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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Os Chakras e as suas Relações

OS CHAKRAS E AS SUAS RELAÇÕES COM O PROCESSO DE SAÚDE/DOENÇA

Os chakras são centros de energia que existem no interior do corpo fluídico do espírito: o perispírito. Esses centros de força são denominados de chakras que, em sânscrito, significa círculos. São vórtices de energias sutis que têm movimentos circulares de expansão e contração, nos sentidos vertical e horizontal.
Os chakras têm a função de captar energias provenientes de Deus, disponíveis para todas as Suas criaturas, de modo a vitalizar o corpo fluídico e posteriormente serem transmitidas às células do corpo físico, gerando-lhes energia vital.
As pesquisas recentes sobre o funcionamento da acupuntura, têm comprovado a existência dos chakras, dos meridianos e pontos de acupuntura, que são microchakras, ligados aos chakras principais, por canais de energia.
Fisiologicamente os chakras atuam como transformadores de energia, tornando-a mais condensada para poder ser utilizada no corpo físico. As energias captadas pelos chakras vão estimular o sistema nervoso e glandular, a produzir secreções hormonais, que estarão gerando o funcionamento fisiológico dos órgãos do corpo físico.
Existem sete grandes chakras principais, associados ao corpo físico, e muitos outros secundários. Anatomicamente, cada grande chakra está associado a um plexo nervoso e a uma glândula endócrina, e é responsável por um sistema do corpo físico, conforme se vê no esquema a seguir: 

CHAKRA
PLEXO NERVOSO
GLÂNDULAS
SISTEMA ORGÂNICO
RAIZ SACRO-COCCIGEO SUPRA-RENAIS GENITURINÁRIO
SACRAL OU ESPLÊNICO SACRO GÔNADAS REPRODUTIVO
PLEXO SOLAR SOLAR PÂNCREAS DIGESTIVO
CORAÇÃO PLEXO CARDÍACO TIMO CIRCULATÓRIO E IMUNOLÓGICO
GARGANTA GÂNGLIOS CERVICAIS/MEDULA TEREÓIDE RESPIRATÓRIO
FRONTAL HIPOTÁLAMO HIPÓFISE SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO
CORONÁRIO CÓRTEX CEREBRAL GLÂNDULA PINEAL SISTEMA NERVOSO CENTRAL

Os grandes chakras estão situados numa linha vertical que sobe, da base da coluna, até a cabeça. O mais baixo, chamado de chakra raiz, fica perto do cóccix. O segundo chakra, chamado de chakra sacral, ou esplênico, situa-se logo abaixo do umbigo, ou próximo ao baço. O terceiro chakra, o do plexo solar, situa-se na metade superior do abdômen, abaixo da ponta do esterno. O quarto, também conhecido como chakra do coração, pode ser encontrado na parte média do esterno, próximo ao coração e glândula timo. O quinto chakra, o da garganta, localizado no pescoço, próximo ao pomo de Adão na região da tireóide e da laringe. O sexto chakra, o da testa, situa-se na parte média da fronte, ligeiramente acima do cavalete do nariz. O sétimo chakra, coronário, está localizado no topo da cabeça.
A descoberta da ligação hormonal entre os chakras e as glândulas endócrinas demonstra como um desequilíbrio no sistema energético sutil do perispírito, pode produzir alterações anormais nas células de todo o corpo.
Uma diminuição no fluxo de energia nos chakras pode produzir uma diminuição da atividade na glândula endócrina correspondente aquele chakra. Por exemplo: a diminuição no fluxo de energia no chakra da garganta (o quinto chakra), pode gerar um hipotireoidismo, com todas as suas conseqüências fisiológicas.
Os chakras realizam o controle do fluxo de energia vital para os diferentes órgãos do corpo. Quando estão funcionando de forma adequada, fortalecem e equilibram um determinado sistema fisiológico.
O funcionamento anormal dos chakras produz alterações no sistema correspondente do corpo. É claro que essa alteração não vai acontecer, apenas, em um sistema, pois os chakras estão integrados entre si, portanto, alterações em um, produzem alterações em outros. Por isso é que, quando uma pessoa adoece, a manifestação mais intensa da doença acontecerá em um determinado órgão, mas todos os demais são afetados, porque, energeticamente, não há uma separação e todo o conjunto adoece.
Do mesmo modo, quando um chakra se equilibra - devido à interligação dos sistemas homeostáticos dos corpos físico e fluídico -, há uma contribuição para o equilíbrio dos demais e para a manutenção da saúde da pessoa. Cada sistema opera em harmonia com os outros, numa perfeita sincronia.

