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segunda-feira, 13 de junho de 2011

A Terapia Pelo Perdão

O perdão cristão é um outro recurso terapêutico essencial no desenvolvimento da saúde espiritual.
Para entender o que é o perdão, nos moldes que Jesus pregava, e como ele pode ser utilizado terapeuticamennte, vamos estudar a Parábola do Servo Malvado, conforme anotações de Mateus no Capítulo 18, vv. 23 a 35:
Por isso, o Reino dos céus pode comparar-se a um certo rei que quis fazer contas com os seus servos; e, começando a fazer contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos. E, não tendo ele com que pagar, o seu senhor mandou que ele, e sua mulher, e seus filhos fossem vendidos, com tudo quanto tinha, para que a dívida se lhe pagasse.
Então, aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
Então, o senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida.
Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem dinheiros e, lançando mão dele, sufocava-o, dizendo: Paga-me o que me deves.
Então, o seu companheiro, prostrando-se a seus pés, rogava-lhe, dizendo: Sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
Ele, porém, não quis; antes, foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida.
Vendo, pois, os seus conservos o que acontecia, contristaram-se muito e foram declarar ao seu senhor tudo o que se passara.
Então, o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste.
Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti?
E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia.
Assim vos fará também meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas.
Façamos a exegese da parábola no contexto que estamos estudando: a saúde espiritual.
Temos um rei compassivo que, mediante o pedido de um servo que lhe devia dez mil talentos, uma fortuna, o perdoa de sua dúvida, e esse mesmo servo, utilizando-se de uma medida diferente da que acabava de ter recebido, exige de um conservo o pagamento de uma dívida de cem dinheiros, uma ninharia, comparada à sua própria dívida.
O conservo que estava na mesma situação em que o servo se encontrava diante do rei, solicita clemência, mas o servo o encerra na prisão, sem a mínima compaixão.
Os colegas do conservo o denunciam ao rei que, indignado, o entrega aos atormentadores, até que pagasse o que devia.
O símbolo mais interessante que Jesus utiliza nesta parábola são os atormentadores porque, de resto, ela é muito clara no sentido de mostrar que o servo malvado usa de dois pesos e duas medidas. Quando ele é o necessitado, clama por misericórdia; quando o outro é que está em necessidade diante dele, usa a crueldade.
O que são esses atormentadores a que Jesus se refere? Ele nos diz que o Pai Celestial nos tratará assim, se não perdoarmos. Se levarmos ao pé da letra, dá impressão que Deus irá nos punir, se não perdoarmos. "Assim vos fará também meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas".
Porém, não é isso que Ele quer nos dizer. Vamos analisar a questão no aspecto simbólico e psicológico. Deus criou a Lei de Amor, e todas as vezes que a descumprirmos, seremos entregues aos atormentadores que existem em nós mesmos.
Quando nos julgamos, condenamos e punimos, ficamos entregues aos atormentadores, chamados: remorso e culpa. Todas as pessoas que já experimentaram estes senntimentos sabem que são intensamente tormentosos, e que só desaparecerão quando nos propiciamos o arrependimennto, gerador do autoperdão.
A culpa nos faz sentir uma situação que requer tratamento. A consciência de culpa não seria uma consciência, mas uma pseudoconsciência, um processo de perversão da consciência.
Quando o indivíduo constata uma ação equivocada, ele tem dois movimentos: ou se fixa na conduta egóica, ou se fixa na conduta essencial consciente.
Ação equivocada na abordagem psicológica transpessoal significa todo ato de desamor, ou pseudo-amor (que tenta esconder o desamor), cometido contra si mesmo, outras pessoas ou seres, enfim, contra a Vida.
Quando cometemos um erro, estamos assumindo uma postura egóica. Essa atitude equivocada pode acontecer por ignorância, ou por desprezo ao que é correto, que continua, de uma certa forma, sendo ignorância: a do não-sentir. A pessoa já sabe que é errado, mas ainda não consegue sentir isso.
Errar, portanto, é ignorar, seja no nível do conhecimento ou do sentimento, o que está em conformidade com os princípios da lei de amor. 
Por exemplo, o mandamento cristão de "amar o próximo como a si mesmo" é facilmente entendível no nível do saber, mas dificilmente sentido e, por isso, ainda pouco vivenciado.
Toda atitude equivocada tem, no entanto, a sua conseqüência e sempre arcaremos com ela, pois deixa marcas em nossa consciência, que serão mais ou menos profundas, dependendo do erro cometido, conforme vimos na fase de arrependimento do Filho Pródigo.
Estudemos, detalhadamente, o movimento egóico relativo à culpa e o movimento essencial, para nos libertarmos dela.
