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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

2012 (MMXII)

(MMXII) foi um ano bissexto, começando no domingo do calendário gregoriano.
Há uma enorme variedade de crenças populares sobre o ano de 2012, que são geralmente consideradas como não-científicas.
  
Eventos
 
A cidade de Guimarães em Portugal ostentará o título de Capital Europeia da Cultura em conjunto com a cidade eslovena de Maribor. 



  Janeiro
  • 1 de Janeiro
    • A Polônia, a Bulgária e a Letônia adotarão o Euro. Será proibido, por lei, os eventos como "tourada" na região de Catalunha, Espanha.
  • 15 de Janeiro
    • Eleições Presidenciais na Finlândia.
    • 11° aniversario da Wikipédia.
  • 13 a 22 de Janeiro
    • Realização da primeira edição dos Jogos Olímpicos da Juventude de Inverno, em Innsbruck, Áustria
  • 31 de Janeiro
    • 433 Eros, o segundo maior objeto próximo à Terra registrado (tamanho 13×13×33 km) passará a 0,1790UA (26.778.042 km). A NASA estudou o Eros com a sonda NEAR Shoemaker lançada em 17 de fevereiro de 1996.

Fevereiro

  • 6 de Fevereiro
    • Jubileu de Diamante da Rainha Elizabeth II que marca o 60 º aniversário da sua ascensão ao trono do Reino Unido, Canadá, Austrália e Nova Zelândia (assim como o 60 º aniversário de seu tornar-se chefe do Commonwealth).

Março

  • Começo da retirada das tropas brasileiras do Haiti.

Abril

  • 14 de Abril
    • Centenário do Santos Futebol Clube
  • 15 de Abril
    • Centenário do Naufrágio do RMS Titanic
  • 26 de Abril
    • Fecho da televisão analógica em Portugal

Maio

  • 20 de Maio
    • Eleições presidenciais na França
    • Eclipse solar anular

Junho

  • 3 de Junho
    • Abertura do Aeroporto Internacional Berlin-Brandenburg, o maior projeto de infraestrutura na Alemanha.
  • 4 de Junho
    • Eclipse lunar parcial, visível principalmente no leste da Ásia, na Austrália e no oeste da América do Norte.
  • 9 de Junho
    • Realização do 14º Campeonato Europeu de Futebol na Polônia e na Ucrânia.

Julho

  • 2 de Julho
    • Eleições presidenciais no México.
  • 27 de Julho
    • Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Verão de 2012 em Londres, Reino Unido.

Agosto

  • 12 de Agosto
    • Cerimônia de Encerramento dos Jogos Olímpicos de Verão de 2012 em Londres, Reino Unido.

Setembro

  • 9 de Setembro
    • Cerimônia de Encerramento dos Jogos Para-olímpicos de Verão de 2012 em Londres, Reino Unido.

Outubro

  • 7 de Outubro
    • Eleições municipais (Prefeitos e Vereadores) no Brasil.
    • Eleições presidenciais na Venezuela.

Novembro

  • 6 de Novembro
    • Eleições presidenciais dos Estados Unidos da América.
  • 13 de Novembro
    • Eclipse solar total, visível principalmente no nordeste da Austrália e no Pacífico sul.

Dezembro

  • 21 de Dezembro
    • Final do Calendário Maia de Contagem Longa, com o ciclo de 5.125 anos, o que alguns interpretam como o fim do mundo.
    • Data prevista para a finalização das obras do Estádio do Mineirão.
  • 23 de Dezembro
    • Data alternativa para o fim do calendário Maia, utilizando 584.285 dias julianos baseados em estudos de especialistas.
  • 31 de Dezembro
    • Expira o prazo do Protocolo de Kyoto.

    Fenômeno 2012

    O fenômeno de 2012 compreende um conjunto de crenças e teorias escatológicas de que eventos cataclísmicos ou de transformação ocorrerão em 21 de dezembro de 2012, data que é considerada o final de um ciclo de 5.125 anos do Calendário de Contagem Longa Mesoamericano. Vários alinhamentos astronômicos e fórmulas numerológicas têm sido relacionadas com esta data.
    A interpretação da Nova Era sobre essa "transição" postula que, durante este tempo, o planeta e seus habitantes podem sofrer uma transformação positiva física ou espiritual e que 2012 pode marcar o início de uma nova era. Outros sugerem que o ano de 2012 marca a data final do mundo ou o início de uma catástrofe semelhante. Teorias para o fim do mundo incluem a colisão da Terra com um planeta de passagem (muitas vezes referido como "Nibiru") ou com um buraco negro, ou a chegada do próximo máximo solar.
    Estudiosos de diversas áreas têm rejeitado a idéia de que uma catástrofe ocorrerá em 2012. Os principais estudiosos dos maias afirmam que previsões de morte iminente não são encontradas em qualquer um dos clássicos códices maias e que a ideia de que o calendário de contagem longa "termina" em 2012 deturpa a história maia. Os maias modernos não consideram a data significativa e as fontes clássicas sobre o tema são escassas e contraditórias, sugerindo que houve pouco ou nenhum consenso universal entre eles sobre o que a data pode significar.
    Adicionalmente, astrônomos e outros cientistas rejeitam as previsões apocalípticas e as classificam como pseudociência, afirmando que os eventos previstos são desmentidos por simples observações astronômicas. A NASA tem comparado os medos em relação ao ano de 2012 com o fenômeno "Bug do milênio" no final da década de 1990, sugerindo que uma adequada análise dos fatos pode impedir temores de um desastre. A ideia de um evento mundial que ocorreria em 2012, baseado em qualquer tipo de interpretação do calendário de contagem longa, é rejeitada e considerada como pseudociência pela comunidade científica internacional.
     Calendário de Contagem Longa 

    Calendário de Contagem Longa

    Dezembro de 2012 marca o fim do atual ciclo b'ak'tun da contagem longa mesoamericana, a qual era usada na América Central antes da chegada dos europeus. Embora a contagem longa tenha sido provavelmente inventada pelos olmecas, tornou-se estritamente relacionada com a civilização maia, cujo período clássico durou entre 250 e 900 d. C. Os maias clássicos eram alfabetizados e seu sistema de escrita encontra-se substancialmente decifrado.
    A contagem longa define a "data zero" em um ponto do passado, que marcou o fim do mundo anterior e o início do atual, correspondente a 11 ou 13 de agosto de 3114 a. C. no calendário gregoriano, dependendo da forma utilizada. Ao contrário do calendário usado atualmente pelos maias, a contagem longa foi linear, e não conjuntural, e mantida em unidades de tempo baseadas no sistema vigesimal. Por esse meio, 20 dias correspondem a um uinal, 18 uinals (360 dias) a um tun, 20 tuns a um k'atun e 20 k'atuns (144.000 dias) correspondem a um b'ak'tun. Assim, por exemplo, a data maia 8.3.2.10.15 representa 8 b'ak'tuns, 3 k'atuns, 2 tuns, 10 unials e 15 dias desde a data zero. Muitas inscrições maias têm a contagem de mudança para uma ordem mais elevada após 13 b'ak'tuns.. Hoje, as correlações mais amplamente aceitas para o final do décimo terceiro b'ak'tun são no calendário ocidental os dias 21 e 23 de dezembro de 2012.