O fluxo das energias divinas flui para dentro do corpo através do chakra coronário, no topo da cabeça e são catalizadas pelo chakra cardíaco. Como os chakras estão intimamente ligados à medula espinhal e aos gânglios nervosos existentes ao longo do eixo central do corpo, a energia flui para baixo, passando do chakra coronário para os demais, que distribuem as energias sutis para as partes do corpo e órgãos apropriados, transformando-se em energia condensada, a partir da secreção dos hormônios. Dessa forma, todo o corpo é estimulado pela liberação dos hormônios na corrente sangüínea, que, mesmo em diminutas quantidades, têm uma ação extremamente poderosa em todo o organismo físico.
Além de ter toda essa função fisiológica, os chakras têm uma função espiritual específica, estando associados às questões psíquicas e emocionais, importantes para o desenvolvimento da consciência humana. 
Nesta obra estaremos nos atendo a essas funções espiritual e emocional dos chakras e, futuramente, em outros livros da COLEÇÃO SAúDE ESPIRITUAL abordaremos, detalhadamente, as funções psíquicas ligadas à mente, e as fisiológicas, referentes ao corpo físico no processo saúde/doença.
Os sete chakras principais têm uma função espiritual à psíquica e emocional - específica, como vemos na Figura 5_ O primeiro chakra é responsável pela segurança, o segundo pelo prazer, o terceiro pelo poder, o quarto pelo amor, o quinto pelo conhecimento, o sexto pela inspiração e o sétimo peb transcendência, atributos fundamentais para o processo de desenvolvimento da criatura humana.  

Para compreender como os chakras estão envolvidos no processo saúde/doença, é preciso entender que as suas energias são passíveis de desequilíbrio de dois tipos: inibição e congestão. Esse desequilíbrio estará afetando o funcionamento normal dos atributos de cada chakra.
A inibição é resultado de um processo de bloqueio das energias do corpo fluídico que não são absorvidas corretamente. Isto resulta numa hipoatividade dos chakras, e repercutindo nos órgãos e glândulas, gerando um estado de inércia, hipotonia, astenia e redução energética que vão produzir no organismo físico hipoglicemia, hipotensão, hipotireoidismo, cansaço, sonolência, desânimo, depresssão, etc., enfim, doenças ocasionadas pela inibição energética das funções psíquicas, orgânicas e glandulares.
A congestão ocorre quando há um acúmulo de energias nos chakras, fazendo com que elas não sejam utilizadas de forma adequada. Há uma hiperatividade dos chakras, que irá produzir um congestionamento do corpo fluídico, num processo semelhante às inflamações que ocorrrem no corpo físico.
Estas regiões do corpo fluídico que se encontram "inflamadas" vão produzir uma hiperatividade dos órgãos ou glândulas do corpo físico, resultando em doenças como a hipertensão arterial, hipersecreção de ácidos no sistema digestivo que, por sua vez, gera gastrites e úlceras pépticas, hipertireoidismo, hiperglicemia, artrites, cefaléias, enfim, doenças geradas pela excessiva estimulação dos órgãos.
Com relação ao funcionamento psíquico e emocional dos chakras podem acontecer a inibição e a congestão, quando há um desequilíbrio das energias, gerando, respectivamente, a hipoatividade, pelo bloqueio e inibição das energias, e a hiperatividade, pelo excesso de energia.
Tanto a hipoatividade, quanto a hiperatividade dos chakras acontecem devido ao processo de identificação, ou mascaramento, dos sentimentos egóicos - estudados no capítulo anterior - e a atividade normal, quando buscamos o essencial em nós mesmos e nos vinculamos às questões transcendentes da vida.
Vejamos como ocorrem esses movimentos nos diferentes chakras. Inicialmente gostaríamos de esclarecer que esta divisão é didática, e que os movimentos antagônicos não são formas acabadas e definitivas, que há uma gradação entre eles e que raramente uma pessoa tem só um deles. Em sua maioria temos os dois movimentos desequilibrados, predominando um deles e podemos, em outros momentos, estar centrados no equilíbrio do chakra.
O primeiro chakra, quando equilibrado, tem como função manter a segurança do indivíduo, promovendo a manutenção de sua vida biológica e psicológica. É o chakra de preservação da vida e afirmação da pessoa no mundo de relação.
Está ligado aos instintos primários de sobrevivência, sendo o principal agente da resposta de fuga ou luta, quando há algum perigo. Ele está relacionado com o medo de acontecer danos ao corpo físico, que coloquem em risco, a vida da pessoa.
Psiquicamente é responsável pela vontade de viver e de afirmar a sua capacidade diante das atribulaçôes naturais da vida.
Quando a energia está equilibrada, a pessoa manifesta uma vontade de viver, afirmando os seus valores. Quando surgem empecilhos em sua vida, busca se libertar deles, se precavendo de possíveis dificuldades, com prudência e tranqüilidade.
É uma pessoa segura, autoconfiante que, diante dos problemas, busca a solução com naturalidade, colocando a sua capacidade à prova e aprendendo com os erros e acertos.
Tem um medo natural do desconhecido, pois é fruto do instinto de autopreservação, que é superado com os cuidados e pela prudência com que realiza as suas ações.
Quando congestionado na hiperatividade, este chakra írá gerar a temeridade, na qual o indivíduo não sente medo de nada, agindo de forma inconseqüente e imprudente, colocando em risco a própria vida e, muitas vezes, a dos outros.
A pessoa age de forma imprudente e irresponsável, sem pensar nas conseqüências dos seus atos, para si e para os outros. Parece, para aqueles que observam a vida de um ângulo superficial, que elas são extremamente autoconfiantes, por não apresentarem medo de nada. Na realidade, essa autoconfiança é falsa, pois, ser temerário não significa ser corajoso.
São pessoas que, em verdade, sentem um desprezo pela vida e por isso se tornam temerárias.
Hoje em dia há todo um culto à temeridade - nos chamados esportes radicais e outros jogos -, que coloca em risco a vida das pessoas, para que elas possam viver, segundo dizem, de "adrenalina". 

