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domingo, 24 de abril de 2011

O Processo Saúde-Doença

As doenças são resultado de um distanciamento de nossa Essência Divina e, conseqüentemente, de Deus, constituindo-se, portanto, num benefício cujo objetivo é nos convidar a retornar à comunhão essencial e com Deus.

A nossa destinação não é a doença, mas a saúde condição natural da vida -, bastando, para isso, desenvolver uma postura proativa frente à vida, na qual buscamos corrigir os nossos erros, fruto da prática do desamor e do pseudo-amor, a partir de um movimento amoroso diante da vida.
A visão atual da doença é ainda bastante materialista, por isso os meios empregados pela medicina e demais ciências da saúde têm, como base, esse paradigma.
As ciências da saúde atuais buscam combater a doença com métodos materialistas, por entender que a sua causa está localizada no corpo físico, inclusive no caso das doenças mentais.

Ora, como a causa primária das doenças não é física, mas espiritual, os métodos desenvolvidos se mostram apenas paliativos, diminuindo os sintomas da doença, mas sem resultar em sua cura real.
Sem sombra de dúvidas esses métodos são bastante benéficos, devido ao estágio em que se encontra a criatura humana, e fazem parte da programação divina de evolução do nosso planeta.
No entanto, ao mesmo tempo em que produzem um bem, pelos avanços tecnológicos disponíveis - tanto para diagnóstico, quanto para tratamento das doenças que hoje são utilizados pela medicina e demais ciências da saúde -, os pressupostos materialistas têm aumentado, paradoxalmente, o poder da doença por desviar a atenção, tanto dos profissionais de saúde, quanto dos pacientes, da verdadeira causa das enfermidades.
Por isso as doenças, ao invés de recrudescerem, estão se ampliando - especialmente as de ordem mental -, por não terem as suas verdadeiras causas abordadas, gerando por parte de muitos pacientes, bem como dos profissionais que os atendem, uma desesperança quanto as reais possibilidades de tratamento, resultando num enorme complexo de doenças e medo, num círculo vicioso que somente as amplia, distanciando as pessoas da saúde, mesmo quando os seus males são aliviados.

É inegável que sempre existe uma causa material para as doenças. Atualmente as ciências da saúde estão se voltando para os genes, buscando nos cromossomos as possíveis causas genéticas para elas. As pesquisas realizadas por essas ciências têm demonstrado que muitas doenças são resultado de alterações nos genes. E isso é verdadeiro, inclusive acreditamos que as doenças que ainda não tiveram suas causas genéticas comprovadas, o serão um dia.
O problema que se cria, nessa questão, não é o de buscar uma causa genética para as doenças. Isso faz parte da evolução da ciência que, com certeza, encontrará maneiras de minimizar os problemas genéticos atuando nos próprios cromossomos, de modo a corrigir possíveis alterações.
A questão que se torna um problema é que, para a ciência materialista, a causa da doença está na alteração dos genes. Na verdade, em uma visão profunda, espiritual, a alteração genética é efeito e não causa, residente no psiquismo do espírito, que imprime nos genes a tendência a doença, que ele traz ínsita em si mesmo ao reencarnar.
Uma outra linha de pesquisa de caráter materialista, que acontece nas neurociências, é tentar provar que as doenças psíquicas são causadas por alteraçôes cerebrais, seja pela diminuição ou aumento de neurotransmissores, seja em alterações das células cerebrais, como por exemplo, na depressão, que seria causada por alterações no metabolismo de neurotransmissores, a noradrenalina e a serotonina.
Na verdade, novamente toma-se o efeito pela causa.