    Teoria apocalíptica 

    Em 1957, o astrônomo Maud Worcester Makemson escreveu que "a realização do Grande Período de 13 b'ak'tuns será da maior importância para os maias." Nove anos depois, Michael D. Coe, mais ambiciosamente, afirmou que o "Armageddon degeneraria todos os povos do mundo desde a sua criação, e que no dia do décimo terceiro e último b'ak'tun o universo seria aniquilado, no dia 24 de dezembro de 2012 (depois revisada para 23 de dezembro de 2012) quando o Grande Ciclo da contagem chega a sua conclusão." A questão é ainda mais complicada por diversas cidades-estados maias empregarem a contagem longa de maneira diferente. Em Palenque, a evidência sugere que os sacerdotes acreditavam que o ciclo terminaria após 20 b'ak'tuns e não 13.

    Objeções

    As previsões apocalípticas de Coe foram repetidas por outros estudiosos até o início da década de 1990. Entretanto, mais tarde, pesquisadores disseram que, embora o final do 13º b'ak'tun talvez seja um motivo de comemoração, não marca o final do calendário. "Não há nada em qualquer profecia maia, asteca ou da antiga Mesoamérica que sugira que eles profetizaram qualquer tipo de grande ou súbita mudança em 2012", diz o estudioso dos maias Mark Van Stone. "A noção de que um "Grande Ciclo" vai chegar ao fim é uma invenção completamente moderna." Em 1990, os estudiosos maias Linda Schele e David Freidel argumentaram que os maias "não conceberam que isso seja o fim da criação, como muitos sugeriram." Susan Milbrath, curadora de Arte e Arqueologia Latino-Americana no Museu de História Natural da Flórida, declarou: "nós não temos nenhum registro ou conhecimento de que [os maias] pensavam que o mundo chegaria ao fim" em 2012. "Para os antigos maias, isso era uma grande celebração que seria feita até o fim de um ciclo", diz Sandra Noble, diretora executiva da Fundação para o Avanço dos Estudos Mesoamericanos em Crystal River, Flórida, Estados Unidos. A escolha de 21 de dezembro de 2012 como o dia de um evento apocalíptico ou de um momento cósmico de mudança, diz ela, é "uma completa invenção e uma chance de lucro para muitas pessoas." "Haverá um novo ciclo", diz E. Wyllys Andrews V, diretor do Instituto de Pesquisas Mesoamericanas da Universidade de Tulane, em Nova Orleans, Louisiana. "Nós sabemos que os maias pensavam que houve um antes, o que implica que eles estavam confortáveis com a ideia de um outro depois."

    Fonte: Wikipédia


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Simplicidade

O Discreto Charme da Simplicidade

O verdadeiro líder é uma das mais simples pessoas da equipe. Porque ele tem assegurada sua auto-estima, sua auto-confiança, sua paz interior e por isso não tem a menor necessidade de fazer alarde daquilo que o mundo corporativo chama de poder. 
Conta a parábola que um viajante procurou abrigar-se de uma tempestade numa casa que lhe pareceu a mais apresentável numa distante cidade do Oriente. Foi muito bem recebido pelo dono da casa, mas logo sentiu uma pontada de frustração ao perceber que a casa era inteiramente vazia: nenhum móvel, cadeira, mesa, nada. Sentado no chão, depois de descansar alguns minutos, nosso viajante não se conteve e comentou: 
- Agradeço muito sua hospitalidade, mas permita-me uma observação. Como o senhor consegue viver numa casa totalmente desguarnecida de móveis, quadros, eletrodomésticos – enfim, do conforto ao qual estamos todos habituados?
O anfitrião não pareceu aborrecer-se com a observação do viajante – apenas retrucou:
- Por acaso o senhor está trazendo consigo esses bens confortáveis que citou?
- Eu? Eu, não! Mas eu estou aqui de passagem!
Calmamente o anfitrião respondeu:
- Eu também, meu amigo, eu também. 
O que acho legal nessa parábola é a maneira simples e direta pela qual ela nos mostra a futilidade do apego aos símbolos materiais, tão comum na nossa sociedade atual, em que a aparência, a ostentação e os bens financeiros têm sido critérios de avaliação mais importantes que caráter, bondade, moral e educação – para citar apenas alguns exemplos.
A futilidade desse apego fica mais evidente na parábola quando somos levados a refletir que estamos todos aqui na Terra de passagem e nenhuma daquelas riquezas é aproveitável para além desta vida. 
A interpretação dessa analogia é óbvia: todo poder, por maior que seja e independente da sua natureza e forma, é efêmero e passageiro. Deslumbrar-se ou deixar-se embriagar pelas aparências ou pelos valores materiais das coisas é no mínimo mostrar indiferença aos valores realmente essenciais para a dignidade, a paz e a felicidade da raça humana nesta viagem transitória. 

Floriano Serra

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Virtudes

A virtude, no seu grau mais elevado, abrange o conjunto de todas as qualidades essenciais que constituem o homem de bem.
Ser bom, caridoso, trabalhador, sóbrio, modesto, são as qualidade do homem virtuoso.
Infelizmente, são, quase sempre acompanhadas de pequenas falhas morais, que as deslustram e enfraquecem. 

Aquele que faz alarde de sua virtude não é virtuoso, pois lhe falta principalmente uma qualidade: a modéstia, e sobra-lhe o vício mais oposto: o orgulho,
A virtude realmente digna desse nome não gosta de exibir-se. Temos de adivinhá-la, mas ela se esconde na sombra, foge à admiração das multidões.
São Vicente de Paulo era virtuoso. O digno Cura d'Ars era virtuoso. E assim muitos outros, poucos conhecidos do mundo, mas conhecidos de Deus. 

Todos esses homens de bem ignoravam que eram virtuosos. Deixavam-se levar pela corrente da suas santas inspirações, e praticavam o bem com absoluto desinteresse e completo esquecimento de si mesmos.
É para essa virtude, assim compreendida e praticada, que eu vos convido, meus filhos. Para essa virtude realmente cristã e verdadeiramente espírita, que eu vos convido a consagrar-vos. Mas afastai de vossos corações o sentimento do orgulho, da vaidade, do amor próprio, que deslustram sempre as mais belas qualidades. Não imiteis esse homem que se apresenta como modelo e se gaba das próprias qualidades, para todos os ouvidos tolerantes. Essa virtude de ostentação esconde, quase sempre, uma infinidade de pequenas torpezas odiosas fraquezas. 

O homem que se exalta a si mesmo, que eleva estátuas à sua própria virtude, em princípio aniquila, por essa única razão, todos os méritos que efetivamente podia ter. E que direi daquele cujo valor se reduz a parecer o "que não é". Compreendo perfeitamente que aquele que faz o bem sente uma satisfação íntima, no fundo do coração. Mas desde o momento em que essa satisfação se exterioriza, para provocar elogios, degenera em amor-próprio.
Ó vós todos, a quem a fé espírita reanimou com os seus raios, que sabeis quanto o homem se encontra longe da perfeição, jamais vos entregueis a essa estultícia!
A virtude é uma graça, que desejo para todos os espíritas sinceros, mas com esta advertência:
- Mais vale menos virtudes na modéstia, do que muitas no orgulho. Foi pelo orgulho que, as Humanidades se perderam sucessivamente. É pela humildade que elas um dia deverão redimir-se.