O primeiro chakra está ligado às glândulas supranais que produzem, dentre outros hormônios, a adrenalina, para que haja a resposta luta ou fuga, necessária à preservação da vida em caso de perigo. Quando esse perigo é real, saber lidar com ele é uma questão de sobrevivência.
O problema é que hoje, cada vez mais, as pessoas, especialmente jovens, têm criando perigos artificiais - para que haja uma hiperatividade do primeiro chakra, e da secreção de adrenalina -, como nos brinquedos de parque de diversão, que despencam de alturas inimagináveis, como se elas estivessem caindo num abismo; os esportes radicais que, a cada dia, se tornam mais perigosos; os "rachas" que acontecem nas avenidas das grandes cidades, etc. Com tal atitude estão criando o chamado vício da adrenalina, um hormônio natural, cuja secreção se dá em condições específicas, que é hipersecretado com graves conseqüências para a saúde física e mental das pessoas.
Quando inibido pela hipoatividade, esse chakra irá gerar a insegurança, na qual o indivíduo sente-se incapaz de se conduzir e afirmar-se na vida.
A inibição do chakra torna a pessoa insegura, com medo de tudo e de todos, pois se acha incapaz, o que a faz ficar acuada diante dos desafios naturais da vida.
Em grau extremo pode paralisar a pessoa, que fica com medo de vivenciar a própria vida, numa suposta incapacidade. Essa paralisia acontece devido ao fato de ter muito medo de errar e sofrer por isso.
Essa característica gera uma dependência psicológica em relação à aprovação dos outros, que são utilizados para validar a atuação da pessoa insegura.
O segundo chakra, quando equilibrado, tem como função o prazer, desde os prazeres de ordem mais fisiológica e sensual, gerado pelo instinto de sobrevivência, como o sexo e o prazer da alimentação, mas também o prazer de viver, o prazer de se afirmar no mundo.
Há uma ligação direta com o primeiro chakra, na manutenção da vida, promovida pelo prazer que o sexo e a alimentação proporcionam. Se Deus não tivesse colocado o prazer nessas duas funçôes vitais, não haveria a perpetuação da vida na reprodução e poderíamos morrer de inanição. Por isso o prazer é sagrado em sua origem.
Do mesmo modo existe o prazer psicológico de se afirmar no mundo, de ser capaz, de ser útil, de realizar a parte que nos cabe na criação de um mundo melhor para todos, a começar de nosso mundo íntimo.
As pessoas que têm uma relação sagrada com o prazer vão tornando-o cada vez menos sensual, a partir do desenvolvimento dos prazeres essenciais, ligados à estesia, como o da convivência amiga, de uma leitura edificante, de um passeio junto à natureza, de criar coisas boas, de ser co-criador no Universo, etc, prazeres que não as impedem de gozar, dentro do equilíbrio, o prazer de uma relação sexual e os prazeres de uma boa mesa.
Quando congestionado na hiperatividade, temos o apego ao prazer, o sensualismo, no qual o indivíduo abusa do prazer sensual, buscando o prazer a qualquer custo, por exemplo, através da sexolatria, da glutoneria, trazendo muitos prejuízos para si e para outras pessoas.
As pessoas que se apegam ao prazer têm uma postura sensualista. Ainda estão extremamente voltadas para o ego, aos sentidos sensoriais, para a vida material. Vivem para usufruir o prazer, seja do sexo ou da comida ou, como é mais comum, para ambos. Invertem, com isso, os valores, pois o sexo e a comida são para manter a vida e não a vida apenas para usufruí-los.
Na sexolatria há também um movimento de usar outras pessoas apenas como objeto de prazer, sem se importar com os seus sentimentos, trazendo graves conseqüências para os que usam e os que são usados.
Como elas estão voltadas para os prazeres sensuais não há espaço para os prazeres estésicos. Há um predomínio muito grande da matéria sobre os valores espirituais, e por isso estão muito distantes, ainda, dos prazeres essenciais ligados ao ato de viver, como descrevemos anteriormente.
Quando inibido na hipoatividade, temos a aversão ao prazer, o puritanismo, no qual o indivíduo inibe as energias desse chakra, desprezando o prazer que sente, normalmente devido às crenças religiosas arraigadas de que sentir prazer é algo impuro, pecaminoso.
Essa inibição é típica de posturas puritanas que buscam negar toda forma de prazer, que atingiram o seu auge na Idade Média e, em menor escala, existem até hoje, devido às crenças religiosas antinaturais, pois como vimos anteriormente o prazer tem origem na sabedoria do Criador da Vida, que o criou para que houvesse a preservação da vida.
Normalmente essa postura surge após estagiarmos durante muito tempo na busca do prazer pelo prazer, na atual existência, ou em outras experiências de vida. A pessoa sai de um extremo e vai para o outro.
Pessoas que têm essas crenças sentem-se culpadas quando têm prazer, pela necessidade que sentem de serem punidas pelos "pecados" que cometem. Desde o pecado original bíblico, até a crucificação de Jesus e outros pecados particulares inconfessáveis, ligados, na maioria das vezes, ao sexo, que são cometidos às escondidas ou pelo pensamento, e que são prontamente reprimidos. 

