida melhorará em todas as áreas;
Comece a limpeza de tudo o que está ligando externamente com o sofrimento!


Leia atentamente, de preferência no horário em que ninguém vai interferir.


"Eu apelo ao Cristo para acalmar meus medos e para apagar todo mecanismo de controle externo que possa interferir com esta cura. Eu peço a meu Eu Superior que feche minha aura e estabeleça um canal Crístico para os propósitos de minha cura, para que só as energias Crísticas possam fluir até mim. Não se poderá fazer outro uso deste canal que não seja para o fluxo de energias Divinas".


“Agora apelo ao Arcanjo Miguel, da 13ª Dimensão, para que sele e proteja completamente esta sagrada experiência. Agora apelo ao Círculo de Segurança da 13a dimensão para que sele, proteja e aumente completamente o escudo de Miguel Arcanjo, assim como para que remova qualquer coisa que não seja de natureza Crística e que exista atualmente dentro deste campo. Agora apelo aos Mestres Ascensionados e a nossos assistentes Crísticos, para que removam e dissolvam completamente, todos e cada um dos implantes e suas energias semeadas, parasitas, armas espirituais e dispositivos de limitação auto-impostos, tanto conhecidos como desconhecidos. Uma vez completado isso, apelo pela completa restauração e reparação do campo de energia original, infundido com a energia dourada de Cristo”.

EU SOU livre! EU SOU livre! EU SOU livre! EU SOU livre! EU SOU livre! EU SOU livre! EU SOU livre!

“Eu, o ser conhecido como (seu nome) nesta encarnação particular, por este meio revogo e renuncio a todos e cada um dos compromissos de fidelidade, votos, acordos e/ou contratos de associação que já não servem a meu bem mais elevado, nesta vida, vidas passadas, vidas simultâneas, em todas as dimensões, períodos de tempo e localizações. Eu agora ordeno a todas as entidades (que estão ligadas com esses contratos, organizações e associações às que agora renuncio) que cessem e desistam e que abandonem meu campo de energia agora e para sempre e em forma retroativa, levando seus artefatos, dispositivos e energias semeadas. Para assegurar isto, eu agora apelo ao Sagrado Espírito Shekinah para que seja testemunha da dissolução de todos os contratos, dispositivos e energias semeadas que não honram a Deus. Isto inclui todas as alianças e seres que não honram a Deus como Supremo. Ademais, eu peço que o Espírito Santo “testemunhe” essa liberação completa de tudo que infringe a vontade de Deus. Eu declaro isto adiante e retroativamente. E assim seja.

“Eu agora volto a garantir minha aliança com Deus através do domínio do Cristo e a dedicar meu ser inteiro, meu ser físico, mental, emocional e espiritual à vibração de Cristo, desde este momento em diante e em retroativo. Mais ainda, dedico minha vida, meu trabalho, tudo o que penso, digo e faço e todas as coisas em meu ambiente que ainda me servem, à vibração de Cristo também. Ademais, dedico meu ser à minha própria maestria e ao caminho da ascensão, tanto do planeta como o meu. Havendo declarado tudo isto eu agora autorizo ao Cristo e ao meu próprio Eu Superior para que façam mudanças em minha vida para acomodar esta nova dedicação e peço ao Espírito Santo que testemunhe isto também. Eu agora declaro isto a Deus. Que seja escrito no Livro da Vida. Que assim seja. Graças a Deus".


“Ao Universo e à Mente de Deus inteira e a cada ser Nela contido, a todos os lugares onde tenha estado, experiências das quais tenha participado e a todos os seres que necessitam desta cura, sejam conhecidos ou desconhecidos de mim: qualquer coisa que se mantenha entre nós, eu agora curo e perdôo. Eu agora apelo ao Santo Espírito Shekinah, ao Senhor Metatron, ao Senhor Maitreya e a Saint Germain para que ajudem e testemunhem esta cura. Eu os perdôo por tudo o que necessite ser perdoado entre vocês e eu. Eu lhes peço que me perdoem, por tudo o que necessite ser perdoado entre vocês e eu. O mais importante, eu me perdôo a mim mesmo, por tudo o que necessite ser perdoado entre minhas encarnações passadas e meu Eu Superior”.