É inegável que nas doenças psíquicas, especialmente nos transtornos psicóticos, devem existir alterações das células cerebrais. Ocorre, também, uma flutuação nos níveis de neurotransmissores secretados, resultando em seu aumento ou diminuição - dependendo do tipo da doença - e que há uma relação direta das doenças mentais com essas alterações, como as neurociências têm demonstrado. As que ainda não foram demonstradas ainda o serão, com certeza, mas elas são efeito e não causa das doenças, que se encontram no psiquismo do espírito doente, que irão gerar tanto as alterações genéticas, quanto as cerebrais, ante a concepção e a embriogênese.
Portanto, por ser de causa eminentemente espiritual, a doença jamais será erradicada por meios materiais, mas nos esforços espirituais, que deverão ser desenvolvidos para curar e, principalmente, prevenir as doenças a partir do desenvolvimento da saúde espiritual.
As causas verdadeiras são espirituais. São tendências que surgem no espírito, fruto das escolhas equivocadas, trilhando pelo caminho do desamor e do pseudo-amor, que fez em seu passado, tanto na atual encarnação quanto em outras existências.
Essas escolhas vão gerar uma tendência às doenças psíquicas, ou psicossomáticas - que serão impressas nos genes que se manifestarão no respectivo órgão que a pessoa lesou devido a isso, especialmente em outras reencarnações.

A intensidade da doença a se manifestar vai depender do livre-arbítrio da pessoa que a traz gravada no espírito e que poderá desenvolver de forma suave, moderada ou severa, ou até transmutar totalmente pelos atos de amor, fazendo com que essa doença não se manifeste no corpo, permanecendo apenas sua matriz nos genes, como já tem demonstrado a ciência.
Todo esforço que tenha como destinação somente o corpo, pode apenas reparar superficialmente um problema e, dessa forma, não acontece propriamente uma cura, pois a sua causa profunda ainda continua em atividade e pode, a qualquer momento, manifestar novamente sua presença, da mesma forma que a anterior, ou assumindo outra condição de doença.
O fato é que, muitas vezes nesses casos, a aparente recuperação se torna até prejudicial, pois oculta do paciente a verdadeira causa do seu problema e, pela satisfação que ele experimenta com essa falsa recuperação da saúde, na maioria das vezes o fator real, por continuar ignorado, termina por fortalecer-se, ampliando o seu nível de doença, que irá se manifestar mais tarde.
Para entender o processo de saúde e doença devemos compreender que o Ser Humano traz corpos com diferentes níveis de energias que estarão mais, ou menos, condensadas.
Em uma visão energética o Ser Humano é composto por 3 realidades: Essencial, Intermediária e Física.
A realidade essencial ou causal exprime a Essência Divina que todos nós somos. É o nosso lado luz. Tem propriedades específicas que compõem sua natureza, entre elas energia elétrica e magnética em estado essencial.
O Ser Essencial ou Causal é pura energia eletromagnética que constitui o que poderíamos chamar de corpo Causal. Tem uma forma humana, mas que é pura energia, sem delimitações.
É o Espírito em sua essência, cujas energias, ao serem bloqueadas pelos atos de desamor, geram as doenças, como já vimos.

A realidade intermediária compõe o corpo fluídico do espírito, ou Perispírito.
Tem características semimateriais, etéreas, sendo, ao mesmo tempo, constituído de energia eletromagnética e matéria em estado etéreo, pois é o intermediário entre o Espírito - em sua essência - e o Corpo, por isso tem características semelhantes aos dois, energética e material.
É composto de várias camadas. Quanto mais próximo do Espírito mais etéreo é o Perispírito, quanto mais próximo do Corpo, mais se torna materializado. Nas camadas próximas ao Corpo e no próprio Corpo reside, energeticamente, aquilo que psicologicamente chamamos Ego na abordagem psicológica transpessoal, cuja estrutura apresentamos no capítulo anterior.
Ele é o instrumento, o meio que recebe as energias originadas no Corpo Causal, que, quando estão bloqueadas, com maior ou menor intensidade, pelos atos de desamor praticados pelo indivíduo, irão gerar alterações energéticas perispirituais que culminarão com as doenças no Corpo Físico. 