Por isso sentem a necessidade de abolirem o prazer de suas vidas, para não errarem mais, como se essa fosse uma decisão acertada. Somente poderemos nos libertar de um problema relacionado ao apego, através do desapego, que é o uso equilibrado daquilo que antes idolatrávamos.
Quando cultivada sistematicamente, essa aversão pode gerar uma diminuição, ou abolição completa, do próprio prazer de viver. É o que acontece na depressão que, muitas vezes, conduz a pessoa ao suicídio, contrariando o próprio instinto de sobrevivência.
O terceiro chakra, quando equilibrado, tem como função o poder. É fundamental para a manutenção da vida, o poder de viver, o poder de transformação, de evoluir até a plenitude do ser.
É responsável pelo poder de escolher entre um caminho ou outro, de ser capaz de conduzir a própria vida e de ser feliz.
É a partir deste chakra que a pessoa exerce o poder, transformando a sua própria vida para melhor. Em virtude disso, serve como exemplo de mudança para outras pessoas.
Quando em equilíbrio, usa o seu poder na relação com outras pessoas para orientar, assessorar, colaborar com os outros, caso estes queiram a sua colaboração.
Quando congestionado, devido ao abuso do poder na hiperatividade, temos dois movimentos interligados e muito próximos: a onipotência e a prepotência.
A onipotência é o movimento no qual uma pessoa pensa que tem um superpoder e, por isso, tem uma tendência de querer fazer as escolhas e viver a vida pelos outros, evitando que a outra pessoa passe pelas experiências, muitas vezes, necessárias ao seu próprio crescimento.
Há uma interferência na vida do outro. A pessoa onipotente, consciente ou inconscientemente, se idealiza mais inteligente, mais capaz do que o outro e, por isso, deseja direcioná-lo.
A prepotência é o uso da força sobre o outro que é subjugado. A pessoa prepotente acredita ser superior aos outros e, por isso, força a submissão da outra que ela pensa ser inferior. Ela faz com que a outra pessoa mude a sua maneira de ser, para atender às suas vontades.
Os dois movimentos são interdependentes, nos quais a pessoa se sente supercapaz, com um poder muito maior do que realmente tem e que pode, não somente conduzir a própria vida, como também a vida dos outros e todas as circunstâncias externas; enfim, a pessoa se acha com superpoderes para interferir em tudo à sua volta. Gera o autoritarismo e a ingerência na vida dos outros e, em grau elevado, a tirania.
Pessoas assim querem controlar a tudo e a todos, devido ao seu complexo de superioridade, que surge do orgulho, constituindo-se uma reação ao complexo de inferioridade que toda pessoa prepotente/onipotente possui.
Psicologicamente esse movimento é, em um nível profundo, a tentativa da criatura se igualar ao Criador, único verdadeiramente Onipotente, daí a sua origem no complexo de inferioridade. A pessoa se sente inferior e tenta, de todas as maneiras, acabar com esse sentimento, desenvolvendo a pseudo-superioridade.
Por isso, tanto a prepotência, quanto a onipotência, é um falso poder sobre o outro, porque ninguém tem o poder de viver a vida pelo outro, de fazer com que o outro mude, de fazer as suas escolhas, de subjugar verdadeiramente o Eu do outro.
Quando as energias no terceiro chakra estão inibidas, temos a hipoatividade geradora da impotência, na qual o indivíduo sente-se incapaz de escolher os rumos da própria vida e de ser feliz.
Tende a gerar um sentimento de subserviência e incapacidade, produzindo a auto-anulação em graus extremos. É um movimento intimamente relacionado com a onipotência e a prepotência.
Normalmente, quando a pessoa não consegue, por algum motivo, exercer a prepotência ou a onipotência que exercia, ou que gostaria de exercer, entra na polaridade passiva do ego, caracterizada pela impotência. 