FRANÇOIS NICOLAS MADELEINE - Paris, 1863 - ESE

OBSERVAÇÃO:

A virtude não é um dom de Deus, o Espiritismo nos ensina que aquele que a possui, a adquiriu pelos seus esforços, nas vidas sucessivas, ao se livrar pouco a pouco das suas imperfeições. A graça é a força que Deus concede a todo homem de boa vontade, para se livrar do mal e fazer o bem.
VIRTUDES APARENTES: metais comuns no homem, que se alteram ante a ventania das ilusões terrenas.
VIRTUDES REAIS: metais preciosos no Espírito, que não se corrompem ante as lufadas das tentações humanas, sustentando a vida eterna.

Fonte: Comunidade Espírita

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Saúde e Bem-Estar

O amor divino inunda-me de paz.
Sua presença conduz-me ao próximo, que passo a amar.
Descubro-me em falta para com Deus e para com o meu irmão.
Por fim, amo-me e renovo-me, pleno, regozijando-me no amor, que é a meta essencial da vida. 


O planejamento de qualquer projeto responde pela qualidade da futura realização. Previsões e detalhes, cálculos e referenciais, organograma e execução constituem a base do labor, do qual decorrem os êxitos ou os insucessos.
Da planificação até a concretização do empreendimento, quaisquer alterações têm que ser estudadas, a fim de serem introduzidas sem prejuízo para o conjunto ou excesso de gastos não previstos.
Na mesma linha de raciocínio, uma cuidadosa sementeira de cardos, com adubação freqüente, outra colheita não resultará, senão de espinhos e acúleos.
A criatura humana torna-se o que pensa, o que sustenta mentalmente e desenvolve até a fixação.
Lamentavelmente, porém, expressiva maioria de indivíduos somente acalenta idéias negativas, lucubra pessimismo, agasalha malestares. Como resultado, enfraquecem-se-lhe as resistências morais, debilitam-se-lhe os valores espirituais e alimenta-se da própria insânia.
Há determinadas provações que são inevitáveis, por procederem de desmandos de outras existências. Podem, entretanto, por meio de construções mentais e humanas edificantes, ser alteradas, atenuadas e ate liberadas, pois que os atos saudáveis granjeiam mérito para superar aqueles outros que são danosos.
Não te atenhas aos atavismos infelizes, revivendo-os, comentando-os, reestruturando-os nos campos mental e verbal. Eles não te abandonarão, enquanto não os deixares.
Queixas-te de insucessos, dissabores, enfermidades, desamor; no entanto, aferraste a eles de tal forma que perdes o senso de avaliação da realidade, rotulando-te como infeliz e estacionando aí, sem qualquer esforço de renovação.
Afirma a sabedoria popular com propriedade: Pedra que rola não cria limo, sugerindo alteração de rota, movimento, realização.
Esforça-te por desconsiderar as ocorrências desagradáveis, perturbadoras.
Planeja o teu presente, estabelece metas para o futuro e põe-te a trabalhar sem desfalecimento, sem autocomiseração, sem amargura. 

Podes e deves alterar para melhor o clima que respiras, o ambiente no qual te encontras.
Não basta pedires a Deus ajuda, porém deves fazer a tua parte, sem o que, pouco ou nada conseguirás. Saúde ou doença, bem ou mal-estar dependem de ti.
Narra-se que um sábio caminhava com os discípulos por uma via tortuosa, quando encontraram um homem piedoso que, ajoelhado, rogava a Deus o auxiliasse a tirar do atoleiro o carro em que seguia.
Todos olharam o devoto, sensibilizaram-se e prosseguiram.
À frente, alguns quilômetros vencidos, havia outro homem que tinha, igualmente, o carro atolado num lamaçal. Este, porém, esbravejava reclamando, mas tentava com todo empenho liberar o veículo.
Comovido, o sábio propôs aos discípulos ajudá-lo.
Reunidas todas as forças, logo o transporte foi retirado e, após agradecimentos, o viajante prosseguiu feliz.
Os aprendizes surpresos, indagaram ao mestre: - O primeiro homem orava, era piedoso e não o ajudamos. Este, que era rebelde e até vociferava, recebeu nosso apoio. Por quê?
Sem perturbar-se, o nobre professor elucidou:
- O que orava, aguardava que Deus viesse fazer a tarefa que a ele competia. O outro, embora desesperado por ignorância, empenhava-se, merecendo auxílio.
Será, pois, ideal, que sem reclamar e pensando corretamente te disponhas a retirar do paul o carro da tua existência, a fim de seguires feliz, adiante, com saúde e bem-estar. 

Joanna de Ângelis

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Mentalismo

O progresso do MENTALISMO abrirá, indubitavelmente, novos rumos à Medicina para engrandecimento do futuro humano.
O corpo físico é máquina viva, constituída pela congregação de miríades de corpúsculos ativos, sob o comando do espírito que manobra com a rede biológica dentro das mesmas normas que seguimos ao utilizar a corrente elétrica.
Avançando pesadamente, da animalidade para a humanidade, aumentamos o poder da consciência pela assimilação dos valores que a vida nos oferece, por intermédio do tempo e do trabalho; e, com esse poder armazenado na economia do próprio ser, manejamos o equipamento celular, com antecipado conhecimento de suas ações e reações, qualidades superiores ou idiossincrasias genéticas, para que nos ajustemos ao laborioso esforço da encarnação, dela retirando os proventos necessários.

À custa de insano trabalho, emerge a alma do passado obscuro, elevando-se para as zonas de equilíbrio e sublimação, deixando, porém, na retaguarda, verdadeiros mundos submersos, dos quais recebe apelos deprimentes, que, muita vez, a compelem à estagnação nas trevas. Tudo é vibração, movimento, magnetismo e eletricidade, nos domínios quase desconhecidos da matéria e do espírito, cujo ponto de interação estamos singularmente distantes de alcançar.

O homem, na estruturação fisiopsíquica, é uma grande bateria criando e acumulando cargas elétricas, com que influencia e é influenciado.
Todo sentimento é energia estática.
Todo pensamento é criação dinâmica.
Toda ação é arremesso, com todos os seus efeitos.

Cada individualidade, assim, conforme os sentimentos que nutre na estrutura espiritual e segundo os pensamentos que entretém na mente, atrai ou repele, constrói ou destrói, através das forças que emite nas obras, nas palavras, nas atitudes, com que se evidencia pela instrumentação mental que lhe é própria.

A saúde é questão de equilíbrio vibracional, de conformação de frequências
. Naturalmente, enquanto na Terra, esse problema implica uma equação de vários parâmetros, quais sejam a respiração e a atividade, o banho e o alimento. Forçoso é, todavia, convir que as raízes morais são sempre os fatores de maior importância, não somente na vida normal, senão também, e em particular, nas horas conturbadas.