Todo movimento egóico sempre tem duas polaridades: uma passiva e outra reativa. Na polaridade passiva, temos o desculpismo e na reativa, o culpismo.
O processo do culpismo é formado por três atitudes: julgamento, condenação e punição, que pode ser tanto de si mesmo, como dos outros.
Diante de um ato equivocado que possa ter cometido, a pessoa se autojulga, considerando a ação errada, por isso se autocondena e posteriormente se autopune, para sofrer as conseqüências de seu erro. Em algumas pessoas, seguindo-se à autopunição, existe uma quarta atitude que é de autopiedade, por se sentir uma coitada, sofrendo dolorosamente, sem perdão.
A mesma coisa fazemos com os erros dos outros: os julgamos, condenamos e punimos. Percebamos que este é um processo de pseudoconsciência e de pseudobilidade, pois a pessoa não muda, em nada, o ato praticado com este movimento.
O processo do desculpismo também é formado por três atitudes: julgamento, justificativa e irresponsabilidade.
Diante de um ato equivocado a pessoa se autojulga, considerando a ação errada, mas ao invés de se autocondenar, como no processo anterior, entra numa atitude de se autojustificar, buscando culpar outras pessoas, reais ou imaginárias, ou a sociedade, o governo ou, até, Deus pelo seu equívoco, assumindo uma conduta irresponsável, que a faz fugir do erro praticado, como se isso fosse possível.
Da mesma forma como no culpismo, podemos usar, também, o desculpismo com os outros; quando percebemos algum comportamento errado nas pessoas, justificamos o mesmo de forma irresponsável. Normalmente isso acontece com pessoas próximas a nós que dizemos amar, mas que, na verdade, envolvemos com pseudo-amor, conivindo com seus erros.
Percebamos que, com estes dois movimentos, o indivíduo se fixa na conduta egóica, mantendo-se na inércia do erro, numa postura rígida e improdutiva. Ao cultivar a culpa e a desculpa, ele aprofunda o movimento egóico.
Estes processos constituem um mecanismo psicológico que atesta a nossa inferioridade, resultado do orgulho e da preguiça. Porque toda modificação exige um esforço. Quando se cai, exige-se um esforço para se levantar, como vimos com o Filho Pródigo. Todo corpo precisa se esforçar para manter-se de pé. Ficar caído é mais cômodo. Além disso, causa nas outras pessoas uma comoção. Nessa postura de pseudo-amor, de autopiedade, a criatura recebe migalhas de afetividade.
Quem se culpa não assume a responsabilidade pelo conduzimento da sua vida. Constitui-se, num nível profundo, um movimento de fuga. É mais fácil sofrer e se sentir um coitado, do que tomar nas mãos a responsabilidade por construir a própria felicidade, pois isto só acontece com esforço pessoal.
Quando o indivíduo se culpa pelo equívoco, este processo acaba por inibir, intensamente, o Ser Essencial, formando uma espécie de anel energético em torno dele, impedindo a sua expansão.
Com isto a pessoa impede que os próprios sentimentos egóicos, que geraram a culpa, sejam transmutados, o que só ocorre através da expansão do Ser Essencial. Acontece, então, um círculo vicioso no qual a incidência nos equívocos leva à culpa, que ampliará as energias do ego, bloqueando o Ser Essencial, gerando uma culpa ainda maior.
Para nos libertarmos, tanto da culpa, quanto da desculpa, necessitamos cultivar o processo da ação responsável. Ele é fruto da observação amorosa, tanto de nós mesmos, quanto dos outros, pela qual nos responsabilizamos pelos nossos atos. Somente através do amor é que podemos nos libertar da culpa e da tentativa de fugir dela.
Vejamos como podemos proceder. A ação responsável é um processo de autoconsciência, composto das seguintes atitudes: responsabilização, arrependimento, auto-análise, aprendizado e reparação.
Todo ser humano é ainda imperfeito e, por isso, quando for realizar uma ação, sempre terá dois resultados: o acerto, ou o erro. O acerto, dentro da visão transpessoal, será sempre um ato de amor diante da vida, o erro, como vimos anteriormente, é um ato de desamor, evidente ou oculto, que acontece pela ignorância do não-saber, ou do não-sentir.
O culpismo é um processo de se tentar substituir um ato de desamor por outro ato de desamor, o desculpismo é a tentativa de substituir o desamor pelo pseudo-amor. Em ambos movimentos a conduta é pseudoconsciente e irresponsável.
A ação responsável é um processo de auto-exame consciente, propiciador do autoperdão. Inicia-se com a autoconsciência, na qual a pessoa irá observar-se para perceber os seus atos, classificando-os em acertos, quando estiverem em conformidade com a lei do amor, e erros, quando forem provenientes do desamor e do pseudo-amor.