“Estamos agora coletivamente curados e perdoados, curados e perdoados, curados e perdoados. Todos estamos agora elevados a nossos seres Crísticos. Nós estamos plenos e rodeados com o amor dourado de Cristo. Nós estamos plenos e rodeados da dourada Luz de Cristo. Nós somos livres de todas as vibrações de 3ª e 4ª dimensões de dor, medo e ira. Todos os cordões e laços psíquicos unidos a essas entidades, dispositivos implantados, contratos ou energias semeadas, estão agora liberados e curados. Eu agora apelo a Saint Germain para que transmute e retifique com a Chama Violeta todas as minhas energias que me foram tiradas e as retorne a mim agora em seu estado purificado”.


“Uma vez que estas energias regressaram a mim, eu peço que esses canais através dos quais se drenava minha energia sejam dissolvidos completamente. Eu peço ao Senhor Metatron que nos libere das cadeias da dualidade. Eu peço que o selo do Domínio do Cristo seja colocado sobre mim. Eu peço ao Espírito Santo que testemunhe que isto se cumpra. E assim é. ”


“Eu agora peço ao Cristo que esteja comigo e cure minhas feridas e cicatrizes. Eu também peço ao Arcanjo Miguel que me marque com seu selo, que eu seja protegido(a) para sempre das influências que me impedem de fazer a vontade de nosso Criador. ”


“E assim seja! Eu dou graças a Deus, aos Mestres Ascensionados, 
ao Comando Ashtar Sheran, aos Anjos e Arcanjos e a todos os demais que tem participado nesta cura e elevação contínua de meu ser. Selah. Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus do Universo! "Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai Tsebaioth”.

Vera Ghimel (Psicoterapeuta,  Cura Kármica, Ativação do Código Matrix, numeróloga cabalista)

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Behaviorismo

Behaviorismo (Behaviorism em inglês, de behaviour (RU) ou behavior (EUA): comportamento, conduta), também designado de comportamentalismo, ou às vezes comportamentismo, é o conjunto das teorias psicológicas que postulam o comportamento como o mais adequado objeto de estudo da Psicologia. O comportamento geralmente é definido por meio das unidades analíticas respostas e estímulos investigadas pelos métodos utilizados pela ciência natural chamada Análise do Comportamento. Historicamente, a observação e descrição do comportamento fez oposição ao uso do método de introspecção.

Tipos de Behaviorismo

Como precedentes do Comportamentismo podem ser considerados os fisiólogos russos Vladimir Mikhailovich Bechterev e Ivan Petrovich Pavlov. Bechterev, grande estudioso de neurologia e psicofisiologia, foi o primeiro a propor uma Psicologia cuja pesquisa se baseia no comportamento, em sua Psicologia Objetiva. Pavlov, por sua vez, foi o primeiro a propor o modelo de condicionamento do comportamento conhecido como reflexo condicionado, e tornou-se conceituado com suas experiências de condicionamento com cães. Sua obra inspirou a publicação, em 1913, do artigo Psychology as the Behaviorist views it, de John B. Watson. Este artigo apresenta uma contraposição à tendência até então mentalista (isto é, internalista, focada nos processos psicologicos internos, como memória ou emoção) da Psicologia do início do século XX, além de ser o primeiro texto a usar o termo Behaviorismo. Também é o primeiro artigo da vertente denominada Behaviorismo Clássico.

Behaviorismo Clássico

O Behaviorismo Clássico (também conhecido como Behaviorismo Watsoniano, menos comumente Psicologia S-R e Psicologia da Contração Muscular ) apresenta a Psicologia como um ramo puramente objetivo e experimental das ciências naturais. A finalidade da Psicologia seria, então, prever e controlar o comportamento de todo e qualquer indivíduo.
A proposta de Watson era abandonar, ao menos provisoriamente, o estudo dos processos mentais, como pensamento ou sentimentos, mudando o foco da Psicologia, até então mentalista, para o comportamento observável. Para Watson, a pesquisa dos processos mentais era pouco produtiva, de modo que seria conveniente concentrar-se no que é observável, o comportamento. No caso, comportamento seria qualquer mudança observada, em um organismo, que fossem consequência de algum estímulo ambiental anterior, especialmente alterações nos sistemas glandular e motor. Por esta ênfase no movimento muscular, alguns autores referem-se ao Behaviorismo Clássico como Psicologia da Contração Muscula.

