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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Volição

Volição (do latim volitione) é o processo cognitivo pelo qual um indivíduo se decide a praticar uma ação em particular. É definida como um esforço deliberado e é uma das principais funções psicológicas humanas (sendo as outras afeto, motivação e cognição). Processos volitivos podem ser aplicados conscientemente e podem ser automatizados como hábitos no decorrer do tempo. As concepções mais modernas de volição expressam-na como um processo de controle da ação que torna-se automatizada (ver Heckhausen & Kuhl, Gollwitzer, Corno & Kanfer).

"Força de vontade" é a expressão coloquial e volição é o termo científico para um mesmo estado mental, ou seja, uma "preferência eletiva". Quando "nos decidimos" (como dizemos) por uma coisa, isto é, determinamos uma escolha sobre ela, este estado é chamado de volição imanente; quando colocamos em prática qualquer ato de escolha em particular, este ato é denominado de volição imanente, executiva ou imperativa. Quando uma escolha imanente ou determinada controla ou governa uma série de atos voluntários, chamamos este estado de volição predominante; enquanto que volições subordinadas são aqueles atos de vontade que colocam em prática o objeto desejado pela volição predominante ou governante.

Outras definições

  • Em "Model of Human Occupation" de Gary Kielhofner, a volição é um dos três subsistemas que agem sobre o comportamento humano. Neste modelo, a volição refere-se a conjuntura endo-cultural que promove as ações do indivíduo.
  • O livro "A Bias for Action" de Heike Bruch e Sumantra Ghoshal discute as diferenças entre força de vontade e motivação. Ao fazê-lo, os autores usam o termo volição como um sinônimo de força de vontade e descrevem brevemente as teorias de Narziss Ach e Kurt Lewin. Enquanto Lewin argumenta que motivação e volição são a mesma coisa, os autores afirmam que Ach diz outra coisa. De acordo com Bruch e Ghosha, Ach afirma que há um certo limiar: quando o desejo permanece abaixo desse limiar, é apenas motivação; quando cruza o limiar, torna-se volição. Com este exemplo, os autores salientam a diferença em nível de comprometimento dos indivíduos às tarefas, medindo-o numa escala de intenção que vai da motivação à volição. Trabalhos modernos sobre o papel da volição no controle de impulsos (por exemplo, Kuhl & Heckhausen) e em educação (por exemplo, Corno) também fazem esta distinção. O modelo de Corno une a volição aos processos de aprendizagem auto-regulada.
Para ilustrar e explicar alguns destes processos precisamos resumidamente topografar pelos terrenos da percepção; imagens mentais; Processos mnêmonicos (memória) etc e processarmos as informações antes do ato volitivo propriamente dito, pois uma ou mais distorções e/ou interrupções patologicas durante a fração destes processos, podem acarretar uma ação cognitiva completamente avessa ao que realmente desejamos empreender. ATO PERCEPTIVO A sensação (sensibilidade), matéria prima do ato perceptivo, pode ser dividida em: - sensibilidade externa: consciência do objeto; - sensibilidade interna: consciência visceral; - sensibilidade geral: superficial e profunda (refere-se ao sistema osteomuscular e labirinto); - sensibilidade especial: relacionada aos órgãos dos sentidos. ALTERAÇÕES QUANTITATIVAS DA PERCEPÇÃO SENSORIAL AGNOSIA: o indivíduo não consegue identificar as impressões sensoriais que recebe. ANESTESIA: ausência de percepção. HIPERESTESIA: estímulos captados de forma exagerada. HIPOESTESIA: estímulos captados de forma diminuída. ALTERAÇÕES QUALITATIVAS DA PERCEPÇÃO SENSORIAL 1. TROCA: mudança de uma sensação comum por outra, em geral desagradável. Cacosmia (odor fétido para perfumes agradáveis); parageusia (paladar fétido para alimentos saudáveis); acantesia (dor para alimentos banais). 2. SINESTESIA: Troca da qualidade sensorial por outra. Ver sons ou ouvir cores. 3. DESREALIZAÇÃO: estranheza em relação ao mundo. 4. DESPERSONALIZAÇÃO: estranheza de si próprio. FALSAS PERCEPÇÕES a. PAREIDOLIAS: percepções fantásticas em um objeto real (imagens de animais quando se olha para as nuvens, mas o observador sabe que o objeto observado é uma nuvem); b. ILUSÕES: percepções deformadas do objeto real momentaneamente aceita pelo juízo de realidade. c. ALUCINAÇÕES: aparecimento de uma imagem na consciência sem um objeto real (imagem alucinatória), com as características de uma imagem perceptiva real e por isso aceita pelo juízo de realidade: - Alucinações Visuais: podem ser elementares (fagulhas, clarões), diferenciadas (figuras, visões), lilipudianas (diminuídas) e guliverianas (gigantes); - Alucinações auditivas: são as mais comuns, podem ser elementares (zumbidos, estalidos) e diferenciadas (vozes). Na esquizofrenia as vozes se dirigem ao paciente (primeira pessoa) e na alucinose