O indivíduo que quer controlar tudo e todos e pensa que é capaz de tudo, ao obter como resultado o contrário, reage de forma oposta ao movimento que vinha ocorrendo até então. Passa a pensar que não pode nada, que não é capaz de controlar nada, que não consegue nada na vida, etc., gerando a impotência.
É um movimento caracterizado pela suposta incapacidade de se exercer o poder. A pessoa impotente idealiza-se incapaz de exercer qualquer atividade que venha atuar na vida do outro.
A impotência acontece, quase sempre, após uma tentativa frustrada de ação prepotente ou onipotente.
Uma outra forma de se exercer a impotência é acreditar que os outros têm o poder sobre nós.
Por exemplo, uma pessoa que diz assim: "fulano me deixa irritada", "você me faz sentir um idiota", "você me deixa triste", está atribuindo ao outro, um poder que ele não tem, o de nos fazer sentir de uma forma ou de outra.
Na realidade o outro pode estimular, com sua atitude, crenças, sentimentos e comportamentos negativos, mas que são nossos e, por isso, somos responsáveis por eles. Atribuir poder ao outro sobre o que pensamos e sentimos, é assumir o não controle diante do processo.
Podemos resumir essa atitude através do seguinte pensamento oculto, mas que expressa a impotência: "Se é ele que me deixa irritado eu não posso fazer nada com relação a isso".
Ao contrário, se admitirmos que a irritação é nossa, e que somos nós que a produzimos, assumimos o poder real de nos libertar dela.
Nas colocações acima, para assumir a realidade e não a fantasia, a pessoa deveria dizer assim: "eu me sinto irritada com a atitude de fulano ", "eu me sinto como idiota quando você faz isso", "eu me sinto triste quando você tem essa atitude". Tendo estes pensamentos e não aqueles colocados acima, ela assume o poder de mudar tudo isso e não atribui ao outro, o poder que o outro não tem, que é o de decidir o que ela irá sentir.
Portanto, a impotência também é uma forma falsa de se exercer o poder, pois ninguém é tão incapaz para não ter poder nenhum. Já uma relação direta entre o sentimento de impotência e a insegurança do primeiro chakra.
O quarto chakra, quando equilibrado, tem como função o amor. Esse equilíbrio é formado pelos sentimentos de auto-amor que irão catalisar as energias provenientes do Criador da Vida, captadas pelo chakra coronário, para todo o organismo.
O exercício do auto-amor vai gerar o amor ao próximo. Esse processo irá gerar o amor incondicional, no qual o indivíduo direciona a sua vida adequadamente, canalizando as energias que recebe de forma altruísta, para SI mesmo e para os outros.
As lições de amor estão entre as mais importantes das que somos convidados a exercitar e aprender, em nossas existências no mundo físico. Para isso é fundamental o desenvolvimento dos sentimentos de compaixão e empatia, para que haja a abertura do chakra cardíaco. Ao realizar essas ações, estamos nos aprimorando essencialmente e nos proporcionando o desenvolvimento de uma forma mais elevada de consciência.
Quando inibido na hipoatividade, temos a indiferença, na qual o indivíduo tem uma atitude egoística de somente ligar para si mesmo, buscando o seu bem-estar, em detrimento dos outros. Na verdade esse bem-estar é falso, pois não é possível estar bem, gerando o mal dos outros, ou sendo indiferente a eles.
A indiferença gera a carência afetiva, pois, para receber amor é preciso, primeiramente, doar amor. Em graus extremos pode produzir a indiferença completa pela própria vida, por inibição da capacidade de dar e receber amor, estando ligado, quando isso ocorre, ao impulso suicida, já estudado.
Quando congestionado pela hiperatividade, temos o apego, no qual o indivíduo ama com um amor possessivo, que sufoca e aprisiona o ser amado, tornando-se dependente deste.
Esse tipo de amor, com apego, é próprio das pessoas inseguras, possessivas, e existe em qualquer tipo de relacionamento amoroso. Na realidade, este é um amor que adoeceu, que gera um mal-estar no ser amado. O verdadeiro amor liberta e é incondicional.
O quinto chakra, quando equilibrado, tem como função o conhecimento. É responsável pela aquisição de conhecimento, fundamental na conquista da sabedoria.
Tem também como função a comunicação e o exercício da vontade, que estão intimamente ligadas ao processo do conhecimento. É pela comunicação que se adquire e se compartilha o conhecimento.
O exercício da vontade é uma conseqüência direta do autoconhecimento. Quando mais a pessoa aprofunda o conhecimento de si mesma, percebendo as suas dificuldades interiores, mais aumenta a sua vontade de autodomínio e autotransformação, para que possa se libertar dessas dificuldades e ser feliz.
Quando congestionado na hiperatividade, temos o abuso do conhecimento.
O abuso de conhecimento tem como objetivo obter poder de coerção, e está ligado aos processos de onipotência e prepotência, gerados pela hiperatividade do terceiro chakra.
Quando a pessoa abusa do conhecimento, há um movimento de submeter outras pessoas à sua vontade. Esse é um movimento no qual o indivíduo utiliza o conhecimento para manipular, ou prejudicar, as pessoas que não o possuem, ou que o possuem de forma limitada.
Em graus extremos o indivíduo pode utilizá-lo para escravizar, ou fanatizar, outras pessoas em torno de suas idéias, com o intuito de prevalecer a sua prepotência sobre elas.
Quando inibido na hipoatividade, temos a sonegação ou o desprezo ao conhecimento.
A sonegação acontece quando o indivíduo detém o conhecimento somente para si, não o comunicando às outras pessoas. Isso acontece com pessoas que detêm um determinado conhecimento, em uma área de trabalho, e não compartilham com outras pessoas, por insegurança, ou com objetivo de manipulação. Ela pode, ainda, comunicar o conhecimento de forma distorcida. A sonegação inibe a atividade do chakra.
O desprezo acontece quando a pessoa tem a oportunidade de adquirir conhecimento e o despreza.
Isso é muito comum no que tange às questões espirituais. Hoje em dia existem muitas informações em todos os níveis, desde o científico até o religioso, e muitas pessoas fogem de obter o conhecimento, com medo de ter que se comprometer com um outro modo de vida.
Acreditam que, não tendo conhecimento de uma vida mais espiritualizada, podem viver de forma materialista, sem maiores conseqüências.
Em um grau menor temos aqueles que buscam o conhecimento espiritual, mas continuam tendo, na prática, uma vida materialista. São os espiritualista-materialistas. Não há um esforço ou, quando existe, é muito débil para se exercitar o conhecimento das verdades espirituais, para poder senti-las e vivenciá-las plenamente.
Esse desprezo ao conhecimento espiritual faz o indivíduo distanciar-se do autoconhecimento, por medo daquilo que irá encontrar no seu interior.
Há um medo enorme de se encontrar os sentimentos egóicos negativos que são mascarados, consciente ou inconscientemente, como se fosse possível para a criatura, fugir de si mesma.
Esse desprezo ao conhecimento espiritual e ao autoconhecimento traz conseqüências graves para o indivíduo que realiza esse movimento psicológico, pois enfraquece a sua vontade, tornando-o superficial, bloqueando oportunidades valiosas de evolução.
O sexto chakra, quando equilibrado, tem como função a inspiração e a intuição.
No processo de evolução do ser humano há um movimento natural do Essencial se fazer perceptível em nível consciente, pois ele é a manifestação de Deus, em nós mesmos.
A Providência Divina nos dotou dessa capacidade que está intimamente relacionada aos três últimos chakras, especialmente o sexto e o sétimo.
Através do sexto chakra nos tornamos conscientes dos influxos energéticos provenientes do Ser Essencial, nos convidando a buscar desenvolver a nossa espiritualidade, e recebemos orientações sutis de nossos mentores espirituais, anjos de guarda e espíritos protetores, através da inspiração e da intuição.
Essas intuições são recursos valiosos para superação de nossas dificuldades e é fundamental que abramos os canais de percepção do sexto chakra.
Quando congestionado na hiperatividade, temos o misticismo, no qual o indivíduo acredita que está o tempo todo sendo orientado por seres espirituais superiores, que direcionam a sua vida, como se fossem babás de crianças irresponsaveis.
Temos aqueles que acreditam-se investidos de grandes missões espirituais e que as "forças cósmicas" o estão inspirando para efetivá-las.
Enfim, temos muitas pessoas que, por excessiva incredulidade, abdicam de suas próprias escolhas espirituais, para viverem de forma mística, o que favorece a obsessão especialmente a fascinação.
Quando inibido na hipoatividade temos o desprezo às intuições e inspirações no qual o indivíduo, por uma visão materialista da vida, nem se aceita como um ser espiritual, quanto mais a existência de outros seres espirituais em outra esfera de vida.
Essa crença gera um bloqueio do sexto chakra, pois a pessoa não admite a possibilidade de obter recursos interiores no Ser Essencial, pois o nega sistematicamente e é claro que também estará bloqueando toda ajuda espiritual superior, através da inspiração, para resolver os seus problemas.
Isso, porém, não impede intuições e inspirações inferiores de espíritos materializados, que aproveitam da sua fixação nos três chakras inferiores, para melhor se utilizar dele.
O sétimo chakra, quando equilibrado, tem como função a transcendência. É responsável pela busca espiritual e pela nossa ligação direta com a dimensão espiritual da vida e com Deus.
É ativado quando a pessoa conscientemente busca desenvolver a sua religiosidade e espiritualidade, em harmonia com os valores essenciais da vida.
Essa busca permite que a pessoa faça exercícios em que há uma percepção de estados elevados de consciência, fator que amplia a sua capacidade de espiritualização e evolução.
Este chakra tem, como glândula de ligação ao corpo físico, a epífise, que permite a mediunidade equilibrada com Jesus, na qual o intermediário coloca-se num estado elevado de consciência, ampliando as suas funções psíquicas para melhor servir.
Quando congestionado na hiperatividade, temos o abuso das funções psíquicas de ligação com a vida espiritual, no qual o indivíduo utiliza os seus potenciais mediúnicos para fazer o mal a outras pessoas e adquirir proveito próprio.
São aquelas pessoas que, detendo poderes psíquicos, ao invés de entrarem num estado elevado de consciência para servir ao bem, oferecem os seus recursos mediúnicos para que espíritos, ainda empedernidos no mal, possam agir, gerando o mal a terceiros.
Na verdade as pessoas que agem assim, tanto os encarnados, quanto os desencarnados, estão produzindo o mal a si mesmas, pois não é possível utilizar dessa forma o sétimo chakra sem danos graves ao corpo fluídico, que irão gerar, nesta ou em futuras reencarnações, transtornos psicóticos de difícil recuperação.
Quando inibido na hipoatividade, temos a não utilização das funções psíquicas de ligação com a vida espiritual também por uma visão materialista da vida, na qual não se admite a existência do espírito. 