Ao se perceber em erro, ao invés de entrar no julgamento, gerador do remorso ineficaz, proveniente da consciência de culpa, ou na tentativa infrutífera de fugir dela, o indivíduo tem uma atitude responsável, não de autoacusação, mas de perceber que foi ele que cometeu aquele ato e somente ele poderá repará-lo.
Após assumir a responsabilidade, segue-se o arrependimento, pois o erro praticado é um ato de desamor, portanto contrário às leis Divinas e, por isso, é necessário se arrepender de tê-lo cometido. 
Após se arrepender inicia uma auto-análise do erro, buscando examiná-lo, isto é, refletir sobre o motivo pelo qual cometeu aquela ação equivocada, o que o levou a agir com desamor, para poder aprender com o erro.
Percebamos, com isso, que o erro faz parte da didática divina, pois do contrário, Ele nos teria criado perfeitos para não errar. Se buscarmos sempre no erro cometido um aprendizado, estaremos evoluindo, tanto com os acertos, quanto com os erros. No final, o que conta sempre é a evolução do ser humano na busca da sua iluminação.
Após ter buscado aprender com o erro, é necessário iniciar ações de reparação. A ação responsável diante da vida exige que reparemos o desamor, transformando tal atitude em atos de amor.
Portanto, o autoperdão não é uma simples anulação do erro de forma fácil, como muitos pensam, mas uma ação consciente que requer responsabilidade, arrependimento, muita auto-análise, aprendizado, e reparação, buscando praticar ações amorosas diante da vida que vão substituindo, gradativamente, o desamor e o pseudo-amor que existem em nós, por amor, transformando as energias egóicas em energias essenciais.
Este é o movimento interno que propicia o autoperdão. Quem não se perdoa, carrega o fardo pesado dos atormentadores - chamados de remorso e culpa - desnecessariamente, como também, se não perdoa os outros, carrega o fardo pesado dos atormentadores - chamados de ressentimento, mágoa e ódio -, inutilmente. A vida se torna insuportável.
No entanto, se o indivíduo assumir a mansidão e a humildade preconizadas por Jesus, poderá se dar oportunidade de refazer o caminho, através do autoperdão:
"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei comigo, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. ", Mateus, 11 :28 a 30.
Façamos uma analogia para facilitar o entendimennto destes três processos: culpismo, desculpismo e ação responsável.
Suponhamos que, a cada reencarnação recebêssemos do Criador, um canteiro com uma terra muito fértil, para plantar flores durante toda a nossa vida. Nascemos já com as sementes das flores, mas, ao invés de plantá-las, arranjamos sementes de espinhos e as semeamos, enchendo o nosso canteiro de espinheiros.
E vamos plantando os nossos espinhos, até que chega um dia em que olhamos para trás, e percebemos todo aquele espinheiro. Podemos ter três atitudes diferentes, diante daquele espinheiro.
A pessoa que cultiva o culpismo, devido ao remorso de não ter plantado as flores que deveria, simplesmente se condena a deitar e rolar no espinheiro para se punir, macerando o próprio corpo, de modo a tentar aliviar a consciência.
Aquela outra que cultiva o desculpismo, começa a dizer que foi o vento que trouxe as sementes de espinhos, ou que alguém entrou ali e os plantou, que ela não tem nada a ver com isso, etc.
Já, quem busca a ação responsável, ao perceber o espinheiro, assume tê-lo plantado, arrepende-se do fato, Mas, ela percebe que as sementes das flores continuam em suas mãos, e que pode começar a plantá-las, agora que está mais consciente. Ao mesmo tempo sabe que deve retiirar, um a um, todos os espinhos plantados e plantar uma flor no seu lugar. É verdade que, ao retirar os espinhos ela pode se machucar, mas é um processo diferente do ferimento voluntário e inútil, que acontece no processo de culpa. "Em verdade vos digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último ceitil".
Vejamos as três atitudes. Na primeira, de que adianta cravar os espinhos plantados na própria carne? O que acontece quando essa pessoa faz isso? Os espinhos diminuem de quantidade quando ela assim o faz? Esse é o mecanismo do culpismo, completamente inútil.
A pessoa tenta substituir os atos de desamor praticados à vida, com mais desamor para consigo mesma, achando que, assim procedendo, está se libertando. Ao contrário, está cometendo erros ainda mais graves, que a impedem de realizar os atos amorosos que necessita. Enquanto ela sofre, o espinheiro continua do mesmo tamanho e o canteiro permanece esperando o plantio das flores.
Já, aquela que finge que o espinheiro não tem nada a ver com ela, também posterga o despertar da consciência, que mais cedo ou mais tarde, irá se manifestar. Muitas vezes, por agir assim, continua plantando mais espinhos.