Traz em si os sete chakras principais, centros de força que são os responsáveis pela distribuição e transformação dos influxos energéticos essenciais, conforme detalharemos mais adiante.
A realidade física constitui o nosso Corpo Físico. É a forma mais "condensada", onde a matéria se encontra colapsada.
O intercâmbio entre a realidade física e a realidade essencial ou causal, que lhe dá origem, é realizado pelos cinco sentidos sensoriais que estarão imprimindo as suas sensações no corpo intermediário, para repercutir na realidade essencial. Por sua vez, tudo o que acontece na realidade essencial, repercute no Corpo através do Corpo Perispiritual.
Em síntese, o corpo físico é apenas uma expressão do Ser Essencial, tendo um corpo fluídico como intermediário.

É importante lembrar que esta separação é apenas didática, pois é impossível delimitar onde termina o Espírito e começa o Perispírito, e onde este termina e começa o Corpo, Na verdade, no encarnado não há uma delimitação definida. Há uma interpenetração e a delimitação que fazemos é para compreender a existência desses três níveis de energia.
As doenças são resultado do uso inadequado das energias geradas pelos equívocos causados por ignorância ou rebeldia do ser, em relação à vida e a sua finalidade.
Todas as vezes que agimos contrariamente às Leis Divinas do Amor por ignorância ou rebeldia temos, como conseqüência, um bloqueio energético do Ser Essencial. Como é este que nos fornece a energia que nos mantém a vida, ao ser bloqueado, o resultado será um desequilíbrio energético do Corpo Fluídico que, por sua vez, produz no corpo Físico a interferência de que é alvo, através da doença mental e física.
Então, tomando-se como base o exposto, as doenças tem, desse modo, um caráter positivo, pois demonstram ao indivíduo os equívocos a que ele está se lançando, ou que já se tenha lançado.
As doenças são mecanismos de alerta para que a pessoa possa perceber quais os fatores espirituais, psíquicos e emocionais, estão originando esse desequilíbrio energético, convidando o indivíduo a transmutar essas deficiências pelo exercício do amor, fato que resulta num retorno ao equilíbrio e, conseqüentemente, à saúde.
A doença, portanto, realiza um papel de estimuladora no processo evolutivo do ser humano, pois tem função disciplinadora e reguladora, trazendo o indivíduo ao equilíbrio, quando este dele se afasta. Ao ficar doente a pessoa sente vontade de recuperar a saúde e com isso é convidada pelos mecanismos criados por Deus, a buscar equilibrio a sua conduta para se libertar da doença.
A grande dificuldade que se apresenta é querer se libertar da doença por processos exclusivamente materiais, tais como remédios, cirurgias, etc. Isso é impossível, pois somente obteremos um alívio da doença, mas a criatura que assim procede continuará doente. Esses métodos devem ser utilizados como coadjuvantes no tratamento, gerado pelo declínio das cognições e emoções negativas, com a sua conseqüente transformação, como veremos adiante.

As doenças são, portanto, resultado do uso inadequado das energias que compõem o Ser. Então, o que temos na situação de doenças, em última análise, seria um desequilíbrio energético.
Esse desequilíbrio é resultado do choque de energias entre o psiquismo e o corpo físico, em virtude do estado em que vive, momentaneamente, o Ser.
Em uma visão espiritual profunda, a doença e o seu conseqüente tratamento, acontecem em três níveis: 