O Behaviorismo Clássico partia do princípio de que o comportamento era modelado pelo paradigma pavloviano de estímulo e resposta conhecido como condicionamento clássico. Em outras palavras, para o Behaviorista Clássico, um comportamento é sempre uma resposta a um estímulo específico. Esta proposta viria a ser superada por comportamentalistas posteriores, porém. Ocorre de se referirem ao Comportamentismo Clássico como Psicologia S-R (sendo S-R a sigla de Stimulus-Response (estímulo-resposta), em inglês).
É importante notar, porém, que Watson em momento algum nega a existência de processos mentais. Para Watson, o problema no uso destes conceitos não é tanto o conceito em si, mas a inviabilidade de, à época, poder analisar os processos mentais de maneira objetiva. De fato, Watson não propôs que os processos mentais não existam, mas sim que seu estudo fosse abandonado, mesmo que provisoriamente, em favor do estudo do comportamento observável. Uma vez que, para Watson, os processos mentais devem ser ignorados por uma questão de método (e não porque não existissem), o Comportamentismo Clássico também ficou conhecido pela alcunha de Behaviorismo Metodológico.

Watson era um defensor da importância do meio na construção e desenvolvimento do indivíduo. Ele acreditava que todo comportamento era consequência da influência do meio, a ponto de afirmar que, dado algumas crianças recém-nascidas arbitrárias e um ambiente totalmente controlado, seria possível determinar qual a profissão e o caráter de cada uma delas. Embora não tenha executado algum experimento do tipo, por razões óbvias, Watson executou o clássico e controvertido experimento do Pequeno Albert, demonstrando o condicionamento dos sentimentos humanos através do condicionamento responsivo.

Neobehaviorismo Mediacional

O Behaviorismo Clássico postulava que todo comportamento poderia ser modelado por conexões S-R (Estimulo-Resposta); entretanto, vários comportamentos não puderam ser modelados desta maneira. Em resposta a isso, vários psicólogos propuseram modelos behavioristas diferentes em complemento ao Behaviorismo Watsoniano. Destes podemos destacar Edward C. Tolman, primeiro psicólogo do comportamentalismo tradicionalmente chamado Neobehaviorismo Mediacional.

Edward C. Tolman

Tolman publicou, em 1932, o livro Purposive behavior in animal and men. Nessa obra, Tolman propõe um novo modelo behaviorista se baseando em alguns princípios dissoantes perante a teoria watsoriana. Esse modelo apresentava um esquema S-O-R (estímulo-organismo-resposta) onde, entre o estímulo e a resposta, o organismo passa por eventos mediacionais, que Tolman chama de variáveis intervenientes (em oposição às variáveis independentes, i. e. os estímulos, e às variáveis dependentes, i. e. as respostas). As variáveis intervenientes seriam, então, um componente do processo comportamental que conectaria os estímulos e as respostas, sendo os eventos mediacionais processos internos.

Baseado nesses princípios, Tolman apresenta uma teoria do processo de aprendizagem sustentada pelo conceito de mapas cognitivos, i. e., relações estímulo-estímulo, ou S-S, formadas nos cérebros dos organismos. Essas relações S-S gerariam espectativas no organismo, fazendo com que ele adote comportamentos diferentes e mais ou menos previsíveis para diversos conjuntos de estímulos. Esses mapas seriam construídos através do relacionamento do organismo com o meio, quando observa a relação entre vários estímulos. Os processos internos que permitem a criação de um mapa mental entre um estímulo e outro são usualmente chamados gestalt-sinais.

Como se vê, Tolman aceitava os processos mentais, assim como Watson, mas, ao contrário desse, efetivamente os utilizava no estudo do comportamento. O próprio Tolman viria a declarar que sua proposta behaviorista seria uma reescrita da Psicologia mentalista em termos comportamentalistas. Tolman também acreditava no caráter intencional do comportamento: para ele, todo comportamento visa alcançar algum objetivo do organismo, e o organismo persiste no comportamento até o objetivo ser alcançado. Por essas duas características de sua teoria (aceitação dos processos mentais e proposição da intencionalidade do comportamento como objeto de estudo), Tolman é considerado um precursor da Psicologia Cognitiva.

Clark L. Hull

Em 1943, a publicação, por Clark L. Hull, do livro Principles of Behavior marca o surgimento de um novo pensamento comportamentalista, ainda baseada o paradigma S-O-R, que viria a se opor ao behaviorismo de Tolman.
Hull, assim como Tolman, defendia a idéia de uma análise do comportamento baseada na idéia de variáveis mediacionais; entretanto, para Hull, essas variáveis mediacionais eram caracterizadamente intra-organísmicas, i. e., neurofisiológicas. Esse é o principal ponto de discordância entre os dois autores: enquanto Tolman efetivamente trabalhava com conceitos mentalistas como memória, cognição etc., Hull rejeitava os conceitos cognitivistas em nome de variáveis mediacionais neurofisiológicas.