alcoólica falam dele (terceira pessoa). - Alucinações olfativas e gustativas: são raras e quase sempre associadas, consistem em cheiros desagradáveis (gás, lixo, animais mortos). - Alucinações táteis: formigamento, picadas, queimaduras, animais repugnantes, relacionadas ao uso de cocaína e anfetaminas. - Alucinações cenestésicas: relacionadas a sensibilidade visceral. Por exemplo, o paciente diz que seu intestino está amolecendo e apodrecendo. - Alucinações sinestésicas: fusão e troca de duas imagens de qualidades sensoriais diferentes. Por exemplo, ver a cor do som. - Alucinações cinestésicas: relacionada aos movimentos. - Alucinações hipnagógicas (ocorre ao adormecer) e hipnopômpicas (ao acordar). Não significam doença, pois podem ocorrer em indivíduos sem doenças psiquiátricas. d. PSEUDO-ALUCINAÇÕES: não possui projeção no espaço e nem corporeidade. Surge como vozes internas ou imagens internas e podem ocorrer nas mesmas situações das alucinações. e. ALUCINOSES: possuem projeção no espaço externo e ocorre certa estranheza do paciente quando ao fenômeno perceptivo ocorrido, podem surgir no rebaixamento do nível de consciência e em lesões pedunculares e occipitais, assim como no alcoolismo (por exemplo: alucinose alcoólica). IMAGENS MENTAIS 1. IMAGEM PERCEPTIVA REAL: possui nitidez (imagem clara e bem delimitada), corporeidade (imagem viva, corpórea), estabilidade ( a imagem é fixa) ; extrojeção (o objeto da imagem está fora dos limites do eu) e ininfluenciabilidade voluntária (a imagem não se modifica pela vontade). 2. IMAGEM PÓS-SENSORIAL OU ECO SENSORIAL: - imagem resultante persiste após um estímulo intenso (como acontece quando se olha para o sol e se fecha os olhos). 3. IMAGEM REPRESENTATIVA OU MNÊMICA:- determinada imagem sensorial vivida na memória (introjeção), sem que o objeto esteja presente e por isso possuindo características inversas da imagem perceptiva real. 4. IMAGEM FANTÁSTICA OU FABULATÓRIA: criação da livre atividade imaginativa. 5. IMAGEM ONÍRICA: ocorre nos sonhos (imagem mnêmica e/ou fantástica). Características: plasticidade, mobilidade, introjeção, ilogismo, intemporalidade. MEMÓRIA (PROCESSO MNÊMICO) Capacidade ou propriedade psíquica de fixar, conservar e reproduzir, evocar ou representar, sob a forma de imagens representativas ou mnêmicas, impressões sensoriais recebidas, transmitidas e conscientizadas sob a forma de sensações. TIPOS DE MEMÓRIA 1. MEMÓRIA IMEDIATA: desaparece facilmente caso o acontecimento não apresente conotação afetiva ou outro tipo de importância. 2. MEMÓRIA DE FIXAÇÃO: guarda fatos ocorridos nos últimos dias ou semanas. 3. MEMÓRIA DE EVOCAÇÃO: relacionada aos dados mais antigos da vida do paciente. FASES DO PROCESSO MNÊMICO (MEMÓRIA) 1. FIXAÇÃO: o fato para ser memorizado de ser dotado de uma carga afetiva potencial (positiva ou negativa). 2. CONSERVAÇÃO: período de latência em que se conserva a imagem mnêmica. 3. EVOCAÇÃO: consiste em um ato consciente e esforço intelectual para trazer ao momento presente uma memória. 4. RECONHECIMENTO: consiste na identificação da imagem evocada como acontecimento pretérito, ou seja, identificada como recordação no quadro da situação atual. ALTERAÇÕES QUANTITATIVAS 1. AMNÉSIA MACIÇA: esquecimento de grande parte ou de todo o passado. 2. AMNÉSIA LACUNAR: comprometimento de fatos limitados do passado (o indivíduo lembra o anterior e o posterior a determinado período de sua vida). 3. AMNÉSIA SELETIVA: refere-se apenas a um determinado tema. 4. HIPERMNÉSIA: aumento da atividade ou capacidade de notação. 5. HIPOMNÉSIA: incapacidade de reter conhecimentos recentes; falsas recordações, paciente cria histórias sem consistência ou duração para preencher lacunas de memória (confabulações). A hipomnésia de evocação pode ser organogênica (caráter progressivo e irreversível geralmente - estados demenciais) ou psicogênica (globais, lacunares ou seletivas - somente para fatos dotados de carga afetiva - todas reversíveis). A hipomnésia de fixação sem hipomnésia de evocação (o indivíduo se lembra de sua infância e não sabe o que comeu no almoço) geralmente é organogênica, podendo ocorrer no delirium e nos quadros demenciais. ALTERAÇÕES QUALITATIVAS 1. ALOMNÉSIAS OU ILUSÕES DE MEMÓRIA - São falsas reminiscências, ou seja, imagens mnêmicas de fatos que aconteceram que são deformadas e falseadas pelo paciente. 2. PARAMNÉSIAS OU ALUCINAÇÕES DE MEMÓRIA - imagens criadas pela fantasia do paciente e que nunca ocorreram.
Para ilustrar e explicar alguns destes processos precisamos resumidamente topografar pelos terrenos da percepção; imagens mentais; Processos mnêmonicos (memória) etc e processarmos as informações antes do ato volitivo propriamente dito, pois uma ou mais distorções e/ou interrupções patologicas durante a fração destes processos, podem acarretar uma ação cognitiva completamente avessa ao que realmente desejamos empreender.