Somático - doenças que se manifestam no corpo físico a nível físico é o último estágio da doença, pois, como a sua causa é espiritual e energética, o corpo, por ser a forma mais condensada de energia, é o último a receber os impactos que são originados no Espírito.
Qualquer tratamento que buscar tratar apenas o corrpo físico resultar-se-á superficial, pois estará buscando curar os efeitos e não a causa do problema. Essa é área de atuação da medicina tradicional ocidental com os tratamentos com medicamentos alopáticos, cirurgias e outras práticas que vão atuar exclusivamente no corpo físico. Como são tratados os efeitos superficiais, o resultado é apenas um paliativo que estará aliviando a doença, pois a sua causa profunda não está sendo tratada.
Fluídico - doenças energéticas que se manifestam no corpo fluídico do espírito, o perispírito. Esse é o nível inntermediário da doença.
O perispírito é semimaterial, constituindo-se no corpo fluídico modelador do próprio corpo físico.
O corpo fluídico possui todos os órgãos que terão seus correspondentes no corpo físico, além dos chakras centros de força que só existem no corpo fluídico, cujos correspondentes são os plexos nervosos -, interligados por redes nervosas com o seu correspondente fluídico, por todo o corpo.
O corpo fluídico é uma rede de energias semicondensadas bastante delicadas, que se manifestam no corpo físico. Por exemplo, os pontos localizados na pele que são utilizados pelos acupunturistas para tratar as doenças, são considerados microchakras, interligados com os chakras principais por canais energéticos que a medicina tradicional chinesa chama de meridianos.
Como é no corpo fluídico que os órgãos são modelados, qualquer deficiência nele manifestar-se-á no corpo físico. Por exemplo, uma pessoa que, em sua última existência, se submeteu ao vício do alcoolismo e terminou desencarnando de uma cirrose hepática. Devido a esse ato de desamor por si mesma, somado à intoxicação causada pelo álcool, acontecerão danos, não apenas no fígado existente no corpo físico, mas, também, no seu correspondente no perispírito, que pela natureza semimaterial é ainda mais sensível do que o corpo físico.
Após a morte daquele corpo físico, a doença continuará no corpo fluídico, pois a morte não transforma a Vida de ninguém. Levamos no nosso corpo fluídico perispiritual todas as lesões que geramos nele.

Numa próxima existência, como o corpo fluídico está danificado, não será possível a formação de um fígado normal no novo corpo físico, que trará todo um estado de fragilidade que poderá, ou não, resultar em doenças hepáticas graves, dependendo do livre-arbítrio do indivíduo.
Por exemplo, quando essa pessoa tomar alguma bebida alcoólica, mesmo em pequenas quantidades, terá uma disfunção hepática, convidando-a à abstinência. Mas se ela se torna rebelde às advertências que a disfunção hepática lhe proporciona, e mesmo assim continua bebendo, devido ao vício que carrega psiquicamente, estará desenvolvendo, mais uma vez, doenças hepáticas ainda mais graves - como um câncer -, sendo convidada pela dor, mais uma vez, a valorizar o amor.
São os mecanismos expiacionais se manifestando, sendo agravados pelo livre-arbítrio da própria pessoa.
Os tratamentos que acontecem neste nível já estarão tratando a doença de uma forma mais profunda, pois buscam alcançar as suas causas energéticas, mas, ainda assim, estão trabalhando os seus efeitos energéticos no corpo fluídico, e não a sua causa profunda, que se encontra no espírito.
Esta é a área de atuação da medicina homeopática, da medicina tradicional chinesa e da acupuntura, dos florais de Bach, dos passes magnéticos, das psicoterapias em geral que trabalham as emoções e o comportamento humano e outras práticas terapêuticas que vão atuar, não apenas no corpo físico, mas, também, nas energias do corpo fluídico e nas emoções que geram as suas alterações.
Como aqui já são tratados os efeitos intermediários, o resultado curativo é mais profundo, proporcionando um alívio mais duradouro da doença, mas ainda não podemos falar de cura real, pois, ainda, a sua causa profunda não está sendo tratada.
Espiritual - nível mais profundo da doença que é causada pelo distanciamento do espírito da própria espiritualidade e religiosidade, como vimos nos capítulos anteriores.
Esse distanciamento é gerado por ignorância ou rebeldia, que é a intensificação da ignorância. Isso faz com que o indivíduo entre num conflito existencial muito profundo que bloqueia as energias em si mesmo, pois interrompe, ou obstaculiza, o fluxo da Energia de Vida que provém de Deus para todas as Suas criaturas.
Sem essas energias, ou com a sua diminuição bloqueamos, mais ou menos intensamente, as energias do corpo Causal, que interromperá ou diminuirá a vitalização do corpo fluídico, que por sua vez repercute no corpo físico, proporcionando doenças mentais e físicas as mais variadas, dependendo das matrizes que a criatura traz em si mesma.
Os tratamentos que acontecem neste nível estarão, verdadeiramente, tratando a doença, pois buscam alcançar as suas Causas mais profundas. Somente neste nível podemos falar de cura real, espiritual e profunda.

