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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Fake

Fake ("falso" em inglês) é um termo usado para denominar contas ou perfis usados na Internet para ocultar a identidade real de um usuário. Para isso, são usadas identidades de famosos, cantores e personagens de filmes.
Os fakes são encontrados nos sites de relacionamento como Orkut, MSN Messenger, Formspring entre outros. A grande maioria dos fakes, fazem o perfil só por diversão, para conhecer novas pessoas sem se expor, para homenagear seu ídolos etc. Eles dividem-se entre Online e Offline: online são seus perfis falsos na internet, offline é a pessoa que se encontra por trás desse perfil. Muitos fakes mentem seus Offlines, mas isso acabou se tornando comum ao longo do tempo. Os fakes adotam uma segunda vida e acabam criando uma nova personalidade — podendo fazer com que a pessoa acredite, inclusive, que é seu fake.
São personagens fictícios criados normalmente por emos, nerds anti-sociais, ou simplesmente pessoas que não tem amigos e resolvem criar um personagem para se autopopularizar. Os fakes, hoje dominam 80% da Rede Mundial de computadores, só no site de relacionamentos, tráfico de drogas, comercialização ilegal e imagens proibidas, o Orkut, de cada 10 profiles criados, pode se garantir, 11 são Fakes.

Como surgiu

Como foi dito acima, fakes são criados devido a muitas situações. Porém o primeiro fake poderia ter surgido pelo fato de seu criador, provavelmente um nerd sem vida social, ter descoberto que usando nome de personagens famosos, ou simplesmente inventar algum tipo de nome para se dar a um personagem era mais legal que usar o seu próprio nome, para fazer ou acessar determinado local da internet(Normalmente site pornográfico ou Tibia).
Desde então, hoje os fakes, são como uma segunda vida para os seus criadores, é como se cada fake tivesse vida própria, algumas pessoas gostam tanto de fakes que abandonam sua própria vida para alimentar a vida de um fake (síndrome do impostor), perdem 100% do seu tempo promovendo seus fakes para que eles fiquem famosinhos na internet e que se possa ter amigos, apesar de falsos.

Coisas sobre Fakes

Existem diversos tipos de Fakes, aqueles baseados em personagens fictícios, baseados em famosos, fakes pornográficos, fakes miguxos, fakes que ficam o dia inteiro adicionando pessoas porque não tem mais nada para fazer da medíocre vida que levam e tem que encher o saco dos outros, ou descontar toda sua raiva em outras pessoas que não tem o que fazer e fazem profiles de todos os tipos.

Diferenças sociais no fake

Assim como no mundo real, em que a sociedade hipócrita separa as classes sociais, no fake não pode ser diferente. Além de diferenças sociais, como no mundo real, o fake também tem tribos dotadas de aberrações de todos os tipos.

Mas porque eles são fakes???

Na maioria das vezes tratam de pessoas muito feias que não gostam de sua vida e tentam viver a vida de outra pessoa, mas também existem as problemáticas pessoas que fazem fakes para fazer maldades.

Síndrome do impostor

A Síndrome do impostor, Fenômeno do impostor ou Síndrome da fraude, do inglês, Impostor Syndrome, ou Impostor Phenomenon (Nota: impostor no idioma inglês também se escreve imposter), e também chamada de Fraud Syndrome, não se trata de uma desordem psicológica reconhecida oficialmente mas ela tem sido o assunto principal de vários livros e ensaios por psicólogos e educadores.

As pessoas que sofrem este tipo de síndrome, permanente-, temporária- ou freqüentemente, parecem incapazes de internalizar os seus feitos na vida. Não importando o nível de sucesso alcançado em sua área de estudo ou trabalho, ou quaisquer que sejam as provas externas de suas competências, eles/elas permanecem convencidos/as em sua mente que não merecem o sucesso alcançado e que de fato são nada menos do que fraudes.
As provas de sucesso são desmerecidas como resultado de simples sorte, ter estado no lugar certo na hora certa, ou se não por ter enganado as outras pessoas fazendo-as acreditar que são mais inteligentes do que o são em realidade.
Acreditava-se que esta síndrome era mais comum entre mulheres, especialmente mulheres bem sucedidas em profissões tipicamente ocupadas por homens, mas foi recentemente mostrado que também prevalece em um igual percentual de homens. É comumentemente encontrada no mundo acadêmico, especialmente entre estudantes de mestrado e pós-graduação.
A síndrome do impostor, onde pessoas competentes não conseguem acreditar nas suas próprias competências, pode ser vista como o oposto do Efeito Dunning-Kruger, onde pessoas incompetentes não conseguem ver as suas próprias incompetências.