ATO PERCEPTIVO

A sensação (sensibilidade), matéria prima do ato perceptivo, pode ser dividida em: - sensibilidade externa: consciência do objeto; - sensibilidade interna: consciência visceral; - sensibilidade geral: superficial e profunda (refere-se ao sistema osteomuscular e labirinto); - sensibilidade especial: relacionada aos órgãos dos sentidos.

ALTERAÇÕES QUANTITATIVAS DA PERCEPÇÃO SENSORIAL

AGNOSIA: o indivíduo não consegue identificar as impressões sensoriais que recebe.

ANESTESIA: ausência de percepção.

HIPERESTESIA: estímulos captados de forma exagerada. 


HIPOESTESIA: estímulos captados de forma diminuída.

ALTERAÇÕES QUALITATIVAS DA PERCEPÇÃO SENSORIAL

1. TROCA: mudança de uma sensação comum por outra, em geral desagradável. Cacosmia (odor fétido para perfumes agradáveis); parageusia (paladar fétido para alimentos saudáveis); acantesia (dor para alimentos banais).

2. SINESTESIA: Troca da qualidade sensorial por outra. Ver sons ou ouvir cores.

3. DESREALIZAÇÃO: estranheza em relação ao mundo.

4. DESPERSONALIZAÇÃO: estranheza de si próprio.

FALSAS PERCEPÇÕES

a. PAREIDOLIAS: percepções fantásticas em um objeto real (imagens de animais quando se olha para as nuvens, mas o observador sabe que o objeto observado é uma nuvem);

b. ILUSÕES: percepções deformadas do objeto real momentaneamente aceita pelo juízo de realidade;

c. ALUCINAÇÕES: aparecimento de uma imagem na consciência sem um objeto real (imagem alucinatória), com as características de uma imagem perceptiva real e por isso aceita pelo juízo de realidade:

- Alucinações Visuais: podem ser elementares (fagulhas, clarões), diferenciadas (figuras, visões), lilipudianas (diminuídas) e guliverianas (gigantes);

- Alucinações auditivas: são as mais comuns, podem ser elementares (zumbidos, estalidos) e diferenciadas (vozes). Na esquizofrenia as vozes se dirigem ao paciente (primeira pessoa) e na alucinose alcoólica falam dele (terceira pessoa);

- Alucinações olfativas e gustativas: são raras e quase sempre associadas, consistem em cheiros desagradáveis (gás, lixo, animais mortos);

- Alucinações táteis: formigamento, picadas, queimaduras, animais repugnantes, relacionadas ao uso de cocaína e anfetaminas;

- Alucinações cenestésicas: relacionadas a sensibilidade visceral. Por exemplo, o paciente diz que seu intestino está amolecendo e apodrecendo. - Alucinações sinestésicas: fusão e troca de duas imagens de qualidades sensoriais diferentes. Por exemplo, ver a cor do som.

- Alucinações cinestésicas: relacionada aos movimentos.

- Alucinações hipnagógicas (ocorre ao adormecer) e hipnopômpicas (ao acordar). Não significam doença, pois podem ocorrer em indivíduos sem doenças psiquiátricas.

d. PSEUDO-ALUCINAÇÕES: não possui projeção no espaço e nem corporeidade. Surge como vozes internas ou imagens internas e podem ocorrer nas mesmas situações das alucinações.

e. ALUCINOSES: possuem projeção no espaço externo e ocorre certa estranheza do paciente quando ao fenômeno perceptivo ocorrido, podem surgir no rebaixamento do nível de consciência e em lesões pedunculares e occipitais, assim como no alcoolismo (por exemplo: alucinose alcoólica).

IMAGENS MENTAIS

1. IMAGEM PERCEPTIVA REAL: possui nitidez (imagem clara e bem delimitada), corporeidade (imagem viva, corpórea), estabilidade ( a imagem é fixa) ; extrojeção (o objeto da imagem está fora dos limites do eu) e ininfluenciabilidade voluntária (a imagem não se modifica pela vontade).

2. IMAGEM PÓS-SENSORIAL OU ECO SENSORIAL: - imagem resultante persiste após um estímulo intenso (como acontece quando se olha para o sol e se fecha os olhos).

3. IMAGEM REPRESENTATIVA OU MNÊMICA:- determinada imagem sensorial vivida na memória (introjeção), sem que o objeto esteja presente e por isso possuindo características inversas da imagem perceptiva real.

4. IMAGEM FANTÁSTICA OU FABULATÓRIA: criação da livre atividade imaginativa.

5. IMAGEM ONÍRICA: ocorre nos sonhos (imagem mnêmica e/ou fantástica). Características: plasticidade, mobilidade, introjeção, ilogismo, intemporalidade.

MEMÓRIA (PROCESSO MNÊMICO)

Capacidade ou propriedade psíquica de fixar, conservar e reproduzir, evocar ou representar, sob a forma de imagens representativas ou mnêmicas, impressões sensoriais recebidas, transmitidas e conscientizadas sob a forma de sensações.