Cada alma vive carregada dos princípios eletromagnéticos gerados por ela mesma, projetando ondas que, na essência, são os fluidos positivos ou negativos com os quais jogamos no campo de atividades a que fomos chamados ou conduzidos. Nossa mente vive cercada de forças complexas que procedem das constelações próximas e remotas, do Sol, da Lua, da própria Terra, dos nossos semelhantes e dos seres superiores e inferiores que partilham conosco a habitação coletiva.


Achamo-nos, no Planeta, como que presos a poderoso imã: desenvolvemos nossas virtudes potenciais; apuramos tendências e recolhemos as vantagens da educação espiritual; emitimos as irradiações que nos são peculiares e graças às quais somos aproveitados pelas Potências Sublimes, no serviço da Humanidade; entesouramos nossa riqueza futura, ou por ela nos castigamos a nós mesmos: são os choques de retorno, em cuja manifestação somos sempre vítimas das cargas asfixiantes que arremessamos, no espaço e no tempo, ferindo pessoas e coisas, na tentativa de quebra da Harmonia Divina.

Nossos sentimentos e pensamentos criam linhas de força, e, destarte, conforme a nossa polaridade, ou se nos facilita a ascensão, que é luz, ou sofremos retardamento em níveis mais baixos, quais os apresenta o mundo terrestre, voluntário cárcere de sombra. Tudo é santo nos círculos da Natureza, mas a inteligência que se elevou na escala do aperfeiçoamento moral não professará o magnetismo dos seres em movimentação primária, sem dano grave a si mesma.

A vida pede a nossa renovação permanente para chegarmos ao Sólio Divino, que lhe é meta fulgurante. Para isso é imprescindível aprender, transformar, agir e santificar, incessantemente, assimilando as ondas de vitalidade que nos cercam em nosso crescimento espiritual. Confiarmo-nos a paixões bastardas será estabelecer linhas de forças repulsivas, que nos constrangem à demora na paisagem das sombras.
Acendermos a confiança e o entusiasmo na vitória do bem é formar linhas de forças atrativas, com as quais estruturamos para a nossa individualidade eterna um mundo vasto de felicidade, alegria e paz incessantes. O homem é o distribuidor de cargas eletromagnéticas, geradas por ele mesmo, em toda parte. O equilíbrio, portanto, é questão de toda hora.

Examinado em seus aspectos reais, o corpo físico é uma grande república federativa, onde as células, diferenciadas pela especialização, agem sob o comando da mente. Esses indivíduos microscópicos requisitam, porém, incentivo, nutrição e amparo, a fim de viverem convenientemente, e possuem também o seu campo vibratório circunscrito, dependendo de estímulos dessa natureza para se enquadrarem na harmonia necessária.

A missão de curar, deste modo, é muito mais a ciência de equilibrar os movimentos oscilatórios que a de socorrer o veículo somático; e somos obrigados a considerar que, ainda quando praticamos a clínica ou a cirurgia, é imprescindível ponderar a modificação do tônus vibratório de imensas colônias de protozoários, através de cargas elétricas de produtos químicos ou de golpes renovadores do bisturi, se desejamos alcançar a almejada restauração.

Cada alma vive e respira na atmosfera mental que estabelece para si mesma, em qualquer distrito do Universo. Purifiquemos o pensamento, encaminhando-o às zonas superiores do nosso idealismo, buscando, simultaneamente, materializá-lo no terreno chão da luta diária, criando novos motivos de felicidade, de confiança, de luz e de alegria, na esfera de nossas horas vulgares, e a harmonia será a resposta divina aos nossos empreendimentos.

Em baixo, a inteligência encarnada sofre a influência de pesado clima vibratório, em vastíssimo parque de contrastes e de experiências, na condição do aluno que se deve impor estudo e exercício para alcançar o conhecimento. Em cima, resplandece a Lei Cósmica, retribuindo a cada criatura, no tempo e no espaço, conforme as próprias obras. A ciência mental, com bases nos princípios que presidem à prosperidade do espírito, será, no grande futuro, o alicerce da saúde humana.

Saudando, assim, o porvir da Humanidade, exaltemos o Médico Divino que, sem usar sequer uma gota de elixir da Terra, atuou na mente do mundo, legando-lhe a fonte renovadora do Evangelho, com o qual, na esteira infinita das reencarnações, gradualmente nos ajustamos aos deveres da fraternidade e do trabalho, na real aplicação do "amemo-nos uns aos outros", aprendendo a subir, vagarosamente embora, o monte da glorificação espiritual.

Miguel Couto

sábado, 10 de dezembro de 2011

Mediunidade e Saúde

MEDIUNIDADE E SAÚDE

"E enquanto o corpo lhe permite, dá testemunho (Paulo de Tarso) da realidade espiritual, combatendo ignorância e superstição, maldade e orgulho, tentação e vaidade." Emmanuel

A saúde física é importante para o bom êxito de toda atividade. Diz-se ter boa saúde aquele que tem em funcionamento normal todos os implementos do corpo.
Como o Espírito age sobre a mente, nas comunicações mediúnicas, e os reflexos dessas comunicações atingem o campo orgânico, torna-se necessário que, para uma boa manifestação do ser inteligente, esteja o corpo em boas condições.
O "MENS SANA IN CORPORE SANO" dos romanos - mente sã em corpo são -, não perde sua atualidade. Nem a perderá, jamais.
Não se diga, convém ressalvar, da impossibilidade de o médium eventualmente em desajuste somático dar boas comunicações.
Digamos, sim, que o companheiro da mediunidade cuide da saúde, a fim de que dê mais e produza melhor. Faça mais em favor do próximo.
O operário enfermo, ou cansado, diminui sua capacidade de trabalho, reduz a produtividade.
O médium - operário dos serviços espirituais - também se ressentirá das desarmonias orgânicas, ressentindo-se de condições adequadas.
Espíritos menos evoluídos, impregnados de fluídos densos e pesados, exercem sua atuação de maneira mais agressiva sobre os médiuns doentes, ou enfraquecidos, por lhes serem menores as resistências.
Cuidar do corpo é medida salutar, indispensável a todos, e, em particular, aos médiuns.
MEDIUNIDADE CURADORA
"Organizemos, assim, o socorro da oração, junto de todos os que padecem no corpo dilacerado, mas, se a cura demora, jamais nos aflijamos". Emmanuel
O médium curador tem amplas possibilidades de servir.
Dispõe de sua própria reserva magnética. Pode e deve aliar ao fluido pessoal o fluido generoso dos Amigos Espirituais.
Com os recursos da vontade firme, projeta, a distância, o fluido que lenitiva e cura.
Utilizando a prece, leva bem longe seus poderes curativos. Palavra, olhar e gesto, estimulados pelo desejo de servir, conjugam-se no esforço da cura.
O médium curador também deve ser tranquilo. Evitar excitações nervosas. Cultivar a prece.
A força nervosa ou magnética que existe no homem é acrescida e sustentada pelos Benfeitores Espirituais.
Entrando em sintonia com os Bons Amigos, através da oração, expressando humildade e desejo de ajudar, os recursos espirituais se ampliam.
As possibilidades crescem.
Os mensageiros do Amor, operando em nome de Jesus, dirigirão os fluidos para a área orgânica mais necessitada, dosando, inclusive a quantidade.
O médium curador deve ter humildade para entender que os recursos de que dispõe procedem de Deus - Criador e Pai.
O concurso dos Amigos Espirituais condicionam-se, por seu turno, às determinações divinas.
O crescimento espiritual do médium está na razão direta de sua compreensão, fé em Deus e desprendimento, isso porque reconhece que "nem o que planta é alguma coisa, mas Deus dá o crescimento", segundo a palavra de Paulo de Tarso.
Martins Peralva