Efeito Dunning-Kruger

O Efeito Dunning-Kruger é o fenômeno pelo qual indivíduos que possuem pouco conhecimento sobre um assunto acreditam saber mais que outros mais bem preparados, fazendo com que tomem decisões erradas e cheguem a resultados indevidos, porém esta própria incompetência os restringe da habilidade de reconhecer os próprios erros. Estas pessoas sofrem de superioridade ilusória.
Por outro lado, a competência real pode enfraquecer a auto-confiança e algumas pessoas muito capacitadas podem sofrer de inferioridade ilusória, achando que não são tão capacitados assim e subestimando as próprias habilidades, chegando a acreditar que outros indivíduos menos capazes também são tão ou mais capazes do que eles.

O fenômeno foi demonstrado em uma série de experimentos realizados por Justin Kruger e David Dunning, à época ambos da Universidade de Cornell. Seus resultados foram publicados no Journal of Personality and Social Psychology em dezembro de 1999. Kruger e Dunning perceberam que vários estudos anteriores sugeriam que em habilidades tão distintas como compreensão de leitura, operação de veículos motorizados, e jogar xadrez ou tênis,

"ignorância, com mais freqüência do que o conhecimento, gera confiança".

Eles propuseram as seguintes hipóteses, dada uma habilidade típica que humanos possam possuir em maior ou menor grau:
  1. Indivíduos incompetentes tendem a superestimar seu próprio nível de habilidade,
  2. Indivíduos incompetentes não reconhecem habilidade genuína em outros,
  3. Indivíduos incompetentes não reconhecem o grau extremo de sua inadequação,
  4. Se treinados substancialmente para melhorar seu nível de habilidade, estes indivíduos serão capazes de reconhecer e admitir sua prévia falta de habilidade.
Eles testaram estas hipóteses em alunos da Universidade de Cornell registrados em vários cursos de psicologia.
Numa série de estudos, Kruger e Dunning examinaram auto-avaliações de habilidade lógica, habilidade gramática, e humor. Depois de confrontados com suas notas nos testes, pediu-se aos avaliados que novamente estimassem seu nível de habilidade. Neste momento o grupo competente na habilidade estimou seu nível corretamente, enquanto o grupo incompetente na habilidade superestimou seu nível. Dunning e Kruger constatam:
"Em 4 estudos, os autores detectaram que participantes com notas integrando o quartil mais baixo da pesquisa em avaliações de humor, gramática, e lógica superestimaram de forma brutal seu desempenho na avaliação e sua própria habilidade. Apesar do resultado de seus exames os colocarem no 12.º percentil, eles estimaram estar no 62.º"
Enquanto isso, pessoas com real conhecimento tenderam a subestimar sua competência.
Um estudo seguinte sugere que estudantes incompetentes melhoram seu próprio nível de habilidade e sua habilidade de estimar seu nível perante seus pares apenas depois de extenso treinamento nas habilidades que eles não possuíam.
Dunning e Kruger receberam o prêmio IgNobel pelo seu trabalho.

 fontes: Wikipédia e http://desciclopedia.ws/wiki/Fake

2 comentários:

Sandra Maria Campos disse...

Os sites de relacionamentos estão cheios dessas pragas. Pior que ainda têm pessoas que se iludem com eles/elas. É preciso bastante cautela porque a internet está cheia de pessoas de mau caráter, homens se passando por mulheres e vice-versa, pedófilo se passando por criança, psicopatas se passando por pessoas normais entre outros perigos como ilusões de achar que vai encontrar o amor da vida via internet. Nunca fornecer dados pessoais, nem marcar encontros, nunca informar através de mensagens seu destino. Ninguém nunca sabe quem estar do outro lado, muito cuidado. Muitas vezes podemos está se comunicando com um assassino sem saber. A internet tem tbm seu lado bom, mas para isso é saber usá-la. Boa matéria. Abs.

Janilton disse...

Olá Sandra!

Verdade o que dissestes. A própria internet têm um amplo legue de informações, inclusive sobre esses mal caraters que pululam a net. Como vc citou, é preciso muito cuidado porque não sabemos quem é quem. A maioria da população é carente e muitas dessas pessoas ficam procurando alguém na internet para preencherem seus egos vazios, podendo procurar Deus que é o único que realmente nos completa. Não estou citando o sexo, porque sei que exitem muitas carências carnal, para isso o melhor é buscar um parceiro(a) real em quem a pessoa conheça e ponha fé que o relacionamento vale a pena.
Por incrível que pareça têm milhares de pessoas na net, principalmente pessoas que estão no meu ciclo de amizade que não tem o que fazer, fazem fakes para curtir e votar nas próprias postagens para mostrarem que são populares, mesmo sem serem. Vá entender essas paranóias? Infelizmente as pessoas estão se fantasiando com o mundo virtual e deixando de viver suas próprias vidas real, é um quadro muito preocupante, pois milhares de pessoa no mundo estão sendo acometidas pela depressão e outros problemas psíquicos por deixarem de viver seu mundo real. Temos que ter nossos momentos na net, lógico, mas não se entregar de corpo e alma.

Obrigado por participar.

Abraços!