TIPOS DE MEMÓRIA

1. MEMÓRIA IMEDIATA: desaparece facilmente caso o acontecimento não apresente conotação afetiva ou outro tipo de importância.

2. MEMÓRIA DE FIXAÇÃO: guarda fatos ocorridos nos últimos dias ou semanas.

3. MEMÓRIA DE EVOCAÇÃO: relacionada aos dados mais antigos da vida do paciente.
 
FASES DO PROCESSO MNÊMICO (MEMÓRIA)

 1. FIXAÇÃO: o fato para ser memorizado de ser dotado de uma carga afetiva potencial (positiva ou negativa).

2. CONSERVAÇÃO: período de latência em que se conserva a imagem mnêmica.

3. EVOCAÇÃO: consiste em um ato consciente e esforço intelectual para trazer ao momento presente uma memória.

4. RECONHECIMENTO: consiste na identificação da imagem evocada como acontecimento pretérito, ou seja, identificada como recordação no quadro da situação atual.

ALTERAÇÕES QUANTITATIVAS

1. AMNÉSIA MACIÇA: esquecimento de grande parte ou de todo o passado.

2. AMNÉSIA LACUNAR: comprometimento de fatos limitados do passado (o indivíduo lembra o anterior e o posterior a determinado período de sua vida).

3. AMNÉSIA SELETIVA: refere-se apenas a um determinado tema.

4. HIPERMNÉSIA: aumento da atividade ou capacidade de notação.

5. HIPOMNÉSIA: incapacidade de reter conhecimentos recentes; falsas recordações, paciente cria histórias sem consistência ou duração para preencher lacunas de memória (confabulações). A hipomnésia de evocação pode ser organogênica (caráter progressivo e irreversível geralmente - estados demenciais) ou psicogênica (globais, lacunares ou seletivas - somente para fatos dotados de carga afetiva - todas reversíveis). A hipomnésia de fixação sem hipomnésia de evocação (o indivíduo se lembra de sua infância e não sabe o que comeu no almoço) geralmente é organogênica, podendo ocorrer no delirium e nos quadros demenciais.

ALTERAÇÕES QUALITATIVAS

1. ALOMNÉSIAS OU ILUSÕES DE MEMÓRIA - São falsas reminiscências, ou seja, imagens mnêmicas de fatos que aconteceram que são deformadas e falseadas pelo paciente.