Em seus debates, Tolman e Hull evidenciavam dois dos principais aspectos das escolas da análise do comportamento. De um lado, Tolman adotava a abordagem dualista watsoniana, onde o indivíduo é dividido entre corpo e mente (embora assumindo-se que o estudo da mente não possa ser feito diretamente); de outro, Hull, embora mediacionista, adota uma posição monista, onde o organismo é puramente neurofisiológico.

Behaviorismo Filosófico

O Behaviorismo Filosófico (também chamado Behaviorismo Analítico e Behaviorismo Lógico) consiste na teoria analítica que trata do sentido e da semântica das estruturas de pensamento e dos conceitos. Defende que a idéia de estado mental, ou disposição mental, é, na verdade, a idéia de disposição comportamental ou tendências comportamentais. Afirmações sobre o que se denomina estados mentais seriam, então, apenas descrições de comportamentos, ou padrões de comportamentos em toda a familia romana. Nesta concepção, são analisados os estados mentais intencionais e representativos. Esta linha de pensamento fundamenta-se basicamente nos postulados de Ryle e Wittgenstein.

Behaviorismo Metodológico

O termo foi primeiramente utilizado por Watson, em 1945, para se referir a proposta de ciência do comportamento dos positivistas lógicos, ou neopositivistas, que tiveram grande influência nas idéias dos behavioristas norte-americanos da primeira metade do século XX. Provavelmente, e mais especificamente, as críticas se referiram às considerações de Stanley Smith Stevens, em seu artigo "Psychology and the science of science" de 1939.

O behaviorismo metodológico de S. S. Stevens entende o comportamento apenas como respostas públicas dos organismos. A questão da observabilidade é central. Somente eventos diretamente observáveis e replicáveis seriam admitidos para tratamento por uma ciência, inclusive uma ciência do comportamento. Essa admissão decorre apenas por uma questão de acessibilidade, ou seja, não seria possível uma ciência de eventos privados simplesmente por eles serem desta ordem, privados. Essa visão, chamada de "behaviorismo meramente metodológico" por Watson, se distancia da visão Behaviorista Radical que inclui os eventos privados no escopo das ciências do comportamento e a interpretação como método legítimo.

Behaviorismo Radical

Como resposta às correntes internalistas do Comportamentalismo e inspirado pelo Behaviorismo Filosófico, Burrhus F. Skinner publicou, em 1953, o livro Science and Human Behavior. A publicação desse livro marca o início da corrente comportamentalista conhecida como Behaviorismo Radical.

O Behaviorismo Radical foi desenvolvido não como um campo de pesquisa experimental, mas sim uma proposta de filosofia sobre o comportamento humano. As pesquisas experimentais constituem a Análise Experimental do Comportamento, enquanto as aplicações práticas fazem parte da Análise Aplicada do Comportamento. O Behaviorismo Radical seria uma filosofia da ciência do comportamento. Skinner foi fortemente anti-mentalista, ou seja, considerava não pragmáticas as noções "internalistas" (entidades "mentais" como origem do comportamento, sejam elas entendidas como cognição, id-ego-superego, inconsciente coletivo, etc.) que permeiam as diversas teorias psicológicas existentes. Skinner jamais negou em sua teoria a existência dos processos mentais (eles são entendidos como comportamento), mas afirma ser improdutivo buscar nessas variáveis a origem das ações humanas, ou seja, os eventos mentais não causam o comportamento das pessoas, os eventos mentais são comportamentos e são de natureza física. A análise de um comportamento (seja ele cognitivo, emocional ou motor) deve envolver, além das respostas em questão, o contexto em que ele ocorre e os eventos que seguem as respostas. Tal posição evidentemente opunha-se à visão watsoniana do Behaviorismo, pela qual a principal razão para não se estudar fenômenos não fisiológicos seria apenas a limitação do método, não a efetiva inexistência de tais fenômenos de natureza diferente da física. O Behaviorismo skinneriano também se opunha aos neobehaviorismos mediacionais, negando a relevância científica de variáveis mediacionais: para Skinner, o homem é uma entidade única, uniforme, em oposição ao homem "composto" de corpo e mente, ou seja, a visão de homem é a visão monista.