A inibição também acontece quando a pessoa percebe que traz os potenciais mediúnicos, mas, por medo de buscar o transcendente, pelo desconhecimento do que irá encontrar, bloqueia as funções psíquicas do sétimo chakra.
Outra forma de inibição, muito comum, é o desprezo às manifestações, devido ao esforço que se deve empreender para manter o equilíbrio das funções psíquicas, através da prática constante do amor. Isso acontece com as pessoas que cultivam a espiritualidade-materialista já estudada.
Como dissemos anteriormente, esta divisão é apenas didática, pois os chakras estão intimamente ligados uns com os outros. A alteração em um repercute, mais ou menos intensamente, nos outros. O que acontece é que, dependendo da função psíquica que está alterada, as manifestações dos sintomas dar-se-ão, primariamente, mais em um chakra e menos em outro.
Como exemplo temos pessoas que se queixam de um nó, ou um bolo na garganta, denotando uma alteração no chakra do conhecimento; outras se queixam de um vazio, um oco ou um buraco no peito, um peso no coração, de monstrando uma alteração no chakra do amor; outras sentem os mesmos sintomas no epigástrio, alteração no chakra do poder; outros um peso no baixo ventre, chakra do prazer ou segurança; outros sentem opressão na cabeça, alteração do sexto e do sétimo chakras.