2. PARAMNÉSIAS OU ALUCINAÇÕES DE MEMÓRIA - imagens criadas pela fantasia do paciente e que nunca ocorreram.

Para ilustrar e explicar alguns destes processos precisamos resumidamente topografar pelos terrenos da percepção; imagens mentais; Processos mnêmonicos (memória) etc e processarmos as informações antes do ato volitivo propriamente dito, pois uma ou mais distorções e/ou interrupções patologicas durante a fração destes processos, podem acarretar uma ação cognitiva completamente avessa ao que realmente desejamos empreender. ATO PERCEPTIVO A sensação (sensibilidade), matéria prima do ato perceptivo, pode ser dividida em: - sensibilidade externa: consciência do objeto; - sensibilidade interna: consciência visceral; - sensibilidade geral: superficial e profunda (refere-se ao sistema osteomuscular e labirinto); - sensibilidade especial: relacionada aos órgãos dos sentidos. ALTERAÇÕES QUANTITATIVAS DA PERCEPÇÃO SENSORIAL AGNOSIA: o indivíduo não consegue identificar as impressões sensoriais que recebe. ANESTESIA: ausência de percepção. HIPERESTESIA: estímulos captados de forma exagerada. HIPOESTESIA: estímulos captados de forma diminuída. ALTERAÇÕES QUALITATIVAS DA PERCEPÇÃO SENSORIAL 1. TROCA: mudança de uma sensação comum por outra, em geral desagradável. Cacosmia (odor fétido para perfumes agradáveis); parageusia (paladar fétido para alimentos saudáveis); acantesia (dor para alimentos banais). 2. SINESTESIA: Troca da qualidade sensorial por outra. Ver sons ou ouvir cores. 3. DESREALIZAÇÃO: estranheza em relação ao mundo. 4. DESPERSONALIZAÇÃO: estranheza de si próprio. FALSAS PERCEPÇÕES a. PAREIDOLIAS: percepções fantásticas em um objeto real (imagens de animais quando se olha para as nuvens, mas o observador sabe que o objeto observado é uma nuvem); b. ILUSÕES: percepções deformadas do objeto real momentaneamente aceita pelo juízo de realidade. c. ALUCINAÇÕES: aparecimento de uma imagem na consciência sem um objeto real (imagem alucinatória), com as características de uma imagem perceptiva real e por isso aceita pelo juízo de realidade: - Alucinações Visuais: podem ser elementares (fagulhas, clarões), diferenciadas (figuras, visões), lilipudianas (diminuídas) e guliverianas (gigantes); - Alucinações auditivas: são as mais comuns, podem ser elementares (zumbidos, estalidos) e diferenciadas (vozes). Na esquizofrenia as vozes se dirigem ao paciente (primeira pessoa) e na alucinose alcoólica falam dele (terceira pessoa). - Alucinações olfativas e gustativas: são raras e quase sempre associadas, consistem em cheiros desagradáveis (gás, lixo, animais mortos). - Alucinações táteis: formigamento, picadas, queimaduras, animais repugnantes, relacionadas ao uso de cocaína e anfetaminas. - Alucinações cenestésicas: relacionadas a sensibilidade visceral. Por exemplo, o paciente diz que seu intestino está amolecendo e apodrecendo. - Alucinações sinestésicas: fusão e troca de duas imagens de qualidades sensoriais diferentes. Por exemplo, ver a cor do som. - Alucinações cinestésicas: relacionada aos movimentos. - Alucinações hipnagógicas (ocorre ao adormecer) e hipnopômpicas (ao acordar). Não significam doença, pois podem ocorrer em indivíduos sem doenças psiquiátricas. d. PSEUDO-ALUCINAÇÕES: não possui projeção no espaço e nem corporeidade. Surge como vozes internas ou imagens internas e podem ocorrer nas mesmas situações das alucinações. e. ALUCINOSES: possuem projeção no espaço externo e ocorre certa estranheza do paciente quando ao fenômeno perceptivo ocorrido, podem surgir no rebaixamento do nível de consciência e em lesões pedunculares e occipitais, assim como no alcoolismo (por exemplo: alucinose alcoólica). IMAGENS MENTAIS 1. IMAGEM PERCEPTIVA REAL: possui nitidez (imagem clara e bem delimitada), corporeidade (imagem viva, corpórea), estabilidade ( a imagem é fixa) ; extrojeção (o objeto da imagem está fora dos limites do eu) e ininfluenciabilidade voluntária (a imagem não se modifica pela vontade). 2. IMAGEM PÓS-SENSORIAL OU ECO SENSORIAL: - imagem resultante persiste após um estímulo intenso (como acontece quando se olha para o sol e se fecha os olhos). 3. IMAGEM REPRESENTATIVA OU MNÊMICA:- determinada imagem sensorial vivida na memória (introjeção), sem que o objeto esteja presente e por isso possuindo características inversas da imagem perceptiva real. 4. IMAGEM FANTÁSTICA OU FABULATÓRIA: criação da livre atividade imaginativa. 5. IMAGEM ONÍRICA: ocorre nos sonhos (imagem mnêmica e/ou fantástica). Características: plasticidade, mobilidade, introjeção, ilogismo, intemporalidade. MEMÓRIA (PROCESSO MNÊMICO) Capacidade ou propriedade psíquica de fixar, conservar e reproduzir, evocar ou representar, sob a forma de imagens representativas ou mnêmicas, impressões sensoriais recebidas, transmitidas e conscientizadas sob a forma de sensações. TIPOS DE MEMÓRIA 1. MEMÓRIA IMEDIATA: desaparece facilmente caso o acontecimento não apresente conotação afetiva ou outro tipo de importância. 2. MEMÓRIA DE FIXAÇÃO: guarda fatos ocorridos nos últimos dias ou semanas. 