Percebamos que somente a última proposta é eficaz, é uma atitude proativa. Pois, ao assumir a responsabilidaade pelos espinhos plantados, arrepender-se e buscar substituí-los pelas flores, a pessoa realiza aquilo que o Criador espera dela: que ela cresça, tanto com os erros, quanto com os acertos.
Somente cultivando o auto-amor é que iremos evoluir, e não odiando a nós mesmos, no processo de culpa. Quem se auto-ama, se enche de felicidade, cultivando as flores de amor para embelezar a própria vida e a de outras pessoas, e todo o Universo se felicita com ela.
Essa proposta dá trabalho. Ser feliz é trabalhoso, por isso a maioria das pessoas cultiva a culpa e a desculpa. Mas, cedo ou tarde, todos despertaremos para esse mecanismo produtivo de auto-renovação, buscando, com o cultivo do amor e da felicidade, auxiliar o Universo a crescer.
Caso não queiramos nos dar ao trabalho da autorenovação pelo perdão, seremos tomados pelos atormentadores, chamados mágoa, ódio e ressentimento, quando julgamos, condenamos e queremos punir os outros devido a ações que possam ter cometido conosco. Ou pelo remorso e culpa, quando somos nós que erramos e aí nos autojulgamos, auto condenamos e autopunimos.
Esses atormentadores nos ferem intensamente, representando um grande ato de desamor, não só para os outros, mas, principalmente, para nós mesmos. Essa tormenta só cessará com o perdão às ofensas.
A medicina moderna coloca hoje, tanto o remorso, quanto o ressentimento, como grandes causadores de doenças físicas e emocionais como o câncer, depressão, ansiedade, pânico, mal de Alzhimer, dentre outras. São os atormentadores a que se refere Jesus, que estarão nos convidando, pela dor, a voltar ao amor do qual nos afastamos.
Voltemos a estudar, novamente, a história de vida da nossa amiga Maria. Percebamos que a principal causa da depressão - com todas as suas manifestações físicas e emocionais - que Maria sofreu durante 48 anos, na atual existência, foram os atormentadores da culpa e do ressentimento.
A culpa, devido ao abandono do marido e dos filhos. Essa culpa foi tão intensa, que a perseguiu após a sua desencarnação na vida anterior, e na atual encarnação, até os 48 anos.
O ressentimento foi desenvolvido por ela culpar o pai e a mãe pelas dificuldades que tinha passado na vida.
Somente após refletir que a única forma de se libertar desses atormentadores, era pelo perdão, é que ela começou a sua jornada de auto-responsabilidade, rumo à felicidade.
Por isso o perdão, tanto a si mesmo, como aos outros, representa um grande ato de auto-amor, pois nos liberta de todos esses sentimentos atormentadores.
Deus nos trata sempre com profunda compaixão como o rei tratou o seu servo -, nos permitindo a bênção das várias vidas sucessivas, para repararmos todos os nossos erros, até alcançarmos a perfeição relativa e O compreendamos em Espírito e Verdade.
Por isso é tão necessário o desenvolvimento da compaixão para nós mesmos e para com os outros. O sentimento de compaixão nos leva a tratar os outros como gostaríamos de ser tratados.
Se errarmos, queremos que nossos erros sejam compreendidos pelos outros. Da mesma forma, o sentimento de compaixão nos leva a aceitar os outros como são, com suas qualidades essenciais, e com seus defeitos egóicos, e a compreender que os seus erros, por se originarem no ego, são fruto da ignorância, assim como em nós.
Esse pensamento nos aproxima dos outros, nos colocando no mesmo patamar de humanidade, nos possibilitando o perdão aos outros, assim como nos propicia o autoperdão. 
EXERCíCIO VIVENCIAL: - A TERAPIA DO PERDÃO 
1. Coloque uma música suave e relaxante, feche os olhos e busque relaxar todo o seu corpo da cabeça aos pés. Para facilitar o relaxamento você pode contrair a musculatura da face e membros superiores e relaxar por três vezes. 
2. Agora reflita sobre os atormentadores da culpa, do remorso, da mágoa, do ressentimento em sua vida. Você os cultiva de alguma forma? 
3. Agora reflita sobre como você lida com os movimentos da culpa e da desculpa. Qual deles é mais forte em você? 
4. Que ações você pode realizar para transformar esses movimentos? 
5. Que ações você pode implementar para desenvolver a ação responsável, trabalhando em seu dia-a-dia o autoperdão e o perdão aos outros, libertando-se dos atormentadores? 
6. Anote as suas respostas. 
Alírio de Cerqueira Filho

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