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Saúde do Corpo é o Reflexo da Harmonia Espiritual

Se o homem compreendesse que a saúde do corpo é o reflexo da harmonia espiritual, e se pudesse abranger a complexidade dos fenômenos íntimos que o aguardam além da morte, certo se consagraria à vida simples, com o trabalho ativo e a fraternidade legítima por normas de verdadeira felicidade.
A escravização aos sintomas e aos remédios não passa, na maioria das ocasiões, de fruto dos desequilíbrios a que nos impusemos.
Quanto maior o desvio, mais dispendioso o esforço de recuperação. Assim, também, cresce o número das enfermidades à proporção que se nos multiplicam os desacertos, e, exarcebadas as doenças, tornam-se cada vez mais difíceis e complicados os processos de tratamento, levando milhões de criaturas a se algemarem a preocupações e atividades que adiam, indefinidamente, a verdadeira obra de educação que o mundo necessita.

O homem é inquilino da carne, com obrigações naturais de preservação e defesa do patrimônio que temporariamente usufrui. Não se compreende que uma pessoa instruída amontoe lixo e lama, ou crie insetos patogênicos no próprio âmbito doméstico. Existe, no entanto, muita gente de boa leitura e de hábitos respeitáveis, que não se lhe dá atochar dos mais vários tóxicos a residência corpórea e que não acha mal no libertar a cólera e a irritação, de minuto a minuto, dando pasto a pensamentos aviltantes, cujos efeitos por muito tempo se fazem sentir na vida diária.

Sirvamo-nos ainda deste símbolo, para estender-nos em mais simples considerações. Se sabemos imprescindível a higiene interna da casa, por que não movermos o espanador da atividade benéfica, desmanchando as teias escuras das idéias tristes? por que não fazer ato salutar do uso da água pura, em vasta escala, beneficiando os mais íntimos escaninhos do edifício celular e atendendo igualmente ao banho diário, no escrúpulo do asseio? Se nos desvelamos em conservar o domicílio suficientemente arejado, por que não respirar, a longos haustos, o oxigênio tão puro quanto possível, de modo a facilitar a vida dos pulmões?

Quem construa uma habitação, cogita, não somente de bases sólidas, que a suportem, senão também da orientação, de tal jeito que a luz do Sol a envolva e penetre profundamente; jamais voltaria esse alguém a situar o ambiente doméstico numa caverna de troglodita. Analogamente, deve o homem assentar fundamentos morais seguros, que lhe garantam a verdadeira felicidade, colocando-se, no quadro social onde vive, de frente voltada para os ideais luminosos e santificantes, de modo que a divina inspiração lhe inunde as profundezas da alma.

Frequentemente a moradia das pessoas cuidadosas e educadas se exorna, em seu derredor, de plantas e de flores que encantam o transeunte, convidando-o à contemplação repousante e aos bons pensamentos. Por que não multiplicar em torno de nós os gestos de gentileza e de solidariedade, que simbolizam as flores do coração? Ninguém é tentado a descansar ou a edificar-se em recintos empedrados ou espinhosos.

Assim também, a palavra agradável que proferimos ou recebemos, as manifestações de simpatia, as atitudes fraternais e a compreensão sempre disposta a auxiliar, constituem recursos medicamentosos dos mais eficientes, porque a saúde, na essência, é harmonia de vibrações. Quando nossa alma se encontra realmente tranquila, o veículo que lhe obedece está em paz.

A mente aflita despede raios de energia desordenada que se precipitam sobre os órgãos, à guisa de dardos ferinos, de consequências deploráveis para as funções orgânicas. O homem comumente apenas registra efeitos, sem consignar as causas profundas. E que dizer das paixões insopitadas, das enormes crises de ódio e de ciúme, dos martírios ocultos do remorso, que rasgam feridas e semeiam padecimentos inomináveis na delicada constituição da alma?

Que dizer relativamente à hórrida multidão dos pensamentos agressivos duma razão desorientada, os quais tanto malefício trazem, não só ao indivíduo, mas, igualmente, aos que se achem com ele sintonizados? O nosso lar de curas na vida espiritual vive repleto de enfermos desencarnados. Desencarnados embora, revelam psicoses de trato difícil.
A gravitação é lei universal, e o pensamento ainda é matéria em fase diferente daquelas que nos são habituais. Quando o centro de interesses da alma permanece na Terra, embalde se lhe indicará o caminho das Alturas. Caracteriza-se a mente também por peso específico, e é na própria massa do Planeta que o homem enrodilhado em pensamentos inferiores se demorará, depois da morte, no serviço de purificação.

Os instrutores religiosos, mais do que doutrinadores, são médicos do espírito que raramente ouvimos com a devida atenção, enquanto na carne. Os ensinamentos da fé constituem receituário permanente para a cura positiva das antigas enfermidades que acompanham a alma, século trás século.

Todos os sentimentos que nos ponham em desarmonia com o ambiente, onde fomos chamados a viver, geram emoções que desorganizam, não só as colônias celulares do corpo físico, mas também o tecido sutil da alma, agravando a anarquia do psiquismo. Qualquer criatura, conscientemente ou não, mobiliza as faculdades magnéticas que lhe são peculiares nas atividades do meio em que vive. Atrai e repele. Do modo pelo qual se utiliza de semelhantes forças depende, em grande parte, a conservação dos fatores naturais de saúde.


O espírito rebelde ou impulsivo que foge às necessidades de adaptação, assemelha-se a um molinete elétrico, armado de pontas, cuja energia carrega e, simultaneamente, repele as moléculas do ar ambiente; assim, esse espírito cria em torno de si um campo magnético sem dúvida adverso, o qual, a seu turno, há de repeli-lo, precipitando-o numa "roda-viva" por ele mesmo forjada. Transformando-se em núcleo de correntes irregulares, a mente perturbada emite linhas de força, que interferirão como tóxicos invisíveis sobre o sistema endocrínico, comprometendo-lhe a normalidade das funções.

Mas não são somente a hipófise, a tireóide ou as cápsulas supra-renais as únicas vítimas da viciação. Múltiplas doenças surgem para a infelicidade do espírito desavisado que as invoca. Moléstias como o aborto, a encefalite letárgica, a esplenite, a apoplexia cerebral, a loucura, a nevralgia, a tuberculose, a coréia, a epilepsia, a paralisia, as afecções do coração, as úlceras gástricas e as duodenais, a cirrose, a icterícia, a histeria e todas as formas de câncer podem nascer dos desequilíbrios do pensamento.