3. MEMÓRIA DE EVOCAÇÃO: relacionada aos dados mais antigos da vida do paciente. FASES DO PROCESSO MNÊMICO (MEMÓRIA) 1. FIXAÇÃO: o fato para ser memorizado de ser dotado de uma carga afetiva potencial (positiva ou negativa). 2. CONSERVAÇÃO: período de latência em que se conserva a imagem mnêmica. 3. EVOCAÇÃO: consiste em um ato consciente e esforço intelectual para trazer ao momento presente uma memória. 4. RECONHECIMENTO: consiste na identificação da imagem evocada como acontecimento pretérito, ou seja, identificada como recordação no quadro da situação atual. ALTERAÇÕES QUANTITATIVAS 1. AMNÉSIA MACIÇA: esquecimento de grande parte ou de todo o passado. 2. AMNÉSIA LACUNAR: comprometimento de fatos limitados do passado (o indivíduo lembra o anterior e o posterior a determinado período de sua vida). 3. AMNÉSIA SELETIVA: refere-se apenas a um determinado tema. 4. HIPERMNÉSIA: aumento da atividade ou capacidade de notação. 5. HIPOMNÉSIA: incapacidade de reter conhecimentos recentes; falsas recordações, paciente cria histórias sem consistência ou duração para preencher lacunas de memória (confabulações). A hipomnésia de evocação pode ser organogênica (caráter progressivo e irreversível geralmente - estados demenciais) ou psicogênica (globais, lacunares ou seletivas - somente para fatos dotados de carga afetiva - todas reversíveis). A hipomnésia de fixação sem hipomnésia de evocação (o indivíduo se lembra de sua infância e não sabe o que comeu no almoço) geralmente é organogênica, podendo ocorrer no delirium e nos quadros demenciais. ALTERAÇÕES QUALITATIVAS 1. ALOMNÉSIAS OU ILUSÕES DE MEMÓRIA - São falsas reminiscências, ou seja, imagens mnêmicas de fatos que aconteceram que são deformadas e falseadas pelo paciente. 2. PARAMNÉSIAS OU ALUCINAÇÕES DE MEMÓRIA - imagens criadas pela fantasia do paciente e que nunca ocorreram.
Para ilustrar e explicar alguns destes processos precisamos resumidamente topografar pelos terrenos da percepção; imagens mentais; Processos mnêmonicos (memória) etc e processarmos as informações antes do ato volitivo propriamente dito, pois uma ou mais distorções e/ou interrupções patologicas durante a fração destes processos, podem acarretar uma ação cognitiva completamente avessa ao que realmente desejamos empreender. ATO PERCEPTIVO A sensação (sensibilidade), matéria prima do ato perceptivo, pode ser dividida em: - sensibilidade externa: consciência do objeto; - sensibilidade interna: consciência visceral; - sensibilidade geral: superficial e profunda (refere-se ao sistema osteomuscular e labirinto); - sensibilidade especial: relacionada aos órgãos dos sentidos. ALTERAÇÕES QUANTITATIVAS DA PERCEPÇÃO SENSORIAL AGNOSIA: o indivíduo não consegue identificar as impressões sensoriais que recebe. ANESTESIA: ausência de percepção. HIPERESTESIA: estímulos captados de forma exagerada. HIPOESTESIA: estímulos captados de forma diminuída. ALTERAÇÕES QUALITATIVAS DA PERCEPÇÃO SENSORIAL 1. TROCA: mudança de uma sensação comum por outra, em geral desagradável. Cacosmia (odor fétido para perfumes agradáveis); parageusia (paladar fétido para alimentos saudáveis); acantesia (dor para alimentos banais). 2. SINESTESIA: Troca da qualidade sensorial por outra. Ver sons ou ouvir cores. 3. DESREALIZAÇÃO: estranheza em relação ao mundo. 4. DESPERSONALIZAÇÃO: estranheza de si próprio. FALSAS PERCEPÇÕES a. PAREIDOLIAS: percepções fantásticas em um objeto real (imagens de animais quando se olha para as nuvens, mas o observador sabe que o objeto observado é uma nuvem); b. ILUSÕES: percepções deformadas do objeto real momentaneamente aceita pelo juízo de realidade. c. ALUCINAÇÕES: aparecimento de uma imagem na consciência sem um objeto real (imagem alucinatória), com as características de uma imagem perceptiva real e por isso aceita pelo juízo de realidade: - Alucinações Visuais: podem ser elementares (fagulhas, clarões), diferenciadas (figuras, visões), lilipudianas (diminuídas) e guliverianas (gigantes); - Alucinações auditivas: são as mais comuns, podem ser elementares (zumbidos, estalidos) e diferenciadas (vozes). Na esquizofrenia as vozes se dirigem ao paciente (primeira pessoa) e na alucinose alcoólica falam dele (terceira pessoa). - Alucinações olfativas e gustativas: são raras e quase sempre associadas, consistem em cheiros desagradáveis (gás, lixo, animais mortos). - Alucinações táteis: formigamento, picadas, queimaduras, animais repugnantes, relacionadas ao uso de cocaína e anfetaminas. - Alucinações cenestésicas: relacionadas a sensibilidade visceral. Por exemplo, o paciente diz que seu intestino está amolecendo e apodrecendo. - Alucinações sinestésicas: fusão e troca de duas imagens de qualidades sensoriais diferentes. Por exemplo, ver a cor do som. - Alucinações cinestésicas: relacionada aos movimentos. - Alucinações hipnagógicas (ocorre ao adormecer) e hipnopômpicas (ao acordar). Não significam doença, pois podem ocorrer em indivíduos sem doenças psiquiátricas. d. PSEUDO-ALUCINAÇÕES: não possui projeção no espaço e nem corporeidade. Surge como vozes internas ou imagens internas e podem ocorrer nas mesmas situações das alucinações. e. ALUCINOSES: possuem projeção no espaço externo e ocorre certa estranheza do paciente quando ao fenômeno perceptivo ocorrido, podem surgir no rebaixamento do nível de consciência e em lesões pedunculares e occipitais, assim como no alcoolismo (por exemplo: alucinose alcoólica). IMAGENS MENTAIS 1. IMAGEM PERCEPTIVA REAL: possui nitidez (imagem clara e bem delimitada), corporeidade (imagem viva, corpórea), estabilidade ( a imagem é fixa) ; extrojeção (o objeto da imagem está fora dos limites do eu) e ininfluenciabilidade voluntária (a imagem não se modifica pela vontade). 