Esta é a área de atuação da psicoterapia profunda de caráter transpessoal, da preceterapia, da evangelhoterapia, meditação, da terapia da fé, do perdão e outras práticas espirituais, conforme veremos adiante, que auxiliam na transformação do espírito para melhor.
Mas, mesmo esses tratamentos poderão apenas estimular o indivíduo a se curar, pois a cura no nível espiritual acontece apenas de dentro para fora, sendo resultado de uma transformação interior para melhor, na qual a criatura busca intensificar o seu encontro consigo mesma em essência, e sua comunhão com o Criador da Vida.
Neste nível o tratamento dar-se-á através de um movimento de autocura, no qual a pessoa estará fazendo exercício para sentir que ela faz parte da Criação Divina, sentir-se uma criatura divina. É necessário sentir a Natureza em si mesma. Ao realizar exercícios nesse sentido, imediatamente irá sentir o Fluxo do Amor Divino em si, que a vitaliza plenamente. Essa Energia Vitalizadora estava o tempo todo disponível, mas ao se desconectar com a própria essência, ela se desliga da Fonte de Amor, Deus, nosso Pai.
É claro que esse fluxo não acabará com a doença que já produzimos em nós, mas estará desenvolvendo a saúde, que irá, gradativamente, transmutando a doença e isso vai acontecer ao longo do tempo. A doença, dependendo da sua intensidade pode até permanecer, mas a pessoa, apesar dela, estará mais saudável, pois a estará utilizando como instrumento para alcançar a saúde do espírito.
Portanto, para se obter a saúde espiritual é preciso alcançar o equilíbrio e a harmonia. Para isso é necessário assumir as responsabilidades pelas próprias ações. É fundamental que a pessoa se estimule a uma vida mais amorosa, dando uma canalização adequada ao fluxo de energia que compõem o Ser.
Esse equilíbrio gerador da saúde espiritual é resultado do desenvolvimento de três movimentos interiores:
Autoconhecimento - buscar identificar, em si mesmo, as causas profundas das doenças e os mecanismos interiores de saúde espiritual;
Autodomínio - dominar, em si mesmo, as causas profundas das doenças e os mecanismos interiores de saúde espiritual;
Autotransformação - buscar transformar as causas profundas das doenças, desenvolvendo os instrumentos de saúde e cura espiritual.
O primeiro passo é o auto conhecimento que proporciona ao indivíduo a percepção das causas das doenças que necessitam ser transmutadas em si mesmo, resultando num processo de conscientização que irá gerar o autodomínio, resultante de uma consciência lúcida que sabe o que quer e para onde ruma. Tudo isto culminará na autotransformação geradora da verdadeira saúde que é a espiritual, isto é, do Ser Essencial harmonizado, pleno e feliz.

EXERCíCIO VIVENCIAL: REFLETINDO SOBRE O MEU ESTADO DE SAÚDE

1. Coloque uma música suave e relaxante, feche os olhos e busque relaxar todo o seu corpo da cabeça aos pés. Para facilitar o relaxamento você pode contrair a musculatura da face e membros superiores e relaxar por três vezes.

2. Agora reflita sobre a forma como você encara a doença em sua vida. Como você se comporta diante dos sintomas da doença? Você os recebe como um estorvo em sua vida, ou como uma advertência de que algo não vai bem com você?

3. Como você busca superar as doenças que se manifestam em sua mente e no seu corpo? Exclusivamente com paliativos, ou busca refletir sobre as suas causas profundas e emprega meios de desenvolver os valores para transmutá-las, além dos recursos usuais que as ciências de saúde dispõem?

4. Que ações você pode implementar para desenvolver uma postura de maior saúde?

5. Anote as suas respostas.

Alírio de Cerqueira Filho

1 comentários:

Chá das Cinco disse...

Nem preciso escrever aqui o motivo da minha decisão em seguir o teu blog, o meu espaço responderá por si só.Parabéns!
Um abraço
Gemária Sampaio