Em muitos casos, são inúteis quaisquer recursos medicamentosos, porquanto só a modificação do movimento vibratório da mente, à base de ondas simpáticas, poderá oferecer ao doente as necessárias condições de harmonia. Geralmente, a desencarnação prematura é o resultado do longo duelo vivido pela alma invigilante; esses conflitos prosseguem na profundeza da consciência, dificultando a ligação entre a alma e os poderes restauradores que governam a vida.

A extrema vibratilidade da alma produz estados de hipersensibilidade, os quais, em muitas circunstâncias, se fazem seguir de verdadeiros desastres organopsíquicos. O pensamento, qualquer que seja a sua natureza, é uma energia, tendo, conseguintemente, seus efeitos. Se o homem cultivasse a cautela, selecionando inclinações e reconhecendo o caráter positivo das leis morais, outras condições, menos dolorosas e mais elevadas, lhe presidiriam à evolução.

É imprescindível, porém, que a experiência nos instrua individualmente. Cada qual em seu roteiro, em sua prova, em sua lição. Com o tempo aprenderemos que se pode considerar o corpo como o "prolongamento do espírito", e aceitaremos no Evangelho do Cristo o melhor tratado de imunologia contra todas as espécies de enfermidade.
Até alcançarmos, no entanto, esse período áureo da existência na Terra, continuemos estudando, trabalhando e esperando.

Joaquim Murtinho

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Psicossomática

1 - Psicossomática e Sexo

A Ciência Médica já reconhece que a mente e as emoções, quando em conflito, são causadoras de doenças. A mente, no caso, é uma função cerebral. O cérebro é uma parte do corpo. O corpo é instrumento da alma.

Assim, "mente", "cérebro", "corpo", "alma", constituem o ser. Pedagogicamente, Kardec denominou de:
- "Espírito": o Espírito, quando desencarnado
- "alma": o mesmo Espírito, quando encarnado.

2 - Karma

O Espiritismo, calcado na Lógica e na Justiça Divina, afirma que o ser de hoje é o saldo condensado das experiências adquiridas ao longo das várias jornadas terrenas (reencarnações). Em cada uma delas, pela Lei Divina da Igualdade, o ser nasce com um programa de vida justo e individual, pré-estabelecido.

Os antigos denominavam de "karma"(do Sânscrito = ação), o saldo entre a prática do Bem ou do Mal.
Nesses programas, cármicos, doença e susceptibilidade à doença são consequência do funcionamento da lei de causa e efeito, tanto quanto saúde e paz. No primeiro caso, há "mau karma" e no segundo, "karma bom".


Muito seguidamente semeamos numa vida e colhemos na próxima.

Isso é especialmente verdadeiro para nós, ainda involuídos, nos casos de:

a. doenças causadas ou surgidas no nascimento;

b. susceptibilidade às doenças;

c. doenças hereditárias.

A cura real consiste em corrigir os erros do conhecimento e os defeitos do caráter, eliminando da nossa vida, assim, definitivamente, as ações que produzem dor, especialmente as de crueldade e abuso do corpo. Para o estudo do presente trabalho, analisaremos tão somente as consequências danosas resultantes das aberrações, desvios e abusos sexuais.

A cura acima referida é conquistada, segundo Kardec, pela "REFORMA ÍNTIMA", que consiste, basicamente, na troca do "homem velho" por um "homem novo", cuja transformação moral haja substituído as más inclinações pelo amor ao próximo.

Não resta a menor dúvida que, do ponto de vista da evolução espiritual, o sofrimento é educativo, tanto quanto também o são as experiências agradáveis: dor ou bem-estar dependem da opção de quem age, respectivamente, no mal ou no bem.

Está cientificamente comprovado que as emoções podem alterar o equilíbrio das glândulas endócrinas, hipófise e epífise. A primeira, produzindo e lançando hormônios (do Grego: "horman" = despertar para a atividade), diretamente no sangue; a segunda, servindo de ligação entre os impulsos eletromagnéticos e eletroquímicos, registrados nos nervos e transmitidos para o Espírito.

Se as emoções forem provocadas por ódio, vingança, ciúme, angústia, depressão etc., irão prejudicar a circulação sanguínea, a pressão arterial, impedir a digestão, modificar o ritmo respiratório e a temperatura geral do organismo.

Considerando o papel importantíssimo que desempenham essas glândulas na atividade sexual do ser humano, torna-se relativamente fácil compreender porque os distúrbios sexuais têm sua sede no cérebro, que as abriga. Quanto à epífise, particularmente, interessa-nos sobremaneira sua atividade, dada sua grande importância para a mediunidade, já que é fiel transmissora-receptora de vibrações do corpo físico para o Espírito e vice-versa.

Espíritos infelizes, desencarnados, agindo obsessivamente, induzem encarnados da mesma sintonia à prática sexual menos digna, para usufruírem das sensações decorrentes. É nessa parte que a epífise é largamente utilizada, na ligação encarnado-desencarnado, face à sintoma vibratória similar estabelecida entre ambos. O desencarnado, usando faixa de onda própria à recepção, transmite ao encarnado pensamentos que ele mentalmente acolhe; a partir daí, exercita ele o sexo desregrado, julgando ser o "dono" da idéia, desconhecendo que está sendo instrumento de "vampiros".

3 - Emoções e Doenças

A parte da Medicina que trata da relação emoções-doenças denomina-se "PSICOSSOMÁTICA"(do Grego: psyche = alma e soma = corpo). Obviamente, não se pode afirmar que as emoções são o único vetor que desencadeia doenças. Há causas físicas, também, e muitas, para um mesmo quadro patológico.

Não é nossa intenção, neste foro, aprofundar detalhes sobre a Psicossomática. Pretendemos, isto sim, deixar consignado que a criatura humana é um conjunto (corpo e espírito), e que, quando qualquer órgão ou parte do corpo físico fica doente, em todo esse conjunto há repercussão do estado mórbido.

Do corpo físico, naturalmente, cuida a Medicina. Se o médico diagnosticar origem ou causa emotiva, agirá conforme julgar apropriado.
Sentenciou Platão, há mais de dois mil anos: "A cura de inúmeras doenças é desconhecida dos médicos de Hellas pois eles ignoram o conjunto... E isto porque uma parte jamais poderá estar bem a menos que o todo esteja bem... Este é o grande erro dos nossos dias no tratamento do corpo humano."

Samuel Hahnemann (1755-1843), o criador da Homeopatia, disse: "É necessário estudar as reacões do conjunto da personalidade de um paciente, antes que seja possível concluir qual o remédio certo para sua enfermidade."

4 - Receita de Saúde:

Jesus, o Grande Médico das almas, receitou para a conquista da paz de espírito, que conduz à saúde:
- "Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra".
- "São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso."
- "Fazei para vós outros bolsas que não desgatem, tesouro inextinguível nos céus, onde não chega o ladrão nem a traça consome; porque onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração".
- "O homem bom tira do tesouro bom cousas boas; mas o homem mau do mau tesouro tira cousas más."

Eurípedes Kuhl

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Comando Mental

Todos sabemos que é principalmente das queimas respiratórias intracelulares que o corpo humano obtém a energia necessária ao seu funcionamento.