CHAKRAS
HIPOATIVIDADE
ATIVIDADE NORMAL
HIPERATIVIDADE
1°. CHAKRA INSEGURANÇA SEGURANÇA TEMERIDADE
2°. CHAKRA DESPREZO AO PRAZER
(PURITANISMO)
PRAZER APEGO AO PRAZER
(SENSUALISMO)
3°. CHAKRA IMPOTÊNCIA PODER ONIPOTÊNCIA/PREPOTÊNCIA
4°. CHAKRA INDIFERENÇA AMOR APEGO
5°. CHAKRA SONEGAÇÃO E DESPREZO AO CONHECIMENTO CONHECIMENTO ABUSO DO CONHECIMENTO
6°. CHAKRA DESPREZO À INTUIÇÃO E INSPIRAÇÃO INSPIRAÇÃO E INTUIÇÃO MISTICISMO
7°. CHAKRA DESPREZO ÀS FUNÇÕES PSÍQUICAS TRANSCENDÊNCIA ABUSO DAS FUNÇÕES PSÍQUICAS

Os Chakras e o Psiquismo 

São vários sintomas, cada um com uma particularidade. Todos estes sintomas demonstram alterações nos chakras correspondentes, que se tornam protuberantes, inibidos, desvitalizados ou desalinhados, dependendo da posição anatômica em que o sintoma se manifesta.
O desequilíbrio acontece de forma predominante em uma polaridade, hiperatividade ou hipoatividade, mas pode ocorrer uma alternância entre os processos, funcionando como um pêndulo de um relógio, ora se está numa polaridade, ora em outra, especialmente nas atividades dos 3 chakras inferiores.
Os três primeiros centros de força (segurança, prazer e poder), localizados abaixo do diafragma, formam uma tríade fisiológica em que predominam as funções orgânicas responsáveis pela manutenção da vida no corpo físico, e pela afirmação do espírito encarnado no mundo. 

Os três centros mais elevados (conhecimento, intuição e transcendência), formam a tríade espiritual superior, em que predominam as funções espirituais responsáveis pela elevação do espírito encarnado, conectando-o com a vida maior.
O quarto chakra, o do amor, é a ponte entre as tríades fisiológica e espiritual superior. Ele catalisa as energias dos outros chakras que, para estarem em equilíbrio, necessitam do amor do quarto chakra.
Percebamos que todos os desequilíbrios dos demais chakras acontecem pela ausência do amor. A energia da segurança, sem amor, produz a insegurança e a temeridade; o prazer, sem amor, gera o sensualismo ou o puritanismo; o poder, sem amor, gera a onipotência, a prepotência e a impotência; o conhecimento, sem amor, produz o abuso, a sonegação e o não uso; a intuição, sem amor, gera o misticismo ou sonegação espiritual; a transcendência, sem amor, possibilita as aberrações medianímicas e o bloqueio de faculdades sublimes.
O amor, portanto, é o elemento gerador e catalisador de energias, que vai permitir o funcionamento equilibrado dos chakras e, conseqüentemente, de todo o organismo físico.
A expressão e o objetivo principal do chakra cardíaco é o "amor incondicional", a compaixão e a ativa demonstração da consciência cristã.
Quando aprendemos a desenvolver e a manifestar os aspectos espirituais superiores do chakra cardíaco, torna-se mais exeqüível, para nós, promovermos a transmutação das doenças a partir das energias doces e equilibradoras que recebemos de Deus pelo sétimo chakra, e que são distribuídas, amplamente pelo chakra do amor. 