Skinner desenvolveu os princípios do condicionamento operante e a sistematização do modelo de seleção por consequências para explicar o comportamento. O condicionamento operante segue o modelo Sd-R-Sr, onde um primeiro estímulo Sd, dito estímulo discriminativo, aumenta a probabilidade de ocorrência de uma resposta R. A diferença em relação aos paradigmas S-R e S-O-R é que, no modelo Sd-R-Sr, o condicionamento ocorre se, após a resposta R, segue-se um estímulo reforçador Sr, que pode ser um reforço (positivo ou negativo) que "estimule" o comportamento (aumente sua probabilidade de ocorrência), ou uma punição (positiva ou negativa) que iniba o comportamento em situações semelhantes posteriores.

O condicionamento operante difere do condicionamento respondente de Pavlov e Watson porque, no comportamento operante, o comportamento é condicionado não por associação reflexa entre estímulo e resposta, mas sim pela probabilidade de um estímulo se seguir à resposta condicionada. Quando um comportamento é seguido da apresentação de um reforço positivo ou negativo, aquela resposta tem maior probabilidade de se repetir com a mesma função; do mesmo modo, quando o comportamento é seguido por uma punição (positiva ou negativa), a resposta tem menor probabilidade de ocorrer posteriormente. O Behaviorismo Radical se propõe a explicar o comportamento animal através do modelo de seleção por consequências. Desse modo, o Behaviorismo Radical propõe um modelo de condicionamento não-linear e probabilístico, em oposição ao modelo linear e reflexo das teorias precedentes do Comportamentalismo. Para Skinner, a maior parte dos comportamentos humanos são condicionados dessa maneira operante.

Para Skinner, os comportamentos são selecionados através de três níveis de seleção. Os componentes da mesma são: 1 - Nível Filogenético: que corresponde aos aspectos biológicos da espécie e da hereditariedade do indivíduo; 2 - Nível Ontogenético: que corresponde a toda a história de vida do indivíduo; 3 - Nível Cultural: os aspectos culturais que influenciam a conduta humana.

Através da interação desses três níveis (onde nenhum deles possui um status superior a outro) os comportamentos são selecionados. Para Skinner, o ser humano é um ser ativo, que opera no ambiente, provocando modificações nele, modificações essas que retroagem sobre o sujeito, modificando seus padrões comportamentais.

Apesar de ter sido e ainda ser bastante criticado, muitos dos preconceitos em relação às ideias de Skinner são, na verdade, fruto do desconhecimento de quem critica. Muitas das críticas feitas ao behaviorismo radical são, na verdade, críticas ao behaviorismo de Watson. Mesmo autores que ficaram amplamente conhecidos por suas críticas, como Chomsky em "A Review on Skinner's Verbal Behavior", pouco conheciam acerca da abordagem e, com isso, cometeram diversos erros. A crítica de Chomsky já foi respondida por Kenneth MacCorquodale "On Chomsky's Review of Skinner's Verbal Behavior".

O behaviorismo skinneriano, hoje em dia, é o mais popular, se não o único, behaviorismo ainda vivo. A ABAI (Association for Behavior Analysis International) possui cerca de 13.500 membros mundo inteiro (lembrando que isso nem de longe corresponde ao número real) e cresce cerca de 6.5% ao ano, o que desmente a alegação comum que o behaviorismo está morto.

Argumentos behavioristas

Os comportamentalistas apresentam várias razões pelas quais seria razoável adotar uma postura behaviorista. Uma das razões mais comuns é epistêmica: afirmações sobre estados internos dos organismos feitas por observadores são baseadas no comportamento do organismo. Por exemplo, a afirmação de que um rato sabe o caminho para o alimento em uma caixa de Skinner é baseada na observação do fato de que o animal chegou até o alimento, o que é um comportamento. Para um behaviorista, os chamados fenômenos mentais poderiam muito bem ser apenas padrões de comportamento.

Comportamentalistas também fazem notar o caráter anti-inatista típico do Behaviorismo. Muito embora o inatismo não seja inerente ao mentalismo, é bastante comum que tais teorias assumam que existam procedimentos mentais inatos. Behavioristas, por crerem que todo comportamento é conseqüência de condicionamento, geralmente rejeitam a idéia de habilidades inatas aos organismos. Todo comportamento seria aprendido através de condicionamento.

Outro argumento muito popular a favor do Behaviorismo é a idéia de que estados internos não provêm explicações para comportamentos externos por eles mesmos serem comportamentos. Explicar o comportamento animal exigiria uma apresentação do problema em termos diferentes do conceito sendo apresentado (isto é, comportamento). Para um comportamentalista (especialmente um comportamentalista radical), estados mentais são, em si, comportamentos, de modo que utilizá-los como estímulos resultaria em uma referência circular. Para o behaviorista, estados internos só seriam válidos como comportamentos a serem explicados; uma teoria que seguisse tal princípio, porém, seria comportamentalista.