2. IMAGEM PÓS-SENSORIAL OU ECO SENSORIAL: - imagem resultante persiste após um estímulo intenso (como acontece quando se olha para o sol e se fecha os olhos). 3. IMAGEM REPRESENTATIVA OU MNÊMICA:- determinada imagem sensorial vivida na memória (introjeção), sem que o objeto esteja presente e por isso possuindo características inversas da imagem perceptiva real. 4. IMAGEM FANTÁSTICA OU FABULATÓRIA: criação da livre atividade imaginativa. 5. IMAGEM ONÍRICA: ocorre nos sonhos (imagem mnêmica e/ou fantástica). Características: plasticidade, mobilidade, introjeção, ilogismo, intemporalidade. MEMÓRIA (PROCESSO MNÊMICO) Capacidade ou propriedade psíquica de fixar, conservar e reproduzir, evocar ou representar, sob a forma de imagens representativas ou mnêmicas, impressões sensoriais recebidas, transmitidas e conscientizadas sob a forma de sensações. TIPOS DE MEMÓRIA 1. MEMÓRIA IMEDIATA: desaparece facilmente caso o acontecimento não apresente conotação afetiva ou outro tipo de importância. 2. MEMÓRIA DE FIXAÇÃO: guarda fatos ocorridos nos últimos dias ou semanas. 3. MEMÓRIA DE EVOCAÇÃO: relacionada aos dados mais antigos da vida do paciente. FASES DO PROCESSO MNÊMICO (MEMÓRIA) 1. FIXAÇÃO: o fato para ser memorizado de ser dotado de uma carga afetiva potencial (positiva ou negativa). 2. CONSERVAÇÃO: período de latência em que se conserva a imagem mnêmica. 3. EVOCAÇÃO: consiste em um ato consciente e esforço intelectual para trazer ao momento presente uma memória. 4. RECONHECIMENTO: consiste na identificação da imagem evocada como acontecimento pretérito, ou seja, identificada como recordação no quadro da situação atual. ALTERAÇÕES QUANTITATIVAS 1. AMNÉSIA MACIÇA: esquecimento de grande parte ou de todo o passado. 2. AMNÉSIA LACUNAR: comprometimento de fatos limitados do passado (o indivíduo lembra o anterior e o posterior a determinado período de sua vida). 3. AMNÉSIA SELETIVA: refere-se apenas a um determinado tema. 4. HIPERMNÉSIA: aumento da atividade ou capacidade de notação. 5. HIPOMNÉSIA: incapacidade de reter conhecimentos recentes; falsas recordações, paciente cria histórias sem consistência ou duração para preencher lacunas de memória (confabulações). A hipomnésia de evocação pode ser organogênica (caráter progressivo e irreversível geralmente - estados demenciais) ou psicogênica (globais, lacunares ou seletivas - somente para fatos dotados de carga afetiva - todas reversíveis). A hipomnésia de fixação sem hipomnésia de evocação (o indivíduo se lembra de sua infância e não sabe o que comeu no almoço) geralmente é organogênica, podendo ocorrer no delirium e nos quadros demenciais. ALTERAÇÕES QUALITATIVAS 1. ALOMNÉSIAS OU ILUSÕES DE MEMÓRIA - São falsas reminiscências, ou seja, imagens mnêmicas de fatos que aconteceram que são deformadas e falseadas pelo paciente. 2. PARAMNÉSIAS OU ALUCINAÇÕES DE MEMÓRIA - imagens criadas pela fantasia do paciente e que nunca ocorreram.
Para ilustrar e explicar alguns destes processos precisamos resumidamente topografar pelos terrenos da percepção; imagens mentais; Processos mnêmonicos (memória) etc e processarmos as informações antes do ato volitivo propriamente dito, pois uma ou mais distorções e/ou interrupções patologicas durante a fração destes processos, podem acarretar uma ação cognitiva completamente avessa ao que realmente desejamos empreender. ATO PERCEPTIVO A sensação (sensibilidade), matéria prima do ato perceptivo, pode ser dividida em: - sensibilidade externa: consciência do objeto; - sensibilidade interna: consciência visceral; - sensibilidade geral: superficial e profunda (refere-se ao sistema osteomuscular e labirinto); - sensibilidade especial: relacionada aos órgãos dos sentidos. ALTERAÇÕES QUANTITATIVAS DA PERCEPÇÃO SENSORIAL AGNOSIA: o indivíduo não consegue identificar as impressões sensoriais que recebe. ANESTESIA: ausência de percepção. HIPERESTESIA: estímulos captados de forma exagerada. HIPOESTESIA: estímulos captados de forma diminuída. ALTERAÇÕES QUALITATIVAS DA PERCEPÇÃO SENSORIAL 1. TROCA: mudança de uma sensação comum por outra, em geral desagradável. Cacosmia (odor fétido para perfumes agradáveis); parageusia (paladar fétido para alimentos saudáveis); acantesia (dor para alimentos banais). 2. SINESTESIA: Troca da qualidade sensorial por outra. Ver sons ou ouvir cores. 3. DESREALIZAÇÃO: estranheza em relação ao mundo. 