EXERCíCIO VIVENCIAL: - OS CHAKRAS E O PSIQUISMO  

1. Coloque uma música suave e relaxante, feche os olhos e busque relaxar todo o seu corpo da cabeça aos pés. Para facilitar o relaxamento você pode contrair a musculatura da face e membros superiores e relaxar por três vezes.

2. Agora reflita sobre o funcionamento dos seus chakras e sobre o que eles representam para você?

3. Pense no primeiro chakra, responsável pela sua segurança. Reflita como tem sido a sua segurança interior. Como você tem se afirmado no mundo em que vive, na sua relação com as pessoas? Qual o seu grau de insegurança? Ela existe em você ou está bem controlada pela atividade equilibrada deste chakra? Qual o seu grau de temeridade, de imprudência e inconseqüência, colocando em risco a própria vida? Analise qual o seu grau de equilíbrio com relação a este chakra. Que atitudes precisam ser mudadas para alcançar este equilíbrio?

4. Agora pense no segundo chakra, responsável pelo prazer. Reflita como tem sido a sua relação com o prazer? Como você tem obtido prazer em sua vida? Que tipo de ações você tem efetuado na busca de prazer? Você tem desprezado o prazer, ou cultivado o sensualismo, abusando dele? Você tem sentido o prazer de viver, de se afirmar no mundo? Analise qual o seu grau de equilíbrio com relação a este chakra. Que atitudes precisam ser mudadas para alcançar este equilíbrio?

5. Agora pense no terceiro chakra, responsável pelo poder.
Reflita como tem sido a sua relação com o poder?
Você tem feito um movimento de controlar a tudo e a todos, vivenciando a onipotência e a prepotência, ou tem um sentimento de impotência no qual se sente incapaz de escolher os rumos da própria vida e de ser feliz? Você tem se sentido capaz de conduzir a própria vida? Analise qual o seu grau de equilíbrio com relação a este chakra. Que atitudes precisam ser mudadas para alcançar este equilíbrio?

6. Agora pense no quarto chakra, responsável pelo amor.
Reflita como tem sido a sua relação com o amor. Você tem um sentimento de indiferença em relação a sua vida e a vida dos outros, ou sente apego às pessoas do seu relacionamento? Como tem sido o seu movimento de dar e receber amor? Analise qual o seu grau de equilíbrio com relação a este chakra. Que atitudes precisam ser mudadas para alcançar este equilíbrio?

7. Agora pense no quinto chakra, responsável pelo conhecimento. Reflita como tem sido a sua relação com o conhecimento. Você tem feito um movimento de sonegar o conhecimento que possui, tem se negado a buscar conhecimento, ou tem utilizado o conhecimento para submeter e prejudicar as pessoas? Você tem manifestado o seu conhecimento através da comunicação, compartilhando-o com as pessoas de sua relação? Como você tem buscado o autoconhecimento? Como você tem exercido a sua vontade? Analise qual o seu grau de equilíbrio com relação a este chakra. Que atitudes precisam ser mudadas para alcançar este equilíbrio?

8. Agora pense no sexto chakra, responsável pela inspiração e intuição. Reflita como tem sido a sua relação com a inspiração e a intuição. Você tem feito um movimento de desprezar as inspirações que lhe acontecem, ou tem assumido uma postura mística de hipervalorizar essa capacidade? Você tem buscado a inspiração em você mesmo, em essência, e nos seres espirituais que o assistem? Analise qual o seu grau de equilíbrio com relação a este chakra. Que atitudes precisam ser mudadas para alcançar este equilíbrio?

9. Agora pense no sétimo chakra, responsável pela transcendência. Reflita como tem sido a sua relação com a transcendência. Você tem feito um movimento de medo em relação às questões transcendentes da vida? Tem desprezado as manifestações psíquicas? Ou tem abusado delas? Você tem buscado o aprimoramento e o desenvolvimento de suas funções psíquicas? Analise qual o seu grau de equilíbrio com relação a este chakra. Que atitudes precisam ser mudadas para alcançar este equilíbrio?

10. Anote as suas respostas.

Alírio de Cerqueira Filho

2 comentários:

Renata Brosque disse...

Conteúdo muito bem colocado, adorei!!!
Obrigada, me ajudou muito.
Fique em paz e que Deus sempre o conduza p o bem.

Janilton disse...

Olá Renata!

Fico feliz que a postagem contribuiu em ajudá-la.

Além dessa, têm outras ótimas postagens para o esclarecimento e conscientização.

O objetivo é a autoajuda; o autoconhecimento; relações humanas entre outros no campo da psicologia e espiritualidade.

Obrigado e volte sempre!