Para Skinner, em especial, utilizar estados internos como elementos essencialmente diferentes dos comportamentos abriria possibilidades para uso de conceitos anticientíficos na argumentação psicológica, como substâncias imateriais ou homúnculos que controlassem o comportamento. Entretanto, é importante notar que, para Skinner, não havia nada de inadequado em se discutir estados mentais no Behaviorismo: o erro seria discuti-los como se não fossem comportamentos.

Vale notar, entretanto, que o argumento do estado interno como comportamento é polêmico, mesmo entre vários comportamentalistas. O Neo-behaviorismo Mediacional, por exemplo, trata os estados internos como elementos mediadores inerentemente diferente dos comportamentos.

Críticas

O Behaviorismo, embora ainda muito influente, não é o único modelo na Psicologia. Seus críticos apontam inúmeras prováveis razões para tal fato.
Uma das razões comumente apontadas é o desenvolvimento das neurociências. Essas disciplinas jogaram nova luz sobre o funcionamento interno do cérebro, abrindo margens para paradigmas mais modernos na Psicologia. Por seu compromisso com a idéia de que todo comportamento pode ser explicado sem apelar para conceitos cognitivos, o Behaviorismo leva a uma postura por vezes desinteressada em relação às novas descobertas das neurociências, com exceção do behaviorismo radical, Skinner enfatizou sempre a importância da neurociência como sendo um campo complementar essencial para o entendimento humano. Os behavioristas afirmam, porém, que as descobertas neurológicas apenas definem os fenômenos físicos e químicos que são parte do comportamento, pois o organismo não poderia exercer comportamentos independentes do ambiente por causas neurológicas. Outro aspecto que também é enfatizado por behavioristas radicais é de que embora as neurociências possam lançar luz a alguns processos comportamentais, ela não é prática. Por exemplo, se o objeto for promover uma mudança comportamental em um indivíduo, a modificação das contingências ambientais seria muito mais eficaz que uma modificação direta no sistema nervoso da pessoa.

Outra crítica ao Behaviorismo afirma que o comportamento não depende tanto mais dos estímulos quanto da história de aprendizagem ou da representação do ambiente do indivíduo. Por exemplo, independentemente de quanto se estimule uma criança para que informe quem quebrou um objeto, a criança pode simplesmente não responder, por estar interessada em ocultar a identidade de quem o fizera. Do mesmo modo, estímulos para que um indivíduo coma algum prato exótico podem ser de pouca valia se o indivíduo não vir o prato exótico como um estímulo em si. Esta crítica só tem validade se for aplicada ao behaviorismo clássico de Watson, o behaviorismo radical de Skinner leva em conta, como ilustrado pelo nível ontogenético, a história de vida do indivíduo na predição e controle do comportamento.

Vários críticos apontam para o fato de que um comportamento não precisa ser, necessariamente, conseqüência de um estímulo postulado. Uma pessoa pode se comportar como se sentisse cócegas, dor ou qualquer outra sensação mesmo se não estiver sentindo nada. Algumas propriedades mentais, como a dor, possuem uma espécie de "qualidade intrínseca" que não pode ser descrita em termos comportamentalistas. O problema desta crítica é de que ela trata como se todos os behaviorismos fossem mecanicistas [estímulo-resposta] o que não é verdade, o outro problema é que esta crítica ignora outros fatores contextuais que reforçam os comportamentos de, no caso, sentir cócegas. Por exemplo, uma criança pode se comportar como se sentisse dor porque assim a professora poderia mandá-la para casa.

Noam Chomsky foi um crítico do Behaviorismo, e apresentou uma suposta limitação do Comportamentalismo para modelar a linguagem, especialmente a aprendizagem. O Behaviorismo não pode, segundo Chomsky, explicar bem fenômenos linguísticos como a rápida apreensão da linguagem por crianças pequenas. Chomsky afirmava que, para um indivíduo responder a uma questão com uma frase, ele teria de escolher dentre um número virtualmente infinito de frases qual usar, e essa habilidade não era alcançada perante o constante reforçamento do uso de cada uma das frases. O poder de comunicação do ser humano, segundo Chomsky, seria resultado de ferramentas cognitivas gramaticais inatas.

Fonte: Wikipédia