Como aparelho vivo, o organismo somático do homem é realmente uma máquina de combustão, onde a penetração de oxigênio em moléculas de carbono libera a força íntima de pressão destas últimas, na formação de gás carbônico, produzindo, desse modo, energia calorífica.

Entretanto, cada uma das trinta bilhões de células do corpo humano é não somente uma usina viva, que funciona sob o impulso de oscilações eletromagnéticas de 0,002 mm de comprimento de onda, mas, por igual, um centro emissor, permanentemente ativo, de poderosos raios ultravioleta.

Os processos de manutenção da biossíntese do ser humano podem ser fundamentalmente endotérmicos, mas é a mente espiritual que comanda a vida fisiopsicossomática, de modo mais ou menos consciente, conforme a posição evolutiva de cada Espírito.

A mente espiritual não se alimenta, realmente, em exatos termos de vida própria, senão de energias cósmicas, de natureza eminentemente divina, das quais haure recursos para a sua auto-sustentação. Esses recursos, ela os transforma na energia dinâmica, eletromagnética, que lança ao cosmo em que se manifesta e que controla através dos liames de energia espiritual que a mantém em contato com o citoplasma e que impressionam a intimidade das células com os reflexos da mente.

Quanto mais o Espírito evolve, tanto mais livre, efetiva e conscientemente governa a si mesmo e ao seu cosmo orgânico, cujo metabolismo é conduzido e controlado pelas forças vivas do seu pensamento e das suas emoções.

Quem de fato cresce, definha, adoece e se cura é sempre o Espírito. Em sua multimilenária trajetória no tempo e no espaço, ele aprendeu, aprende e aprenderá, por via de incessantes experimentações, a manter e enriquecer a própria vida.


O cristal cresce por acúmulo, em sua superfície, de substâncias idênticas à de que se constitui; mas isso não se dá com os seres vivos. Mesmo no caso de células nervosas, de características especialíssimas, que crescem sem se dividirem, o fenômeno é outro, pois seu crescimento se verifica de modo estruturalmente uniforme e não apenas superficial.

De regra, não é o aumento de volume das células, e sim a sua multiplicação numérica, que determina o crescimento dos organismos. A diferença entre um organismo recém-nascido e um organismo adulto não é somente de tamanho, mas sobretudo de complexidade.

Assim também com o Espírito. Quanto mais evoluído, sábio e moralizado, mais complexa e poderosa a sua estrutura orgânica perispiritual, capaz de viver e agir em domínios cada vez mais amplos de tempo e espaço.

Se a conquista progressiva do conhecimento nos faz compreender sempre melhor a modéstia da nossa atual condição evolutiva e a extensão do quanto ainda ignoramos, compelindo-nos à humildade diante da sabedoria e do poder de Deus, dá-nos também uma crescente noção de auto-respeito, em face da excelsa nobreza da Vida.
Espírito Áureo

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Na Saúde, Na Doença

NA SAÚDE, NA DOENÇA (CAP. XVII - ÍTEM 11 DO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO)

Em toda circunstância, trate a própria saúde, prevenindo-se da doença com os recursos encontrados em você mesmo.

Cada dia é novo ensejo para adquirirmos enfermidade ou curar nossos males.

O melhor remédio, antes de qualquer outro, é a vontade sadia, porque a vontade débil enfraquece a imaginação e a imaginação doentia debilita o corpo.

Doença do corpo pode criar doença da alma e doença da alma pode acarretar doença do corpo.

Vida atribulada nem sempre significa vida bem vivida.

Conquanto a existência em torno possa mostrar-se febricitante e turbilhonária, resguarde-se contra as intempéries emocionais no clima íntimo do próprio ser, ajudando e servindo com alegria aos menos felizes, na certeza de que o enfermeiro diligente conserva a integridade mental, muito embora convivendo, dia a dia, com dezenas de enfermos em grandes desequilíbrios.

Somos parte integrante da farmácia do nosso próximo.

Observe as reações que a sua presença provoca no semelhante e pacifique aqueles com quem convive, não só pela palavra, mas até mesmo pela aparência e pelas atitudes, pois com a simples aproximação funcionamos como tranquilizadores ou excitantes de quem nos cerca, aliviando ou agravando os seus padecimentos físicos e morais...

Muitas doenças nascem da suspeita injustificável.

Seja sincero com você e com os outros na apreciação de sintomas que se reportem a desajustamentos orgânicos, tratando de assuntos dessa natureza, sem alarde e sem exagero.

O maior restaurador de forças é a consciência reta que asserena as emoções.

Se o leito de dor é agasalho imposto ao seu corpo enfermo, lembre-se de que a meditação é santuário invisível para o abrigo do espírito em dificuldade e que a prece refunde e sublima as energias da alma.

Doença é contingência natural, inevitável às criaturas em processo de evolução; por isso, esforce-se por abolir inquietações quanto a problemas de saúde física, atendendo ao equilíbrio orgânico e confiando na Vontade Superior.

André Luiz

SAÚDE E EQUILÍBRIO

Para garantir saúde e equilíbrio, prometa a você mesmo:

1 - Colocar-se sob os desígnios de Deus, cada dia, através da oração e sustentar a consciência tranquila, preservando-se contra idéias de culpa.

2 - Dar o melhor de si mesmo no que esteja fazendo.

3 - Manter coração e mente, atitude e palavra, atos e modos na inspiração constante do bem.

4 - Servir, desinteressadamente, aos semelhantes, quando esteja ao alcance de suas forças.

5 - Regozijar-se com a felicidade do próximo.

6 - Esquecer conversações e opiniões de caráter negativo que haja lido ou escutado.

7 - Acrescentar pelo menos um pouco mais de alegria e esperança em toda pessoa com quem estiver em contato.

8 - Admirar as qualidades nobres daqueles com quem conviva, estimulando-os a desenvolvê-las.

9 - Olvidar motivos de queixa, sejam quais sejam.

10 - Viver trabalhando e estudando, agindo e construindo, de tal modo, no próprio burilamento e na própria corrigenda, que não se veja capaz de encontrar as falhas prováveis e os erros possíveis dos outros.

André Luiz

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O Consolador

CIÊNCIAS APLICADAS - (O CONSOLADOR)

94 — Como é considerada nos planos espirituais a medicina terrena?

— A medicina humana, compreendida e aplicada dentro de suas finalidades superiores, constitui uma nobre missão espiritual.
O médico honesto e sincero, amigo da verdade e dedicado ao bem, é um apóstolo da Providência Divina, da qual recebe a precisa assistência e inspiração, sejam quais forem os princípios religiosos por ele esposados na vida.

95 — Em face dos esforços da Medicina, como devemos considerar a saúde?

— Para o homem da Terra, a saúde pode significar o equilíbrio perfeito dos órgãos materiais; para o plano espiritual, todavia, a saúde é a perfeita harmonia da alma, para obtenção da qual, muitas vezes, há necessidade da contribuição preciosa das moléstias e deficiências transitórias da Terra.

96 — Toda moléstia do corpo tem ascendentes espirituais?

