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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O Equívoco

Num determinado país, regido pelo regime socialista, havia um efetivo a favor da natalidade. Necessitando de mão de obra, criaram uma lei que obrigava os casais a terem um certo números de filhos. Previram também uma tolerância de cinco anos. Essa tolerância, cosistia do fato de que os casais que completassem cinco anos de casamento sem ter pelo menos um filho, o governo destacaria um agente para auxiliar o casal. Assim tivemos o seguinte ato, onde o marido e a esposa dialogavam.

MULHER - Querido, hoje completamos 5 anos de casamento.
MARIDO - É? E infelizmente não tivemos nenhum herdeiro.
MULHER - Eles vão mandar o tal agente?
MARIDO - Eu não sei.
MULHER - E se ele vier?
MARIDO - Bem, eu nada posso fazer.
MULHER - E eu menos ainda...
MARIDO - Vou sair, pois já estou atrasado para o trabalho.

(Logo após a saída do marido, bateram a porta. A mulher abre e encontra um homem a sua frente. Era um fotógrafo que tinha se enganado de endereço.)

HOMEM - Bom dia, eu sou...
MULHER - Já sei, pode entrar.
HOMEM - Seu marido está em casa?
MULHER - Não, ele foi trabalhar.
HOMEM - Presumo que esteja a par...
MULHER - Ele está a par e também concorda.
HOMEM - Ótimo, então vamos começar.
MULHER - Mais já? Assim tão rápido!
HOMEM - Preciso ser rápido, pois ainda tenho 6 casais para visitar.
MULHER - Puxa! E o senhor aguenta?
HOMEM - Sim aguento, pois gosto do meu trabalho, ele me dar muito prazer.
MULHER - Então como vamos fazer?
HOMEM - Permita-me sugerir. Uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá, uma no corredor, duas na cozinha e a última no banheiro.
MULHER - Nossa! Não é muito?
HOMEM - Minha senhora, nem o melhor artísta de nossa profissão consegue na primeira. Numa dessas a gente acerta na mosca.
MULHER - O senhor já visitou alguma casa desse bairro?
HOMEM - Não, mais tenho comigo algumas amostras dos meus últimos trabalhos. Veja. (mostrando fotos de crianças) Não são lindas?
MULHER - Como são belos esses bebês! O senhor mesmo que fez?
HOMEM - Sim, veja aqui (mostrando outra foto), foi conseguida na porta do supermercado.
MULHER - Nossa! Não lhe parece tão público?
HOMEM - Sim, mas a mãe era artista de cinema e queria publicidade.
MULHER - Eu não teria coragem para isso.
HOMEM - Esta aqui, foi em cima de um ônibus.
MULHER - Que horror!
HOMEM - E foi um dos serviços mais duros que já fiz.
MULHER - É, eu imagino.
HOMEM - Veja esta, foi feita num parque de diversões em pleno inverno.
MULHER - Credo, como é que o senhor consegue?
HOMEM - Não foi fácil, se não bastasse a neve caindo, tinha a multidão nos cercando, se não fosse a ajuda de 6 guardas que tiravam a multidão de cima de nós, eu não teria acabado.
MULHER - Ainda bem que sou discreta, não quero que ninguém veja.
HOMEM - Ótimo, pois eu também prefiro assim. Agora se me dá licença, vou armar o meu tripé.
MULHER - Tripé para que?
HOMEM - Sim madame, é necessário, pois o meu aparelho armado mede 1 metro.
MULHER - DESMAIOU

2 comentários:

Janilton disse...

A Psicologia do Humor

Sandra Maria Campos disse...

kkkk... legal! Bjs.