4. DESPERSONALIZAÇÃO: estranheza de si próprio. FALSAS PERCEPÇÕES a. PAREIDOLIAS: percepções fantásticas em um objeto real (imagens de animais quando se olha para as nuvens, mas o observador sabe que o objeto observado é uma nuvem); b. ILUSÕES: percepções deformadas do objeto real momentaneamente aceita pelo juízo de realidade. c. ALUCINAÇÕES: aparecimento de uma imagem na consciência sem um objeto real (imagem alucinatória), com as características de uma imagem perceptiva real e por isso aceita pelo juízo de realidade: - Alucinações Visuais: podem ser elementares (fagulhas, clarões), diferenciadas (figuras, visões), lilipudianas (diminuídas) e guliverianas (gigantes); - Alucinações auditivas: são as mais comuns, podem ser elementares (zumbidos, estalidos) e diferenciadas (vozes). Na esquizofrenia as vozes se dirigem ao paciente (primeira pessoa) e na alucinose alcoólica falam dele (terceira pessoa). - Alucinações olfativas e gustativas: são raras e quase sempre associadas, consistem em cheiros desagradáveis (gás, lixo, animais mortos). - Alucinações táteis: formigamento, picadas, queimaduras, animais repugnantes, relacionadas ao uso de cocaína e anfetaminas. - Alucinações cenestésicas: relacionadas a sensibilidade visceral. Por exemplo, o paciente diz que seu intestino está amolecendo e apodrecendo. - Alucinações sinestésicas: fusão e troca de duas imagens de qualidades sensoriais diferentes. Por exemplo, ver a cor do som. - Alucinações cinestésicas: relacionada aos movimentos. - Alucinações hipnagógicas (ocorre ao adormecer) e hipnopômpicas (ao acordar). Não significam doença, pois podem ocorrer em indivíduos sem doenças psiquiátricas. d. PSEUDO-ALUCINAÇÕES: não possui projeção no espaço e nem corporeidade. Surge como vozes internas ou imagens internas e podem ocorrer nas mesmas situações das alucinações. e. ALUCINOSES: possuem projeção no espaço externo e ocorre certa estranheza do paciente quando ao fenômeno perceptivo ocorrido, podem surgir no rebaixamento do nível de consciência e em lesões pedunculares e occipitais, assim como no alcoolismo (por exemplo: alucinose alcoólica). IMAGENS MENTAIS 1. IMAGEM PERCEPTIVA REAL: possui nitidez (imagem clara e bem delimitada), corporeidade (imagem viva, corpórea), estabilidade ( a imagem é fixa) ; extrojeção (o objeto da imagem está fora dos limites do eu) e ininfluenciabilidade voluntária (a imagem não se modifica pela vontade). 2. IMAGEM PÓS-SENSORIAL OU ECO SENSORIAL: - imagem resultante persiste após um estímulo intenso (como acontece quando se olha para o sol e se fecha os olhos). 3. IMAGEM REPRESENTATIVA OU MNÊMICA:- determinada imagem sensorial vivida na memória (introjeção), sem que o objeto esteja presente e por isso possuindo características inversas da imagem perceptiva real. 4. IMAGEM FANTÁSTICA OU FABULATÓRIA: criação da livre atividade imaginativa. 5. IMAGEM ONÍRICA: ocorre nos sonhos (imagem mnêmica e/ou fantástica). Características: plasticidade, mobilidade, introjeção, ilogismo, intemporalidade. MEMÓRIA (PROCESSO MNÊMICO) Capacidade ou propriedade psíquica de fixar, conservar e reproduzir, evocar ou representar, sob a forma de imagens representativas ou mnêmicas, impressões sensoriais recebidas, transmitidas e conscientizadas sob a forma de sensações. TIPOS DE MEMÓRIA 1. MEMÓRIA IMEDIATA: desaparece facilmente caso o acontecimento não apresente conotação afetiva ou outro tipo de importância. 2. MEMÓRIA DE FIXAÇÃO: guarda fatos ocorridos nos últimos dias ou semanas. 3. MEMÓRIA DE EVOCAÇÃO: relacionada aos dados mais antigos da vida do paciente. FASES DO PROCESSO MNÊMICO (MEMÓRIA) 1. FIXAÇÃO: o fato para ser memorizado de ser dotado de uma carga afetiva potencial (positiva ou negativa). 2. CONSERVAÇÃO: período de latência em que se conserva a imagem mnêmica. 3. EVOCAÇÃO: consiste em um ato consciente e esforço intelectual para trazer ao momento presente uma memória. 4. RECONHECIMENTO: consiste na identificação da imagem evocada como acontecimento pretérito, ou seja, identificada como recordação no quadro da situação atual. ALTERAÇÕES QUANTITATIVAS 1. AMNÉSIA MACIÇA: esquecimento de grande parte ou de todo o passado. 2. AMNÉSIA LACUNAR: comprometimento de fatos limitados do passado (o indivíduo lembra o anterior e o posterior a determinado período de sua vida). 3. AMNÉSIA SELETIVA: refere-se apenas a um determinado tema. 4. HIPERMNÉSIA: aumento da atividade ou capacidade de notação. 5. HIPOMNÉSIA: incapacidade de reter conhecimentos recentes; falsas recordações, paciente cria histórias sem consistência ou duração para preencher lacunas de memória (confabulações). A hipomnésia de evocação pode ser organogênica (caráter progressivo e irreversível geralmente - estados demenciais) ou psicogênica (globais, lacunares ou seletivas - somente para fatos dotados de carga afetiva - todas reversíveis). A hipomnésia de fixação sem hipomnésia de evocação (o indivíduo se lembra de sua infância e não sabe o que comeu no almoço) geralmente é organogênica, podendo ocorrer no delirium e nos quadros demenciais. ALTERAÇÕES QUALITATIVAS 1. ALOMNÉSIAS OU ILUSÕES DE MEMÓRIA - São falsas reminiscências, ou seja, imagens mnêmicas de fatos que aconteceram que são deformadas e falseadas pelo paciente. 2. PARAMNÉSIAS OU ALUCINAÇÕES DE MEMÓRIA - imagens criadas pela fantasia do paciente e que nunca ocorreram.
 Fontes: Wikipédia e Psicanálise Clínica

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