— As chagas da alma se manifestam através do envoltório humano. O corpo doente reflete o panorama interior do espírito enfermo. A patogenia é um conjunto de inferioridades do aparelho psíquico.
E é ainda na alma que reside a fonte primária de todos os recursos medicamentosos definitivos. A assistência farmacêutica do mundo não pode remover as causas transcendentes do caráter mórbido dos indivíduos. O remédio eficaz está na ação do próprio espírito enfermiço.
Podeis objetar que as injeções e os comprimidos suprimem a dor; todavia, o mal ressurgirá mais tarde nas células do corpo. Indagareis, aflitos, quanto às moléstias incuráveis pela ciência da Terra e eu vos direi que a reencarnação, em si mesma, nas circunstâncias do mundo envelhecido nos abusos, já representa uma estação de tratamento e de cura e que há enfermidades dalma, tão persistentes, que podem reclamar várias estações sucessivas, com a mesma intensidade nos processos regeneradores.

97 — Se as enfermidades são de origem espiritual, é justa a aplicação dos medicamentos humanos, a cirurgia, etc., etc.?

— O homem deve mobilizar todos os recursos ao seu alcance, em favor do seu equilíbrio orgânico. Por muito tempo ainda, a Humanidade não poderá prescindir da contribuição do clínico, do cirurgião e do farmacêutico, missionários do bem coletivo. O homem tratará da saúde do corpo, até que aprenda a preservá-lo e defendê-lo, conservando a preciosa saúde de sua alma.
Acima de tudo, temos de reconhecer que os serviços de defesa das energias orgânicas, nos processos humanos, como atualmente se verificam, asseguram a estabilidade de uma grande oficina de esforços santificadores no mundo. Quando, porém, o homem espiritual dominar o homem físico, os elementos medicamentosos da Terra estarão transformados na excelência dos recursos psíquicos e essa grande oficina achar-se-á elevada a santuário de forças e possibilidades espirituais junto das almas.

98 — Nos processos de cura, como deveremos compreender o passe?

— Assim como a transfusão de sangue representa uma renovação das forças físicas, o passe é uma transfusão de energias psíquicas, com a diferença de que os recursos orgânicos são retirados de um reservatório limitado, e os elementos psíquicos o são do reservatório ilimitado das forças espirituais.

99 — Como deve ser recebido e dado o passe?

— O passe poderá obedecer à fórmula que forneça maior porcentagem de confiança, não só a quem o dá, como a quem o recebe. Devemos esclarecer, todavia, que o passe é a transmissão de uma força psíquica e espiritual, dispensando qualquer contacto físico na sua aplicação.

100 — A chamada "benzedura", conhecida nos meios populares, será uma modalidade do passe?

— As chamadas "benzeduras", tão comuns no ambiente popular, sempre que empregadas na caridade, são expressões humildes do passe regenerador, vulgarizado nas instituições espiritistas de socorro e de assistência.
Jesus nos deu a primeira lição nesse sentido, impondo as mãos divinas sobre os enfermos e sofredores, no que foi seguido pelos apóstolos do Cristianismo primitivo.
"Toda boa dádiva e dom perfeito vêm do Alto" — dizia o apóstolo, na profundeza de suas explanações.
A prática do bem pode assumir as fórmulas mais diversas. Sua essência, porém, é sempre a mesma diante do Senhor.

101 — Por que não será permitida às entidades espirituais a revelação dos processos de cura da lepra, do câncer, etc.?

— Antes de qualquer consideração, devemos examinar a lei das provações e a necessidade de sua execução plena.
Na própria natureza da Terra e na organização de fluidos inerentes ao planeta, residem todos esses recursos, até hoje inapreendidos pela ciência dos homens. Jesus curava os leprosos com a simples imposição de suas mãos divinas.
O plano espiritual não pode quebrar o ritmo das leis do esforço próprio, como a direção de uma escola não pode decifrar os problemas relativos à evolução de seus discípulos.
Além de tudo, a doença incurável traz consigo profundos benefícios. Que seria das criaturas terrestres sem as moléstias dolorosas que lhes apodrecem a vaidade? Até aonde poderiam ir o orgulho e o personalismo do espírito humano, sem a constante ameaça de uma carne frágil e atormentada?
Observemos as dádivas de Deus no terreno das grandes descobertas, mobilizadas para a guerra de extermínio, e contemplemos com simpatia os hospitais isolados e escuros, onde, tantas vezes, a alma humana se recolhe para as necessárias meditações.

102 — Podem os Espíritos amigos atuar sobre a flora microbiana, nas moléstias incuráveis, atenuando os sofrimentos da criatura?

— As entidades amigas podem diminuir a intensidade da dor nas doenças incuráveis, bem como afastá-la completamente, se esse benefício puder ser levado a efeito no quadro das provas individuais, sob os desígnios sábios e misericordiosos do plano superior.

103 — No tratamento ministrado pelos Espíritos amigos, a água fluidificada, para um doente, terá o mesmo efeito em outro enfermo?
- A água pode ser fluidificada, de modo geral, em benefício de todos; todavia, pode sê-lo em caráter particular para determinado enfermo, e, neste caso, é conveniente que o uso seja pessoal e exclusivo.
Emmanuel

SE TODOS PERDOASSEM
Imaginemos, por um minuto, que mundo maravilhoso seria a Terra, se todos perdoassem!...

Se todos perdoassem, a ventura celeste começaria de casa, onde todo companheiro de equipe doméstica perceberia que a experiência na reencarnação é diferente para cada um e, por isso mesmo, teria suficiente disposição para agir em apoio dos associados da edificação em família, a fim de que venham a encontrar o tipo de felicidade pessoal e correta a que se dirigem.

Se todos perdoassem, cada grupo na comunidade terrestre alcançaria o máximo de eficiência na produção do bem comum, porquanto, em toda parte, existiria entendimento bastante para que a inveja e o despeito, o azedume e a crítica destrutiva fossem banidos para sempre do convívio social.

Se todos perdoassem, o espírito de competição, no progresso das ciências e na efetivação dos negócios, subiria constantemente de nível moral, suscitando as mais belas empresas de aprimoramento do mundo, porque o golpe e a vingança desapareceriam do intercâmbio entre pessoas e instituições, com o respeito mútuo revestindo de lealdade os menores impulsos à concorrência, que se fixaria exclusivamente no bem com esquecimento do mal.

Se todos perdoassem, a guerra seria automaticamente abolida no Planeta, de vez que o ódio seria erradicado das nações, com a solidariedade traçando aos mais fortes a obrigação do socorro aos mais fracos, não mais se verificando a corrida de armamentos e sim a emulação incessante à fraternidade entre os povos.
Se todos perdoassem, a saúde humana atingiria prodígios de equilíbrio e longevidade, porquanto a compreensão recíproca extinguiria o ressentimento e o ciúme, que deixariam, por fim assegurar, entre as criaturas, terreno propício à obsessão e à loucura, à enfermidade e à morte.
Quando todos aprendermos a perdoar, o amor entoará hosanas, de polo a polo da Terra, e então o Reino de Deus fulgirá em nós e junto de nós para sempre.
Texto do Epírito Emmanuel